Diário Resident Evil 2 - O Garoto Resident Ivo


Parece que foi ontem, mas já fazem mais de 20 anos do lançamento de Resident Evil e no dia 24/01/2019 o meu hiato de nunca ter "tido" um jogo do Resident Evil 2 finalmente parece ter acabado. Com muita felicidade recebi uma chave para baixar o jogo completo do incrível "Remake" de Resident Evil 2. E antes de mais nada, fica aqui meu agradecimento para Capcom Brasil.

Mas afinal de contas Ivo... Por que você nunca teve Resident Evil 2? E essa brincadeira Resident Ivo de onde surgiu? E verdade que você nunca fechou Resident Evil 2? Por quê? Por quê? Calma pessoal! Vou explicar tudo direitinho e por isso abri essa seção no blog chamada - Diário Resident Evil - e aqui vou contar minha história com a franquia e a minha jogatina do 'Remake" e se der tudo certo a finalização de um "pecado gamístico" de mais de 20 anos.


O inicio

A verdade é que tudo começa em 1994 para 1995 (antes do lançamento de Resident Evil 1 em 1996). Eu era um afinco gamer de 13 anos de idade e apaixonado por videogames e todas notícias relacionadas ao assunto. E não era para menos, 1996 era o ano dos lançamentos que iriam abalar o mundo gamer. Anúncios como: N64, Playstation, Saturno, 3DO e tantas outras coisas estavam chegando e foi nessas que em uma locadora acabei deparando com o 3DO e fiquei alucinado com aqueles gráficos e resolvi por "impulso" compra-lo. Falei com meu pai e nessa época ele era um cara com boas condições financeiras e mesmo custando uma fortuna ele acabou comprando o 3DO. Inicialmente o 3DO foi uma maravilha, mas depois foi um "caos total" e resumindo tudo (se quiser ler mais sobre minha história com 3DO clique aqui!) o console faliu em menos de 1 ano e justamente de encontro com o lançamento do Playstation. Ao mesmo tempo que isso acontecia (o falecimento do 3DO!) o lançamento do Playstation e a situação financeira da minha família mudou da água (boa) para o vinho (ruim).

O lançamento do Playstation foi bombástico com jogos lindos, lista de próximos lançamentos gigantesca, mais e mais produtoras indo para o seu lado e o resultado de tudo isso vocês já sabem. E lá estava euzinho só olhando tudo isso e com a plena consciência que seria impossível ter um Playstation naquela hora, devido a situação da minha família que estava sofrendo problemas financeiros. Eu até tentei vender meu 3DO, mas o fracasso do console foi tão absurdo e o Playstation estava engolindo tudo que vinha pela frente... Que deixava todos sequer pensarem em comprar um 3DO usado.

O tempo passou e meus colegas começaram comprar o Playstation e ainda mais com o famigerado desbloqueio para CD´s piratas. A geração que vinha do Snes e Mega com jogos custando R$ 120 até R$ 180 ou locações por 2 dias por R$ 6 a 8 R$ 8 podiam comprar jogos piratas de Playstation por R$ 2,00 até R$ 10,00. Isso fez a alegria de uma infinidade de gamers e lojistas. Eram lojas e mais lojas vendendo CDs piratas no Brasil e a venda cada vez mais crescente do console da Sony. E no meio disso tudo estava lá euzinho só olhando!

O jeito então foi começar a jogar na casa dos amigos e assim conhecer os jogos do Playstation. Até que um dia um desses um amigo veio com um jogo chamado RESIDENT EVIL.


Resident Evil 1 e a brincadeira do Resident Ivo

Esse amigo chegou com RE1 que tinha uma capa totalmente estranha e disse em voz alta quase berrando:
- FINALMENTE CHEGOU RESIDENT EVIL!!!
Para falar a verdade não tinha ideia do que se tratava e os outros amigos em volta também. Mas estávamos ali todos  ansiosos para vermos como seria esse game. Ele colocou o CD no Playstation e BUMMMMMMMMM!! Lá estava RE1 com aquela abertura com atores reais, clima sombrio, com sangue e muitoooooo terror. O silêncio no quarto desse amigo foi absoluto e quando foi dado "START" o narrador falou: RESIDENT EVIL!! E alguém fez a seguinte brincadeira:
- RESIDENT IVOOOOOOOOOOOO!!
Todos caíram na gargalhada! E claro que eu fiquei bravo né?! Todo mundo rindo de mim! As risadas passaram e lá estávamos jogando aquele incrível jogo de terror com cenas assustadores, ótima história, um estilo de jogar diferente de tudo que tínhamos visto. Mas era "de lei" toda vez que ele ligava o jogo a piada com o nome RESIDENT IVOOOO surgir. Até que um momento que aquele menino de 13 anos já não fica mais nervoso e até entrava na brincadeira falando RESIDENT IVOOOOOOOOOOOOOOO!!

E RE1 atingiu não somente aqueles garotos e a mim, mas toda uma geração. O sucesso foi imediado e todas as revistas de games da época e rodas gamers só falavam desse jogo.

Da minha parte eu admirava cada vez mais o jogo e tentava ler o máximo possível sobre ele (que exploda spoilers!). Mistério, terror, ação, zumbis... era tudo que adorava e ainda adoro (que me conhece sabe!). Até cheguei jogar na casa dos amigos, mas Resident Evil não é um jogo para jogar "picotado" na casa dos amigos, mas sim jogar sozinho e com as luzes apagadas de preferência. Então o jeito foi esperar e quem sabe no futuro ter um Playstation e jogar ele sem ser "picotado"... o que já aviso que nunca aconteceu e me forcei  em me afastar dele por pura falta de expectativa de joga-lo.


Resident Evil 2 - A explosão da franquia

Meu afastamento de RE1 devido a frustração de não joga-lo funcionou por um tempo. Eu tentava me satisfazer jogando outros joguinhos em fliperamas ou na casa de amigos. Mas o afastamento do assunto RE só durou até  anúncio de Resident Evil 2. RE 1 foi um sucesso e isso é #fato, mas RE 2 foi além do primeiro por diversos fatores. O Playstation reinava ainda mais absoluto 1998, como sucesso mundial absurdo, jogos e mais jogos sendo lançados e no Brasil a pirataria só expandia as suas vendas. Mas ainda sim meus pais ainda sofriam com efeitos financeiros e possibilidade de ter ele ficava sempre distante. Não que isso fizesse ficar bravos com eles, pelo contrário, sabia de todos os sacrifícios deles para manter os filhos estudando e colocar comida na mesa.

 

Quando RE 2 surgiu com 2 CDs para jogar, com personagens diferentes e campanha distintas, com abertura em CG primorosa, mistérios, zumbis, história incrível, tudo muito maior que a primeira versão... a mente dos gamers EXPLODIU! Quem já conhecia RE 1 ficou maravilhado e quem não conhecia acabou conhecendo de vez a franquia.

E foi justamente nessa explosão de RE 2 que um outro amigo meu veio com 2 CDs piratinhas e me mostrou o jogo. Não vou mentir que foi um mistura de alegria por estar ali vendo aquele jogo incrível, mas ao mesmo tempo de um pouquinho de frustração por não ter meu Playstation e jogar ele.

RE2 estampou várias capas de revistas com detonados, programas de TV que falavam só dele (Stargame!), dicas e tudo que você poderia imaginar nesse mundo gamer. Era impossível você ficar de fora do assunto RE 2 então o jeito era euzinho ficar por dentro de tudo de RE2 e torcer de algum modo eu ganhasse um Playstation para joga-lo.


Resident Evil 2 - A esperança de jogar

Infelizmente nunca consegui ter um Playstation e para falar a verdade só voltei a ter um videogame na geração Xbox 360. Mas joguei muita coisa na casa dos amigos e nunca fiquei de fora das novidades, mesmo não tendo os consoles. Mas RE estava lá e com isso veio o 3, 4, 5, 6, mas no fundo nenhum deles me interessava muito. Não queria jogar eles sem antes ter jogado o RE 1 e especial o RE 2 e prolonguei isso por vários anos.... vários! Ao ponto de deixar de lado e não querer jogar. E olha que tinha um PC para rodar ele no emulado ou mesmo condições de comprar Playstation 1 (já trabalhava a vários anos!). Na verdade até tentei via emulador, mas eu sentia que tinha perdido aquela "VIBE" de todos estarem jogando e falando do jogo.... vendo as revistas sendo lançadas e aquele envolvimento  só quem jogou na época do lançamento teve. Isso me desanimava a joga-lo! Por mais que seja uma jogo espetacular a frustração de não ter jogado ele completamente no lançamento me vencia.


