Na verdade, eu sou a categoria de pessoa que tenta abraçar tudo quando o assunto é games. Mega, Snes, Nes, 3DO, Psx, NeoGeo, Gameboy, Master System e tantos outros consoles. Nunca foi de ser “fãnboy” e me fechar em apenas um console. Joguei de tudo em todos os consoles possíveis e não bato o martelo para  “o melhor jogo é do sistema X e ponto final“. Minha opinião é sempre que se te faz bem jogue e ponto final. Mas infelizmente hoje com os deveres da vida e o tempo cada vez mais escasso é quase impossível eu conseguir abraçar tudo que tem de games (bem que queria!). Então eu tenho me focado no console que mais me diverti e me encanta até os dias e hoje que é o Snes. E nessas buscas de histórias, informações, curiosidades do Snes, acabei achando esse jogo do curioso Satellaview.



Kaizou Choujin Shubibinman Zero
é um daqueles clássicos de cults de snes que poucos conhecem. Principal motivo é que ele nunca tinha sido lançado para cartucho no Snes, na verdade, ele foi lançado apenas através da Satellaview aquele sistema de jogos via “download-satélite” no Japão em uma época onde ninguém nem sabia o que era ou seria internet.

Shubibinman Zero é na realidade o quarto game da série,  os três primeiros foram lançados para o clássico PC Engine. A história do jogo gira basicamente num futuro incerto e você tem que salvar a cidade de uma vilã que, com seus capangas que sequestrou um eminente cientista e agora ela quer roubar a tecnologia dele e usar para criar alienígenas e governar por todo o universo. Agora cabe a você salvar tal cientista para evitar que o pior aconteça.

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Como o jogo nunca foi lançado em cartucho, foi impossível joga-lo até meados de 2018 quando finalmente ele foi liberado em cartucho e vendido no Japão (sim, acredite que tem jogos de Snes sendo lançado até hoje).


E digo que vale a pena jogar esse game. Simples, divertido, agradável e não muito difícil. Se quer jogar para relaxar essa é minha dica no Snes – Kaizou Choujin Shubibinman Zero. Abaixo segue a minha jogatina até o fim do game. E talvez em breve escreva sobre o Satellaview aqui no blog. Achei a história dele muito interessante.