Sabe um jogo que nós cansávamos de ver em revistas, mas sempre deixávamos de lado e não jogávamos? Esse jogo para mim é Phantasy Star de Master System. Cansei de ver propagandas dele em revistas na minha infância, sabia que o jogo era complemente em português e era um dos “tesouros” da Tectoy… mas por algum motivo sempre deixei ele de lado.


Anos atrás, quando os retrogames não eram tão “
visados $$$” acabei encontrando uma cartucho novinho de Phantasy Star e resolvi jogar, mas infelizmente na mesma época, meu Master System acabou quebrando e nunca consegui jogar e o pior que mais uma vez deixei o jogo passar em branco.

De uns meses para cá e devido ao lançamento do Alex Kidd in Miracle World DX que um amigo meu também comprou, ficamos conversando e jogando o game fase a fase. Discutimos os cenários, as músicas, o desafio, os detalhes, diferenças entre o novo e antigo e muitas outras coisas e foi super divertido. Para falar a verdade não me divertia jogando um game assim conversando com alguém a muitooosss… muitoooooos anos!

E finalmente resolvi jogar Phantasy Star e posso dizer que estou amando o jogo. Que jogo sensacional! Peguei uma versão melhorada por fãs na internet da própria versão de Master System. Isso inclui uma melhor tradução, melhor programação, som FM, até a mudança do cabelo a Alis para cor original e diversas outras coisas.

Então por fim estou aqui lançando meu Diário de Bordo do jogo, jogando devagar, afinal meu tempo é curto, mas aproveitando o máximo possível do game.

Diário de Bordo – Parte 1


  • Liguei aqui o jogo e comecei a jogar. Na verdade, eu não sei NADA de Phantasy Star e o pouco que tinha jogando nem me lembrava mais. E digo que já primeira vez que saí para upar o personagem acabei morrendo. Logo de primeira!



  • Não entendi o sistema de batalha e tive que morrer algumas vezes para entender. Logo que cara percebi que não, é qualquer inimigo que posso derrotar. O meu amigo me deu uma dica que existia uma casa que regenerava sua energia de graça (casa da Suelo) logo na primeira cidade e essa foi uma dica essencial para sobreviver nesse começo de game.


  • Eu visitei toda a primeira cidade, falei com cada NPC, vi as lojas e criei minha estratégia. Resolvi upar de nível nos perímetros da cidade antes de sair dela e explorar o mapa. E nisso aproveitei para juntar dinheiro e comprar um escudo e uma arma melhor.


  • Sobre os NPCs, eles me deram informações anotadas no caderninho aqui:
    – Cidade Portuária fica ao leste
    – Caverna da Medusa ao Sul
    – E outra cidade a Oeste


     


  • Inicialmente só enfrentava o “Mosca Mutante”. Matava ele e voltava para casa da Suelo, mas com o tempo já consegui matar ela sem perder muita energia e assim subir um pouco mais rápido de nível. Mas mesmo assim matar o “Morcego Caolho” ou “Escorpião” era morte na certa. Só após subir uns 2 níveis consegui mata-los, mas ainda sim voltando para casa da Suelo para me recuperar sempre.


  • Depois de algum tempo e já no nível 7 com um escudo (que ajudou muito na defesa e diminuiu assim os danos) resolvi explorar o mapa e encontrei uma caverna. Mas antes de chegar na caverna e mais confiante (pura ilusão) resolvi ir até uma praia próxima de onde tava e morri para um monstro absurdamente forte o “Tubaromem” (1 golpe ele me matou).


  • Já equipado com itens de comida, arma nova e escudo fui para a caverna. Vasculhei ela toda, fiz até um mapa desenhado a mão aqui no meu caderninho (que também possui as informações dadas pelo NPCs). Na caverna encontrei o Odin petrificado, mas não consegui salva-lo. Não sei que tem que fazer! Vasculhei mais a caverna, mas não encontrei nada mesmo. O jeito vai ser explorar as cidades e o mapa lá fora e tentar voltar para despetrificalo. Fica para próxima jogatina – Parte 2.


Minha jogatinha desse primeiro Diário de Bordo.