Resident Evil 2 Remake - A notícia e a jogatina

O tempo passou e isso do Resident Evil ficou guardado ali em um caixinha da minha mente. Com o tempo essas coisas deixam de te incomodar e se tornam uma parte de você que apenas está ali guardada e quando você quer abri-la... é só para lembrar das coisas boas e esquecer as frustrações (isso se chama amadurecimento!). E foi assim que fiz com RE, a brincadeira Resident Ivo continuou, fiz um blog com esse nome e lembrava das coisas boas de RE quando as conversas aconteciam. Até que para meu espanto Resident Evil 2 Remake é anunciado e todo aquele relampejo de estar em 1996-1998 na "VIBE" de estar jogando no lançamento me fez abrir um BELO SORRISO. Eis que estou aqui com o Remake de Resident Evil 2 em mãos e prestes a joga-lo do zero e com o mesmo sentimento igual a aquela garoto de 13 anos e que agora com a certeza de um Playstation e joga-lo finalmente. =) Alegria!

É isso pessoal! Essa é primeira parte do Diário Resident Evil.
Obrigado para quem leu até o fim e pela paciência.
E até a próxima parte = JOGANDO CLARO! 


Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2018?

O ano começou e a galera que ainda levanta a bandeira da "escrita" (parabéns guerreiros e pela iniciativa Marvox!) lançaram o "Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2018?".  Eu particularmente adoro isso e ainda mais com o "esquema" que criei em 2018 e explico para vocês. Eu sou um tanto desorganizado em questão de jogos e isso é fato. Eu vivo em "loopings" infinitos do que jogar e existe tanta coisa para jogar que no final - NÃO JOGAVA NADA! Eu ficava pulando de um jogo para outro e no máximo quando era um jogo espetacular (aqueles que aparecem em 10 em 10 anos!) me fazia sair desse "looping".

Mas isso mudou em 2018 e graças a uma conversa com meu amigo Cadu do Gamer Caduco. Ele comentou que criou uma planilha para organizar o que iria jogar e finalizar e assim ele acabou se organizando muito. Pois bem! Comecei a fazer o mesmo e ir anotando o que jogava e o que fechava e DEU CERTO. Acho que 2018 foi um ano bem aproveitado em questão de jogos. Claro que gostaria de jogar muito mais, mas infelizmente devido as circunstâncias da vida não consegui jogar mais, mas essa organização deu muito certo e aproveitei melhor minhas jogatinas.

Além disso eu gravei as partidas dos games que joguei ou pelo menos a maioria. Não sou um Youtuber, mas pelo menos queria que os vídeos me dessem a impressão de um diário do que joguei - Diário Gamer.


2018 - Um pequeno relato!

Mas antes de falar o que joguei em 2018 é bom falar com foi 2018 para euzinho aqui. Eu ouvi uma vez que não é bom falar que o ano que passou foi "difícil" e assim criando uma áurea de energia negativa e cia (sim! eu acredito nessas coisas!) então o certo é falar que 2018 foi um ano "trabalhoso". E assim foi 2018 comigo - "trabalhoso". Tanto no lado profissional como no lado emocional. Foram diversos desafios que testaram a percepção de olhar para dentro de mim e tirar ali lições, pensamentos positivos e quanto é importante se valorizar e valorizar as coisas simples da vida. E acredito que 2018 tenha sido assim para várias pessoas que conheço e tenho mais proximidade.  Mas de qualquer forma torço muito que 2019 seja um ano MUITO, mas MUITO MELHOR não somente para mim, mas para todos. Meu desejo é esse!

Então bora lá para o que joguei em 2018!


Street Of Rage 1,2 e 3

Antes que me ataquem pedras! Sim, eu nunca joguei "direitinho' essa trilogia. Eu sempre joguei aleatoriamente na casa dos amigos ou em emuladores. Mas esse ano eu resolvi sentar e jogar seriamente e analisando e aproveitando tudo. Pois bem! Apesar de todos saberem que sou "Snes sempre"... o Mega Drive tem o melhor "Beat 'em Up" de todos os tempos disparado. E olha que eu sou um amante de "Beat 'em Ups" e joguei muitos. Street of Rage tem jogabilidade perfeita, personagens carismáticos, música absurdamente espetacular (nem preciso falar disso!), fases criativas, inimigos cativantes e muita, mas muita diversão (e olha que joguei sozinho!). Podem falar o que for de outros "Beat 'em Ups", mas a sintonia das coisas em Street Of Rage é fantástica. Existem maravilhosos jogos nesse estilo, mas mesmo os melhores pecam na sintonia com alguma coisa como: música, jogabilidade, personagens, história, fases e cia... e no SOR isso não acontece. A única pisada na bola é as mudanças da versão japonesa para a americana, mas isso era devido as maluquices da Sega dos EUA e do Japão e que acontecia em vários jogos também. Eu me diverti muito jogando esse game! Incrível como uma game de mais de 20 anos consegue ainda mexer com tantos jogadores.  E não ESQUEÇA que o SOR4 está para sair hein! Alegria vai continuar!  Meu conselho de final é - Jogue Street Of Rage como não tivesse conhecido e o retorno será IMENSO. Mesmo conhecendo! =)


Marvel's Spider-Man

O "cabeça de teia" está de volta e desta vez no Ps4. Eu sempre fui fã dele (gibis) e assistia sempre aquele desenho (o melhor até hoje!)  na Fox Kids. Inicialmente não me interessei pelo jogo, quando saiu os trailers e a notícia na E3. Mas depois que vi o game em alguns videos de "gameplay" eu resolvi compra-lo (e foi caro viu!). O que tenho a dizer do jogo? É o melhor jogo do Spiderman em consoles. Eu joguei a maioria dos jogos do "cabeça de teia" lançados e a grande maioria é apenas "OK". O primeirão que joguei foi no Atari, para vocês terem uma ideia, depois passei por aquele de Mega Drive e até cair nas versões de Snes (cartucho vermelho do Maximum Carnage!).
O jogo não é cansativo e olha que por vezes você tem que atravessar a cidade soltando as teias pelos prédios, mas no final isso é tão gostoso que você nem usa a opção de transferência rápida, que existe no jogo. A história é muitooo legal e repleta de referência aos gibis, filmes e cia da Marvel. Até o Stan Lee (saudade!) dá suas caras. O sistema de combate é divertido e prático, a dublagem ficou ótima, habilidades e bugigangas que o Parker cria são demais, uniformes... tudo é ótimo nesse jogo. É o típico jogo que se você está estressado... você joga e relaxa! Não é difícil e tudo está sintonia para evitar a fadiga jogando. Resumindo! É um homenagem ao Spiderman e um game para quem é fã dele e até quem não é. Um dos melhores jogos de Ps4 de todos os tempos facilmente.


Horizon Chase

Top Gear de Snes foi um marco na vida dos gamers brasileiros. E na minha vida gamer também! Eram tardes e noites jogando ao lados dos amigos essa maravilha.. Me lembro que ia na locadora e ficava "fulo" quando chegava e já e ele já estava alugado. Foi umas das principais experiências "multiplayer" no Snes da minha geração. Pois bem, quando foi anunciado um game nesse estilo e ainda criado por um estúdio brasileiro o interesse foi instantâneo. Mas será que eles conseguiriam fazer um game jus ao clássico Top Gear? Pois bem pessoal! Fizeram e você percebe! Ainda mais quando algo é feito com carinho. Eu já tinha visto ele no celular, mas quando chegou no Ps4 comprei ele sem pensar duas vezes. E valeu cada centavo! Trilha sonora, jogabilidade, desafio, carros e carros, cenários, estilo de gráfico... tudo foi MUITO, mas MUITO bem feito. E me desculpe em dizer isso! Se você não jogou esse game! Ainda mais feito por um estúdio brasileiro! E ainda mais com a trilha sonora criada pelo próprio compositor do Top Gear de Snes! E sendo todo inspirado no Top Gear! Você não tá sendo um GAMER RAIZ! É o típico jogo que você não tem desculpa para homenagear! E isso ficou claro com muitas pessoas a minha volta que se dizem gamer. Nem jogar ou muito menos comentar dele foi feito! Algo triste, mas a vida é assim mesmo! As coisas mudam e as pessoas também. Mas que importa é! É UM JOGO FANTÁSTICO e Brazuka! Jogue sempre!


The Sword Of Ditto

Eu não tenho tempo para jogar mais RPGs de hoje. 100, 200, 300 horas e fecha-los não é para mim! Meu tempo é curto e tenho priorizado jogatinas curtas, mas prazerosas. Conheço gente que fecha esses RPGs atuais, mas a pergunta que fica é? Você realmente aproveitou todas as possibilidades deste RPG? Fuçou tudo possível? Porque se for para eu jogar um RPG rápido só para fechar.. esquece! Por isso para mim os antigos RPGs de Snes, Mega e cia tem o time perfeito para euzinho aqui. E foi isso que me atraiu no The Sword of Ditto. Um RPG ao modo clássico dos 16 bits, divertido, prático e sem muito "mimimi". O legal do jogo é caso você morra ele jogo continua de onde você parou, masssss o que acontece é que vão se passar 100 anos e o seu herói vai reencarnar em outro personagem e nascer de novo (você não perde tudo que conquistou! isso é ótimo!), mas o mundo vai estar diferente e mais sombrio devido a sua derrota 100 anos atrás. Muito legal isso! As vilas que eram felizes já não são mais, os lugares podem estar abandonados, inimigos podem ter tomado essas vilas, outras vilas podem ter surgido e assim vai. Então cada vez que você morre tudo parece diferente, mas algo ao mesmo tempo reconhecível. Eu peguei esse jogo por conselho de um amigo e não me arrependi! Ele deve ter suas 15 a 20 horas de jogatina que passam super rápidas!!


Final Fight 3

Mais um caso de game que não joguei direitinho ou joguei aleatoriamente na época de Snes. Na verdade joguei ele quando já nem tinha mais o SNES. Mas esse ano resolvi joga-lo novamente e matar a saudade. Final Fight 3 é claramente uma tentativa de bater Street of Rage de Mega Drive e o resultado foi que passou longe disso. É um joguinho legal, mas muito abaixo do potencial que Final Fight tem ou teria. De Snes ainda acho que o desconhecido Rushing Beat 3 e o Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time são os melhor "Beat 'em ups". E olha que eles foram lançados anos antes do Final Fight 3.  Mas Final Fight apesar dos pesares ainda vale a jogatina com um amigo do lado.


Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time

Cowabanga! Todo mundo já calejou o dedo de tanto jogar TMNT no Snes e isso é fato. Mas que tal jogar o game com uma trilha sonora em Metal e irada? Foi que fiz! Com aquele esquema de emulador com MSU-1 o que já era bom (trilha sonora é épica!) ficou melhor ainda. Sempre achei que as músicas do TMNT eram tão empolgantes... mas tão empolgantes que fazem você se empolgar jogando (mesmo ocorre em SOR!) e agora com uma trilha sonora com qualidade CD e ainda temática com Metal... o negócio ficou demais! Joguei e me diverti MUITO e por sinal foi um dos vídeos mais assistidos das minhas gravações no Youtube. Quer conferir como ficou as músicas? Olha o vídeo abaixo.


The Capcom Beat 'Em Up Bundle

Aproveitando sobre o assunto de Final Fight 3 e TMNT acima e repetindo que um fã desse estilo... acabei comprando esse "Bundle" com vários jogos da Capcom. Vale a pena? Vale sim pelo jogatina, mas o tratamento que deram esse "Bundle" foi meio nas coxas. Sistema de menus ruins, opções fracas de ajuste tela e outros detalhes deixaram a desejar. Mas o pior sentimento foi que comprei esse "Bundle" achando que poderia jogar com os amigos ONLINE, afinal eles moram longe , não precisariam configurar PC como jogar em emulador e tudo seria mais fácil. Mentira! Nenhum deles jogou online esse game! E olha que tem opção de 4 jogadores simultâneos... adiantou nada mesmo incentivando! Nem para marcar alguma coisa! Joguei tudo sozinho mesmo e depois disso eu aprendi que as coisas mudam MUITO com algumas pessoas e nelas inclui jogos e gosto por jogos. Mas de qualquer forma! Se você quer jogar esses clássico com conforto do seu Ps4 e tiver AMIGOS que jogem... é uma ótima pedida!


Striker Gunner  S.T.G

E eu sou apaixonado por SNES loucamente. É o melhor videogames de todos os tempos e ponto final. Joguei e jogo muito, mas mesmo os anos se passando você acaba encontrando jogos desconhecidos e nunca viu em revista, locadoras e tudo mais. Esse foi o caso do Striker Gunner S.T.G. É um joguinho de navezinha muito legal que nunca tinha visto e resolvi jogar. E olha que ele é maneirão! Fechei ele jogando algumas vezes e fiquei feliz com a sensação de desbravar mais um jogo desconhecido de SNES. Se você não conhece ele... não deixe de jogar!


Megaman Collection 1 e 2

"Blue Bomber" sempre será um dos meus personagens prediletos até o fim da minha vida. Tudo bem que meu amor com ele começou tarde. Eu já conhecia Megaman desde a sua primeira versão, mas como era muito novo e o jogo era muito difícil... deixava de lado! Até meu irmão jogou ele! E admirava muito quem fechava os Megaman´s ou quando aparecia algum detonado em revista dele. Sempre colocava as pessoas que fechavam o Megaman como seres de outro mundo. A minha paixão cresceu quando peguei Megaman 7 de um amigo. Ali foi quando comecei a desbravar de verdade toda série e tanto que tenho todos os jogos de 8 bits e 16 bits. Mas como mudei de cidade e com isso minha TV de tubo foi abandonada e só fiquei com a nova de LED... não conseguia mais jogar Megaman nos consoles antigos. Entãooooo foi que resolvi comprar Megaman Collection e reviver tudo de novo no Ps4. E revivei mesmooooo! Tanto que platinei os jogos! Para quem ama Megaman é não tem TV de tubo é uma oportunidade e tanto e o preço agora está baratinho... Já vi por 50 reais em lojas. Corre lá!


Megaman 11

O tão esperando Megaman 11 saiu em 2018! Para felicidade de todos os fãs da série. O que falar do jogo? Ele é um prato cheio para quem ama a série e queria reviver as novas aventuras do robôzinho azul. E um jogo aos moldes dos clássicos e toda galera que conheço que viveu a época adorou o jogo. Eu também adorei, mas para mim faltou alguma coisa. Não sei dizer! Mas faltou uma pitada de algo para deixar o jogo melhor ainda. Talvez faltou o toque do Inafune no jogo... aquele diferencial especial que ele trazia. O novo sistema "Gear" é maneiro, mas se você for olhar no contexto geral ele nem faz tanta diferença assim. Eu posso fechar o jogo sem usar ele de boa! Mas de qualquer forma vale a pena jogar Megaman e quem sabe no Megaman 12 tenha essa pitada de algo especial. Super recomendo jogar Megaman 11.


Pocky & Rocky 1

E chegou a hora da jogatina com a esposa! E desta vez a gente fechou Pocky & Rocky 1 de SNES. Pegamos um sabadão de folga e resolvemos fechar esse game. Foi divertidíssimo desbravar o mundo de Pocky & Rocky. Jogo todo colorido, cheio de inimigos, de magias, chefes e muita.... mas muita dificuldade.  É um ótimo conselho para você jogar com sua esposa, namorada, amiga do lado! Snes é eterno até nisso ^^


Castlevania Rondo Of Blood

Um clássico que nunca tinha jogado! Joguei a versão de SNES que é uma adaptação, mas agora nessa coletânea para Ps4 que inclui também o Symphony Of The Night... finalmente detonei a versão original lá lançada para PC ENGINE. E já aviso que o jogo é difícil pra cacete! Não chega aos pés dos de NES, mas mesmo assim foi difícil fechar. É um jogo maravilhosa, como uma trilha sonora espetacular e um tratamento legal da Konami para esse coletânea.  Se você não tem um PC ENGINE ou nunca teve... essa é a oportunidade de jogar.


Alex Kidd in Miracle World

Um dos maiores jogos da minha infância e talvez a primeira grande aventura em escala demorada (para fechar!) que tive nos videogames. Eu fiquei anos tentando terminar esse game e só consegui faltando alguns dias para vender meu Master System e pegar o dinheiro para investir no Super Nintendo. Me lembro que demorei muito tempo para passar a fase da floresta (como diz meu amigo! aqui que separa homens de crianças), depois encalhei na fase do helicóptero das bolinhas vermelhas perto do castelo do "Jacken o Grande" e por último o próprio castelo do Jacken. Vou te falar que tudo isso que passei uns 25 anos atrás... passei nesse fim de ano tentando terminar esse jogo. Chegou momentos que tive raiva! O Alex parece que tem sabão no pé e os pulos são infernais certas vezes. Eu cheguei a morrer 3 vezes prestes a vencer o Jacken e tomar game over. E depois que você vence ele que ainda tem uma fase na água e se morrer GAME OVER e também e depois disso ainda tem que acertar os códigos para pegar a coroa e caso erre é morte e GAME OVER. Resumindo.... Alex Kidd in Miracle World ainda é para os fortes. Quer desafio? Então jogue!


Mario Kart 64 

Os anos passam e eu sei que Mario Kart 64 é o jogo que mais adoro na minha vida. São tantas lembranças boas, diversão, jogo engraçado e tudo mais. Esse fim de ano acabei indo visitar o Senpai lá na casa dele em Sorocaba. Uma reunião de fim de ano com os malucos dos Retroplayers e outros amigos e com direito a churrascão e muito papo. No final rolou um mini campeonato de Mario Kart 64 e adivinha quem foi o campeão? Euzinho aqui =) Tudo bem que ganhei o campeonato com 4 jogadores e em outra final somente com 2 players eu acabei perdendo e tomando uma sova do Jackie Chan, mas olha que não jogava Mario Kart 64 no próprio N64 faz mais de 15 anos. E digoooo! Foi e ainda é uma experiência memorável! Foram risadas, xingamentos, disputas emocionantes e muitaaaa.... mas muita risada! Valeu cada segundo jogando! E também joguei muito com minha esposa o MK64... ela adora! Estamos fazendo todos os troféus de ouro! E ela até inventou um nome para a fase que ela mais odeia (Choco Mountain) que ela chama de Chato Mountain (ri muito com isso!). Em 2019 eu ainda pretendo comprar Mario Kart 64 original para ficar guardado para sempre aqui em casa!

 

E foi isso pessoal! Essa foi a minha jogatina de 2018. Pouquinha, mas super divertida! Agradeço o Marvox pelo convite! E se quiser participar é só falar com ele. Grande Abraço. Ivo.

===Blogs/Sites===

Arquivos do Woo => Cyber Woo
Desocupado => Paulo Victor
Gamer Caduco => Gamer Caduco
Gamerníaco => Eduardo Farnezi
Locadora Resident Ivo => Ivo Ornelas
MarvoxBrasil => Marvox
RetroPlayers => Sabat
Vão Jogar! => sucodelarAngela
Vão Jogar! => Somari
Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

===Canal (YouTube)===

5 Pixels - Games => Carlos Henrique
Aleskis o Alx => Alexis
Jogatinas Saudáveis => Rodrigo Vigia

A História do Game Genie


Cheats, dicas, códigos, macetes, trapaças
etc. Não importa como você os chamava, em algum momento da sua vida gamer você os utilizou. E havia um acessório só para criá-los, você se lembra? Primeiramente, o que eram esses "códigos"? Eles nada mais eram que sequências escondidas dentro de alguns jogos (feitas pelos criadores do game), que ao serem feitas corretamente pelo jogador em uma determinada tela ou momento do game, habilitavam diversas "trapaças" que podiam proporcionar vidas infinitas, seleção de fases, continues, personagens secretos, mais dinheiro, invencibilidade e uma infinidade de coisas.


A VERDADE

A verdade é que na época de ouro do Nes, Master System, Snes e Mega Drive, as revistas especializadas nos entupiam de páginas com esses códigos. Quem se lembra do código da "Capcom" para jogar Street Fighter 2 com RYU vs RYU e escolher cores de roupas diferentes? ( ↓ R ↑ L Y B X A ). E o famoso "Konami Code"? Que fazia você ter 30 vidas no Contra e que apareceu em tantos outros jogos? ( ↑ ↑ ↓ ↓ ← → ← → B A ). Mas e aqueles jogos que não tinham códigos? E se quiséssemos outros, além daqueles que existiam? Como, por exemplo, o pulo do Mario mais alto? Ficar invencível em Ninja Gaiden ou Battletoads? Como faríamos se eles não existiam? Eis que em 1990 surge um acessório que nos ajudaria a resolver isso e iria revolucionar a jogatina e a imaginação dos gamers: o GAME GENIE.


A CRIAÇÃO DO GAME GENIE

O Game Genie foi criado pela empresa Britânica chamada CodeMasters e vendida para distribuição nos EUA pela Galoop Toys e no Canadá pela Camerica. Ele nada mais era que um acessório que, acoplado ao cartucho, possibilitava a inserção de códigos que modificavam temporariamente a ROM do game, alterações como vidas infinitas, tempo infinito, invencibilidade e muito mais.

Uns dos mais famosos códigos utilizados, era o que possibilitava jogar com os chefões de Street Fighter 2 (mesmo com vários bugs!) e o que tornava possível colocar sangue na versão de Mortal Kombat 1 de Snes, no qual isso não existia, ao contrário da versão de Mega Drive.

A primeira versão do acessório saiu para NES e logo depois foi desenvolvido para Super NES, Game Boy, Mega Drive e Game Gear (cada um só funciona em seu determinado aparelho). Mas o que poucos sabem é que no lançamento do Game Genie para NES nos EUA, uma batalha judicial clássica iria abalar os pilares do mundo dos videogames.

Perto do lançamento do Game Genie, em meados de Abril e Maio de 1990, a Nintendo entrou com uma ação judicial no Tribunal de Justiça dos EUA afirmando que o acessório violava os direitos autorais de seu jogos e console. De imediato a Galoop apresentou outra liminar, também junto ao Tribunal em busca da anulação do pedido da Nintendo, afirmando que o acessório não violava qualquer produto dela. Em Julho do mesmo ano o Tribunal aceitou a liminar da Nintendo temporariamente, impedindo a Galoop de vender o Game Genie nos EUA, pelo menos até o julgamento final que sequer tinha data marcada.

O fato curioso é que durante esse tempo em que a liminar da Nintendo foi aceita, o Game Genie era comercializado normalmente no Canadá (país vizinho dos EUA) pela Camerica, onde a Nintendo não se importava (ou fingia que não sabia!) que o acessório fosse vendido. Os gamers ávidos dos EUA queriam ter o acessório, não queriam esperar até decisão judicial final para saber se realmente iriam poder comprá-lo ou não. Com isso os americanos começaram a importar o produto diretamente do Canadá, conseguindo assim obter o acessório facilmente. Sabendo disso a Galoop fez anúncios do Game Genie nas revistas especializadas com a seguinte frase: "Obrigado, Canadá!", em uma provocação clara contra a liminar da Nintendo, que impedia a venda do acessório nos EUA.

A batalha judicial se estendeu até Julho de 1991, quando o Tribunal dos EUA concluiu a decisão em favor da Galoop, declarando que o acessório não violava os direitos autorais da Nintendo. Em sua decisão, a juíza Fern M. Smith comparou o uso do Game Genie como ao de "ler um livro pulando algumas partes" ou de "avançar um filme e ver somente suas cenas preferidas”. Portanto, o conteúdo não era alterado e não constituía um produto derivado (pirata) que feria os direitos autorais da Nintendo, como ela admitia. A Juíza assim descreveu: "Tendo pago pelo produto da Nintendo o consumidor pode utilizá-lo de modo a criar variações de jogá-lo, somente para diversão pessoal, o que não cria uma obra derivada."


E NO BRASIL?

Já no Brasil o Game Genie foi lançado para NES pela CCE e a versão de Mega Drive foi lançada pela TecToy, e em ambas vinha um super livro com centenas de códigos. E sem problema judiciais, claro.A primeira informação sobre o acessório no Brasil foi na edição nº 05 da revista Ação Games em 1991. Nela eram descritas todas as informações do que era o acessório, que iria ser vendido pela CCE, quando seria vendido, como funcionava e o que seria possível fazer em jogos como Mario Bros 3, Megaman 2, Top Gun e outros.

O Game Genie fez a alegria de muitos gamers da época, possibilitando a inserção de códigos e aumentando a diversão. Se tornou uma lenda entre os gamers da época e ainda deixou um legado muito legal, que pudemos ver claramente nos emuladores que suportam os seus códigos e que são encontrados facilmente em vários sites e também em outros acessórios parecidos como Game Shark e Action Replay lançados para Playstation.

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Review: Star Fox

Em Março de 1993, o Super Nintendo recebeu o seu primeiro jogo com o Chip Fx. Seu nome era Star Fox, um jogo cujo legado atravessou gerações de consoles com mais cinco títulos para diversas plataformas. Com quase vinte anos de idade, o primeiro Star Fox ainda continua encantando jogadores novos e antigos, e é com a intenção de trazer boas lembranças e dicas para todos os leitores .


A Minha História sobre Star Fox

Em meados de 1993, no auge da minha vida com um Super Nintendo (dez horas por dia de Super Nintendo! Brincadeira!) houve uma feira de games na minha cidade (Santos/São Paulo), algo inédito não somente em minha vida, mas na de muitos garotos naquela época, contando que conseguíamos ver essas feiras de games somente por revistas (E3) ou histórias de amigos, que por muitas vezes eram lendas (lembro-me de uma história que um amigo contou sobre uma feira de Arcades que tinha o jogo Mortal Kombat VS Street Fighter). Como um bom garoto, acabei indo visitar a feira, que contava com vários consoles à venda, fliperamas para jogar, lançamentos de games (Batman Returns era um desses lançamentos) e um jogo que era o destaque da feira chamado: Star Fox.


O foco dos vendedores na feira era justamente sobre o Chip FX (que irei explicar em breve), que na sinceridade não me interessava, eu queria mesmo era ver o jogo, oras! E os meus olhos brilharam ao ver os gráficos poligonais e várias naves voando ao mesmo tempo com uma raposa no comando. Minha vontade era jogar aquele game a qualquer custo e, depois de uma fila de quase uma hora, consegui jogar cinco minutos do game (cinco minutos que passaram como se fossem dois segundos, afinal não vi o tempo passar). Quando terminei de jogar fiquei com uma sensação de como se estivesse no Natal na casa de um amigo. Sabe quando ele ganha aquele super presente que você tanto queria, deixa você brincar um pouco e depois você vai embora para sua casa se perguntando: por que eu não tenho um desses?

Saí do evento decidido a comprar Star Fox e tive a ideia de pedir de presente de aniversário (era março e meu aniversário em abril. Garoto esperto!). Mas infelizmente não o encontrei à venda e acabei ficando com Mortal Kombat de presente. Não que fosse ruim ter Mortal Kombat, mas Star Fox era o pote de ouro do momento. Então tive que optar por alugar na locadora, algo praticamente impossível naquela época e acredite:eu visitava sem sucesso todos os dias a locadora na tentativa de alugar (nos meus reviews sempre coloco meus traumas de locadoras). Cheguei a conversar com o dono do estabelecimento e uma vez ele disse que a pessoa que alugou iria ficar vinte dias com o jogo (pagou adiantado por sinal).

Foram meses de busca, quando eu finalmente consegui alugá-lo. Posso dizer para vocês leitores que esses foram um daqueles dias que guardamos na memória e jamais esquecemos, por mais que o tempo passe. E acredito firmemente que guardar lembranças felizes, não somente de games, mas todas que tivemos por nossas vidas, mesmo as pequenas, representam o que temos de melhor e intensificam o valor de viver todos os dias.

Foram horas de alegria, mas a história ainda não tinha acabado. Praticamente vinte anos depoiseu resolvi comprar Star Fox com o intuito de fazer esse Review e para minha surpresa acabei encontrando um vendedor super- honesto vendendo o game praticamente novo, com manual e inclusive os folhetos de propaganda do Super Nintendo que vinham com o jogo na época.

Eis que finalmente estou aqui novamente para desbravar o mundo de Star Fox e postar todas as impressões, curiosidades, dicas e referências que juntei nesses vinte anos.


O Chip FX e Star Fox

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A tecnologia FX já vinha sendo incorporada em jogos de PC antes de estrear no Super Nintendo, mas ela foi reformulada em um chip para funcionar em conjunto com os cartuchos do videogame. O chip tinha a função de um acelerador gráfico que desenha polígonos para a memória do sistema, criando assim gráficos tridimensionais. Além disso, ele é responsável por redimensionar as imagens e aplicar efeitos de profundidade. A tecnologia aplicada a ele permitia processar algumas centenas de polígonos por segundo a poderosos 21mhz, o que era suficiente para a época, mas que de maneira alguma pode ser comparado aos jogos atuais que possuem um processamento de milhões de polígonos por segundo. O chip recebeu o nome de Super FX, teve duas versões: Super FX-1  e Super FX-2, onde o clock interno mudava minimamente de uma para a outra. É praticamente um divisor de águas na geração de games, iniciando o 3D de maneira definitiva nos consoles caseiros, e os jogos que foram produzidos com o chip em suas plaquinhas são: Dirt Racer, Dirt Trax FX, Stunt Race FX, Wild Trax, Vortex, Doom, Super Mario World 2: Yoshi’s Island, e Winter Gold.


Como o Mundo Recebeu Star Fox

O lançamento de Star Fox foi noticiado como algo revolucionário para a época, mesmo com vários lançamentos simultâneos inclusive da Sega (principal concorrente da Nintendo naquele tempo! Eu era Nintendo, hahahaha! Lero lero!). Logo recebeu o prêmio de melhor Shooter pela famosa revista Electronic Gaming Monthly, ou EGM para os desavisados; foi citado como um dos duzentos maiores jogos de videogame de todos os tempos; a revista mais famosa e crítica (chata em notas!) do Japão sobre games, a Famitsu, deu a nota 34 de um total de 40 para o jogo, que para muitos foi considerada uma nota altíssima para a época. Sua venda bateu recordes e gerou campeonatos pelos EUA e Canadá chamados, Star Fox Super Weekend.

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A História de Star Fox

O campeonato reunia os melhores recordistas de pontos em Star Fox nos EUA e Canadá para competirem entre si, e os vencedores eram premiados com jaquetas, emblemas, e nomeados membros da Star Fox Team. Vale lembrar que nessa competição eles jogavam uma versão do game que tinha o mesmo nome do evento, Star Fox Super Weekend, que praticamente se baseava em fazer pontos. Vale lembrar, pessoal, que existem várias versões da história de Star Fox, e relatarei aqui duas delas, mas não sem antes descrever a trajetória daquele que é um dos personagens centrais destas duas versões e que, de certa forma, inicia a história desta extraordinária franquia: James McCloud, o pai de Fox.

James era um piloto de aluguel que obteve grande sucesso devido a suas habilidades de pilotagem extraordinárias. Com o tempo acabou ficando conhecido em todo o sistema Lylat e se tornou o líder de uma equipe de pilotos que ele mesmo criou chamada Star Fox Team, formada por Peppy Hare, o coelho estrategista, e Pigma Dengar, o suíno espacial. Com o tempo o time foi conquistando status e logo se deparou com uma equipe rival chamada Star Wolfs, comandada por Wolf O´Donnell, um exímio piloto que se tornaria o principal rival de James para o título de melhor piloto do sistema.

O tempo passou, e as missões completadas renderam muito dinheiro. Assim, James acabou comprando uma nave-mãe que no futuro, serviria como base para sua equipe e se chamaria Great Fox (vista durante todo o game Star Fox 64) e seria construída pelos mesmos criadores das famosas naves de combate da equipe, as Arwings. Além de equipada com fortes canhões, ela também servia de base para manutenção das naves. Com o tempo o exército percebeu o talento dos pilotos do Star Fox Team, e os contrataram para várias missões pelo sistema e com o sucesso delas, eles acabaram ganhando o título de “grupo de elite de pilotagem aérea do exército de Corneria”. Até que alguns fatos mudaram todo o rumo da história e fizeram até mesmo com que James não visse a conclusão da construção da Great Fox.

A história que se segue é a versão revisada que consta nos manuais, que se complementa em StarFox64, e que é considerada pela Nintendo como sendo a oficial.

Andross era um renomado cientista que trabalhava para o governo de Lylat System, mas confiando demais em sua genialidade, começou a realizar experimentos perigosos, e mesmo com a advertência do governo (General Pepper era seu superior, e dava-lhe constantes ordens para que ele interrompesse os experimentos) ele continuou secretamente a realizá-los até que um deles explodiu em Cornéria, matando milhares de civis. Como punição, ele foi condenado a viver exilado no planeta Venom.

Cinco anos depois, o Star Fox Team foi convocado para averiguar leituras estranhas de energia que emergiam do planeta Venom, então James, Peppy e Pigma foram até lá e encontraram uma onda gravitacional desconhecida e fortíssima. Foi então que Pigma se revela traidor, e atinge a AirWing de James fazendo com que ele fosse tragado pela onda magnética, e ele nunca mais foi visto. Peppy, com sua AirWing ainda intacta, consegue se safar, e voltando a Corneria, conta ao General Pepper (aquele cachorro) o que havia acontecido.
Pigma agora é um renegado, integrante dos Star Wolfs, e eles estão aos serviços de Andross que alguns anos depois do acontecido, revela ser possuidor de um império criado em Venom, e declara guerra a toda Lylat System mandando suas tropas atacarem primeiramente Corneria, a fonte principal de seu ódio.

Assim um novo grupo Star Fox é formado, agora liderado por Fox McCloud, o filho e de James McCloud que sonhava ser um piloto tão bom quanto o seu pai desaparecido, e formam a equipe junto com ele o próprio Peppy Hare, o único remanescente do time principal, Slippy  Toad, um gênio da mecânica que é também o melhor amigo de Fox, e Falco Lombardi, outro exímio piloto amigo de Fox desde os tempos de academia, e eles serão convocados pelo General Pepper para serem a linha principal de defesa de Corneria, e a grande esperança de vitória de Lylat Systemcontra as forças esmagadoras de Andross.

A história abaixo é a versão original japonesa, que consta nos primeiros manuais de Star Fox e em algumas revistas da época, e é a que tenho como base desde quando conheci Star Fox.

Chamado pelo exército para uma missão-teste no planeta Venom, James McCloud foi encarregado de testar uma nova super bomba de gravidade desenvolvida por um cientista militar chamado Andross, que possuía intenções escondidas e perversas de conquistar o sistema Lylat e via James como um obstáculo para seus objetivos.
Com isso ele tramou para que a bomba explodisse antesque James a utilizasse no teste, o que realmente aconteceu, gerando um buraco negro que sugou James para dentro com sua nave, e o piloto jamais foi visto novamente. Como resultado do desaparecimento de James, o exército descobriu os planos perversos de Andross e o sentenciou ao exílio no planeta Venom, mas  ele prometeu que um dia iria se vingar. E nessa vingança é que entra a história do primeiro Star Fox de Super Nintendo. Depois de vários anos aprisionados em Venom, Andross dá início ao seu plano de vingança criando um exército de naves controladas por ele e por mercenários para destruir Corneria (Planeta Base) e dominar o sistema Lylat. Lançando um ataque surpresa em todo o sistema, ele começa a sua vingança. O único problema é que James McCloud deixou um filho chamado Fox, que possuía toda a habilidade do pai, e que prontamente se tornou o líder do Star Fox Team. Sabendo do ataque, Fox parte para proteger Corneria com sua equipe: Peppy Hare, Falco Lombardi, e Slippy Toad.

Existe ainda uma terceira versão que foi lançada em uma comic da Nintendo Power em 1993, e que conta com vários detalhes que enriquecem muito a história, como a presença de  Vixy Reinard McCloud, mãe de Fox, a criação do novo Star Fox Team, e muito mais, só que essa história ficará pra depois!


As Famosas Airwings!

Em Star Fox você comanda as famosas Airwings, naves espaciais de combate pequenas e velozes que foram utilizadas pelo time de James McCloud em suas muitas missões (são elas no Star Fox de Super Nintendo).

Elas possuem um único canhão laser (Laser Blaster) e um lançador de bombas, mas com o decorrer do jogo é possível aumentar esse armamento para dois canhões Lasers Blasters (Double Blaster Laser) e mais bombas. Elas possuem também um Booster de velocidade que será muito útil para conseguir itens, fazer manobras, escapar de ataques inimigos e vencer chefões, e as naves possuem ainda um outro sistema de velocidade chamado Retro Booster, que diminui sua velocidade mas possui praticamente as mesmas utilidades do Booster na hora de fazer manobras e escapar de ataques de inimigos.

Com as versões pós-Super Nintendo, as naves foram evoluindo e melhorando suas características, inclusive transformando-se em tanques terrestres como em Star Fox 2 e Star Fox 64.

Outra característica importante da Airwing é a manobra conhecida como “Do a barrel roll” (você deve conhecer essa frase da brincadeira do Google, digite isso nele e verás!). Ela consiste em um giro de 360º  que auxilia em repelir lasers inimigos e conduzir manobras arriscadas para busca de itens.  No Super Nintendo ela é realizada com os botões R e L. Essa manobra foi otimizada no N64 para desviar e até escapar de emboscadas e perseguições aéreas inimigas.

Outro fato muito legal são as naves inimigas em Star Fox. Existe uma infinidade delas que tentarão a qualquer custo derrotar você, desde naves suicidas até mesmo naves em formato de borboletas, arraias, pássaros e Cia. O que realmente mais gosto no jogo são as naves dos chefões, que na maioria das vezes, quando estão quase sendo destruídas, mudam de forma e ficam com maior ataque e mais rápidas.

Seguem abaixo as fotos e detalhes dos chefes em Star Fox:

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Star Fox o Jogo!

Star Fox foi desenvolvido pela extinta Argonaut Software sob a direção de Katsuya Eguchi(um dos nomes mais fortes do staff de profissionais da Nintendo até hoje), e produção de ninguém menos que Shigeru Miyamoto, que dispensa apresentações. É um jogo de tiros, um On Rail Shooter, que é aquele tipo de game onde temos sempre a visão traseira de nosso veículo e vamos para o fundo da tela atirando no que aparecer. Possui  perspectiva 3D, no qual existe a possibilidade de trocar a visão  de terceira para primeira pessoa (fora e dentro do cockpit respectivamente) em algumas fases, algo muito inovador para a época. O objetivo do jogo é proteger Corneria, chegar até o planeta Venom e derrotar Andross.

Por muitas vezes você terá que salvar seus amigos de ataques inimigos e, através do comunicador que aparece na tela, eles irão alertar você quando estiverem sendo perseguidos ou emboscados. Vale lembrar que eles também possuem barra de energia e podem morrer no decorrer do jogo caso você não os salve (em certas horas a vontade é de não os salvar mesmo).

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A possibilidade de seguir três rotas diferentes até o Planeta Venom é caracterizada pelos níveis Fácilmédio e difícil,e esse esquema de rotas torna o jogo mais divertido, pois quando você se cansa de uma rota ou consegue completar ela em 100%, é a hora de partir para outra, com um nível mais difícil e fases novas e interessantes.  Foi uma ideia muito bem bolada da Nintendo, afinal sempre estávamos acostumados com jogos de nave em que seguíamos apenas uma rota e depois que terminávamos, o jogo ele ficava encostado.

Algo que você logo acaba gostando são os personagens (esqueça o comentário acima sobre os deixar morrer), afinal quem não abriria sua imaginação para um piloto intergaláctico raposa e seus amigos: Coelho, Falcão e Sapo e um cientista maluco-macaco. Sem dúvida essa foi uma jogada para atrair não somente a criançada naquela época, mas para abrir a imaginação de todos, algo que vem se perdendo nos tempos atuais com jogos cada vez mais reais e com menos fantasia (modo crítica ON).

Na rota fácil você irá seguir pelos planetas: Corneria, Asteroid Field, Space Armada, Meteor, Venom Airspace e Venom

Na rota média você irá seguir pelos planetas: Corneria, Sector X, Titania, Sector Y, Venom Airspace e Venom.

Na rota difícil você irá seguir pelos planetas: Corneria, Asteroid Field, Fortuna, Sector Z, Macbeth, Venom Airspace e Venom.

Ainda existem dois caminhos secretos: The Black Hole e Out of this Dimension.

Os controles são extremamente precisos e fáceis de jogar (ainda mais com o melhor controlpad de todos os tempos em minha opinião, hehehe). Existe a possibilidade de configurá-los de acordo com o seu gosto. Segue a tabela:

Tipo  Direcional  Direcional Start Select L R Y B X A
A Esquerda/
Direita
Cima/
Baixo
Pause Mudar
Visão
    Roll Esquerda   Roll Direita Laser Retro Speed Bomba
B Esquerda/
Direita
Cima/
Baixo
Pause Mudar
Visão
    Roll Esquerda   Roll Direita Retro Retro Speed Laser
C Esquerda/
Direita
Baixo/
Cima
Pause Mudar
Visão
    Roll Esquerda   Roll Direita Laser Retro Speed Bomba
D Esquerda/
Direita
Baixo/
Cima
Pause Mudar
Visão
    Roll Esquerda   Roll Direita Retro Retro Speed Bomba

Vamos aos itens, os famosos itens. Existem vários deles que irão ajudar você durante a aventura, alguns no auxílio para armas, outros para recuperar energia, recuperar partes das naves e escudos, juntar bombas, etc.

Supply Ring – Um anel azul que enche toda sua energia.

Small  Ring  – Um anel amarelo que recupera um pouco da sua energia.

Power Shield – Te protege contra grandes ataques inimigos.

Twin Blaster – Tiro Duplo.

Wing Gyro – Recupera asa quebrada.

Smart Bomb – Bomba de longo alcance.

Extra Ship – Ganha uma vida.

Agora, um fator que é consagrado em Star Fox (se você não se lembrar daquela música de Corneria, vá agora ao Youtube) é a trilha sonora. O compositor por trás deste jogo não é ninguém mais que Kōji Kondō, o próprio criador do tema do Super Mario. Eu particularmente gosto muito da música de abertura e seleção de mapas (tannn tannnn tarannn tarannnn narannnn!). Então nada melhor que compartilhar com vocês a trilha sonora inteira de Star Fox. Só ouvir e aproveitar:

Mas nem tudo é alegria em Star Fox. Um fator crítico no jogo é sua duração, pois apesar das diferentes rotas, pontos e porcentagem, você pode terminar tudo em menos de vinte minutos em cada rota, ainda mais quando você pega o jeito do game. Todos nós sabemos que os jogos daquela época eram curtos, mas Star Fox de algum modo consegue ser mais curto ainda, talvez pela tecnologia nova que ocupa muito do cartucho, limitando o tempo de jogo. Outro lado que pode ser considerado ruim – talvez mais uma opinião pessoal que propriamente uma crítica ao jogo – (gostaria da sua opinião nos comentários) é que mesmo você terminando o jogo em rotas diferentes o final é sempre o mesmo (não custava nada colocarem finais diferentes para cada nível). Apesar de que existe uma surpresinha no final do jogo, que logo abaixo vou contar para vocês.

Star Fox é um jogo cheio de surpresas e diversão garantida. É um dos meus jogos prediletos e, mesmo após vinte anos, é um prazer imenso compartilhá-lo com vocês. Quem nunca jogou não perca a oportunidade de curtir esse grande clássico e para quem já jogou vale muito jogar e relembrar.  É a minha dica de hoje!

Grande abraço do seu amigo Ivo!


Curiosidades

Adoro essa parte! Como comentei antes, Star Fox é cheio de curiosidades e informações. E se você tiver a curiosidade de pesquisar na Internet sobre o assunto, irá ver várias versões, histórias e também muitas dúvidas que o game deixou até hoje

Star Fox na Europa

Na Europa o game é chamado Star Wings.

The Black Hole – O Buraco Negro.

Lembra que comentei que o pai do Fox desapareceu em um buraco negro devido a bomba de Andross? Existe um determinado lugar no jogo em que é possível perceber ainda o desequilíbrio criado pelo buraco negro e assim entrar nele.

Para entrar no buraco negro você deve entrar no Nível 1-2, na fase Asteroid Belt.
Nesta fase, fique atento para os meteoros espirais com um vermelho no meio. Você deve atirar no meteoro central sempre que estiver prestes a se chocar com ele.  Isso ocorrerá por três vezes e se você tiver feito corretamente irá aparecer um meteoro com uma “cara sorrindo” à esquerda. Atire nele sem perdão e o buraco negro irá se abrir, e assim você poderá  ver onde o pai do Fox foi parar.

Out Of This Dimension – Para fora desta dimensão.

É possível se perder em outra dimensão em Star Fox. Você se lembra que comentei da falta de um final diferente? Bem, essa é a sua alternativa de ver um final diferente em Star Fox, desaparecendo em outra dimensão! Trágico não?

Para entrar nela, escolha o modo difícil, passe a primeira fase e vá pela segunda até chegar à parte dos asteroides. Logo irá surgir um asteroide à sua esquerda, você deverá passar direto por ele e em seguida irá aparecer outro à sua direita, e esse você deve destruir. Após destruí-lo vai aparecer um pássaro gigante (algo como uma fênix). Vá de encontro a ele e você será transportado pra outra dimensão.

Comics – Star Fox.

Existem alguns quadrinhos (comics) de Star Fox que podem ser encontrados na internet. Foram lançados em 1992, 1997 e 2002, e fazem menção respectivamente a Star Fox, Star Fox 64 e Star Fox Adventures. Estão à disposição para leitura neste link, e são várias histórias legais para você curtir no seu tempo livre. Para os fãs da série, vai ser um deleite.


Alugado na Locadora Resident Ivo #5 – Boku no Hero Academia


Fazia ANOS que não assistia animes e por "N" motivos. A maioria é tenta ser sério e acabando sendo bobo, traço fraco, histórias fracas e assim vai. E nem é por ser "chato" como por exemplo no "traço",  assisto Aggretsuko com minha esposa e apesar do traço simples adoro ele. Mas deixando isso de lado... algumas semanas atrás comecei a assistir um anime chamado Boku no Hero Academia e fiquei simplesmente viciado. Fazia anos que não assistia algo com tanto fervor. O anime pega elementos clássicos de outra séries como Yuyu Hakusho e coloca de forma majestosa e ainda com coisas novas (para não parecer um cópia). Aquele ideia do torneio foi "maneirissíma" e o personagem principal também é super 10. Tudo bem que no começo fiquei meio puto com ele chorando (síndrome do Shinji do Evangelion me deixa traumatizado até hoje), mas com o tempo o muleke vai ficando "marento". E também vale lembrar dos vilões super irados e o All Might que é fodástico. Bom, resumindo tudo... ASSISTAM sem compromisso! Garanto que vão adorar!

Se liga nesse luta do Midoriya Vs Todoroki.


Alugado na Locadora Resident Ivo #4 – Diversos PS4


Faz tempo que não posto nada né?! É justamente por falta de tempo em escrever quee estou até em pensando em começar a fazer áudios (mais fácil e rápido). Mas isso não quer dizer que não esteja jogando, pelo contrário, estou jogando algumas coisinhas (na medida do possível) e até gravando alguns gameplays. Ainda quero fazer um MEGA REVIEW do jogo brazuka "Horizon Chase Turbo" de Ps4 que tive a oportunidade de DEBULHAR (fiz até platina). De resto prometo voltar em breve (ou não!) com alguma matéria bem legal. Abaixo meus gameplays dos jogos que andei jogando (só faltou Gods Of War).


Horizon Chase Turno 

Se você ama Top Gear de Snes essa é a oportunidade de jogar um game no mesmo nível.

https://youtu.be/iIgMw_Qwsxg


The Swords Of Ditto

Um joguinho de RPG-AÇÃO clássico muito simpático e divertido. Super Recomendo!!

https://www.youtube.com/watch?v=F5J7yPT6Ktw


Street Fighter 30th Anniversary

Apesar de ser um péssimo jogado de SF a nível de disputas, acabo adorando jogar ele contra o PC e principalmente Street Fighter Zero 2 que é meu predileto.

https://www.youtube.com/watch?v=WjdJiNfmDNk


Megaman X Legacy Collection

Depois da minha maratona em Megaman Legacy Collection 1 e 2 chegou a hora de detonar o X. Eu só joguei o Megaman X1, X2 e X3. Os outros vão ser novidade para mim =)

https://www.youtube.com/watch?v=VoIl9jPgCxw

Por enquanto é isso pessoal! Depois eu volto!
Grande Abraço

Ivo.


Maratona Megaman 1

Fala pessoal! Tudo beleza com vocês? Outro dia estava passeando por alguns blogs retrogamers e acabei parando no blog do meu amigo Gamer Caduco  e acabei me deparando com o seu texto do "Desafio Megaman" que ele estava fazendo. Ele começou a jogar todos os Megaman's, partindo do primeiro até o último e descrevendo sua jogatina. Eu adoro essas coisas e acho que sou um dos últimos seres do planeta que leem e compartilham comentários sobre essas coisas. Gostei tanto disso que acabei me desafiando em jogar todos Megaman's e fecha-los. O que quanto tempo isso vai demorar? Só deus sabe! Então hoje vou comentar aqui minha experiência jogando Megaman 1 e fechando ele só na "Buster". Já aviso que o negócio aqui vai ser rápido! Sei que muita gente ou 99,9% não gostam de ler essas descrições de jogatina! Então fiz o mais breve possível para deixar registrado tudinho aqui! Então bora lã!


Primeira vez que joguei Megaman

Antes de começar a falar da minha maratona com Megaman 1, queria comentar um pouco das minhas primeiras experiências em Megaman quando era mais novo. O meu primeiro contato com Megaman foi no meu NES (ou melhor falando no NES do meu irmão!). Eu me lembro muita pouca coisa dessa época, mas meu irmão tinha alugado Megaman 3 e ele achou super difícil de jogar e como ele tinha mais habilidade nos controles, acabou jogando mais e euzinho só ficava assistindo. A fase que ele jogou foi justamente a do Snakeman e ele quase o derrotou, faltando um pouquinho de vida para vence-lo. Com isso ele acabou com raiva desistindo de jogar Megaman 3 e deixou o controle na minha mão. Lá fui jogar o game e sequer cheguei no chefe (minha habilidades ainda eram primárias nessa época!) e também acabei desistindo com o tempo.

Com isso acabamos criando uma "atmosfera" de que qualquer jogo do  Megaman era "mega-difícil" e somente melhores jogadores o fechavam. Tenho que admitir que isso era muito bom... ficava um "mito" no ar e histórias que provavelmente eram mentiras como: "Um amigo do amigo fechou todos Megaman!". Gente sentava em rodas de conversas e ficava imaginando a pessoa jogando e detonando Megaman e intitulando ele - "O MELHOR JOGADOR DO MUNDO" e isso era fantástico... sua imaginação de criança ia longe com isso. E ainda aumentava quando você via em revistas os desenhos do Megaman, detonados e tudo mais. Com isso tudo acabei criando um carinho com Megaman, mesmo não jogando quase nenhuma versão além do Megaman 3 de Nes naquela época.

O tempo passou e só voltei a jogar Megaman no Snes e exatamente o Megaman 7. Um amigo meu tinha o jogo em japonês e me emprestou e ali realmente me desafiei a fechar pela primeira vez um jogo do Megaman. Admito que foi um dos jogos mais espetaculares de SNES que joguei na época. Ralei muto, mas detonei o jogo de "cabo a rabo" fazendo tudo nele e inclusive achando "coisas secretas". Eu fiquei muito feliz em fecha-lo, mas no final ficou uma sensação de "será que tem mais coisas nesses jogo" de "querer algo mais nele". Foi incrível! E poucos jogos me fazem isso nos dias de hoje, alias faz muito tempo que não fazem isso! E ali Megaman 7 se tornou o meu predileto de todos os Megaman's e meu carinho com o personagem cresceu ainda mais. Curti tanto esse Megaman 7 que falava que gostava mais dessa versão que a versão Megaman X. Obviamente era detonando por todos que ouviam dizer isso hahahahaha XD.

E só depois de muitooooooooss anos comecei a jogar o Megaman de NES no próprio NES que ganhei da minha esposa. Fechei do 1 ao 6, mas utilizando sempre as armas adequadas para cada chefe.


Começando a Maratona com Custman

Começando Megaman 1 com Custman e a escolha foi aleatória (lembrando que estou jogando na coletânea Megaman Legacy de Ps4!). Na verdade comecei por meus robôs vilões prediletos. Eu adoro o Cutsman, Bomberman e principalmente o Gutsman. Desde aquela época que passava o desenho do Megaman na SBT  adorava eles. Eu tive um pouco de dificuldade no começo em estar enferrujado" em jogos do Megaman, mas fui indo e até me saí bem. O bom que antes de enfrentar o Cutsman tem uma salinha que você pode ficar matando inimigos, enchendo sua energia e pegando vidas. Sempre faço isso quando chego nele.


Bomberman

Agora era a vez do Bomberman. Aqui ja não era tão difícil porque já tinha me habituado com a jogatina do Megaman. E vamos ser sinceros... ele não é tão difícil assim e acredito que seja até o mais fácil do jogo. Você tem que só ficar vendo a distância quando ele joga as bombas e desviar delas. A parte difícil da fase é justamente depois daquelas "navinhas bombas" que você sobe uma escada grande e se depara com aquele inimigo que solta tiros em 3 direções (cima, direita e esquerda) e tem que pular nas plataformas e avançar. Se ele te acertar na plataforma... você é empurrado para trás e jogado nos espinhos. Mas depois que você passa essa parte é molezinha!


Gustman

E agora o meu "robô vilão" predileto dos Megaman´s que é o burrão do Gustman hahahaha XD Eu adoro ele! Sério mesmo! Foi outro chefe que não tive muita dificuldade em matar. Só acertar ele sempre e evitar que te jogue as pedras que tiram muita energia se acertar. Já na fase a dificuldade fica em pular aquela plataforma inicial, mas o segredo é não pular da primeira para segunda e por fim na terceira... é pular da primeira para terceira direto, mas tem quem ter o "time" certo para não errar e depois disso é tudo de boa.


Elecman

Esse é um dos chefes mais chatos do jogo. Eu não consegui achar um padrão nos ataques dele e principalmente quando ele fica pulando que nem um louco. Sem contar que aquele tiro elétrico dele tira muita energia. Ralei muitoooooo para derrotar somente na "Buster". A fase também é bem difícil e principalmente nas partes do tiros elétricos que você tem que subir as escadinhas. Por fim essa fase não tem um corredor antes do Elecman para recuperar vidas ou energia como nos outros chefes. Resumindo! ESSE FOI DIFÍCIL de matar!


Iceman

A palavra da vez aqui é "PRECISÃO". Quer vencer o ICEMAN? Você vai ter que usar total precisão nos pulos quando ele atira. Esse foi outro chefe difícil de vencer! As fases também não deixam por menos! Junte: PULOS+NEVE+ESCORREGADIO+PLATAFORMAS = MORTE. Aquela parte que você tem que pular nas plataformas voadoras ou nas que desaparecem é um teste de paciência para qualquer jogador.


Fireman

E o último do chefões é o Fireman. Esse não é tão difícil e a mesma coisa com a fase. Só ter um pouco de paciência em algumas partes que você tem que pular os pilares de fogo e de resto é tudo molezinha.


Yellow Devil

Aqui realmente é o desafio do jogo! Eu passei dias tentando matar ele somente na "BUSTER". Depois de muito treino, suor e raiva... eu venci ele! Vencer ele com a arma do Elecman não é tão penoso, mas agora vencer ele somente na "Buster" é outra história. Mas foi MEGA (trocadilho!) recompensador vence-lo. Me senti "o jogador" das rodas de amigos nos anos 90 - "Olha ele terminou todos Megaman´s!!". Lanço esse desafio a todos que amam Megaman.


Bubble Machine + Clone + Dr. Willy

Depois de derrotar o Yellow Devil somente na "Buster" me senti o máximo! Nada podia mais me deter e me sentia o menino campeão das revistas de videogame dos anos 90. Matar a Bubbtle Machine, clone do Megaman e finalmente o Dr. Willy não era mais desafio digno. Passei eles tranquilamente e digo que se você matar o Yellow Devil só na "Buster" o resto vai parecer jardim de infância.


Conclusão

Foi super desafiador jogar Megaman 1 somente na "Buster". Passei alguns momentos de" RAIVA PURA", mas valeu a pena. Mas decidi que só irei jogar esse game na "Buster"... eu ainda sinto mais prazer em jogar Megaman normalmente usando as armas que você ganha. Se eu tivesse mais tempo com certeza jogaria sempre assim, mas essa vida de adulto sem tempo para quase nada, não nos deixa outra opção a não ser aproveitar jogos como Megaman da melhor forma possível e mais tranquilamente. Mas de resto Megaman ainda SIM é um jogo maravilhoso e que vale a pena jogar e se divertir! Obrigado por quem leu até aqui!

Até a próxima pessoal!
Super Abraço.

Ivo.


Minha Vida Gamer - Parte 4.5


Estou de volta pessoal e com mais uma parte da "Minha Vida Gamer" e desta vez com a "Parte 4.5". Por que 4.5? Porque foi interrompida com uma "situação chata", mas antes de relatar essa "situação chata" vou contar minha história gamer dessa época e que se baseia no Nintendo 64. Mas caso você não tenha lido as histórias da "Minha Vida Gamer" anteriores é só acessar os links abaixo:


Era Nintendo 64!

Era exatamente 1996 e estava na 7º série do ensino fundamental. Essa foi justamente a época mais ativa de videogames que tive na minha vida. Eram locadoras, revistas, casas de amigos, videogames e tudo que poderia aproveitar desse hobby e no máximo dividia tudo isso com estudos (claro!) e minhas partidas de futebol na famosa quadra da AFC (Associação Funcionário da Cosipa) com os amigos de classe todas sexta-feiras depois do colégio. Que a verdade seja dita... 1996, 1997 e 1998 sem dúvida foram "anos de ouro dos videogames" com lançamentos de franquias famosas e consolidação de outras que duram até os dias de hoje. Está duvidando? Olha a lista de lançamentos de 1996, 1997 e 1998Eram as gerações 16 bits + 32 bits + Pcs + Começo da Internet.

......................Logo Ultra 64

Mas voltando, lá estava euzinho lendo notícias de games em revistas... até que acabei lendo "uma  bomba", que fez meus olhos pularem para dentro da revista. O que era? Nada menos que a notícia do novo console da Nintendo. Sim meu amigo... o famoso "Nintendo 64" ou como inicialmente foi chamado "Ultra 64". Imagina você com seus 15 anos lendo a notícia em meados dos anos 90: - NOVO CONSOLE DA NINTENDO SE CHAMA - ULTRA 64. Era de arrepiar!!! Só quem realmente viveu essa época sabe como esse nome - ULTRA 64 estremecia as rodas de conversas sobre games. Depois disso as revistas de videogames passaram sempre a comentar sobre esse novo console da Nintendo, em toda "santa edição", mas ao mesmo tempo nenhuma imagem era divulgada. Perguntas de como como ele seria? Se existiria um novo Mario? Como serial os gráficos?! Se rodaria jogos de Super Nintendo?! Giravam nossa imaginação e conversas de todo gamer daquela época... mas no final pouca coisa era revelada.

Bom, isso mudou justamente na edição Nº84 da revista Ação games e mais exatamente no final dela (aquela parte que dizia "NA PRÓXIMA EDIÇÃO!" que quase ninguém lia!) com o aparecimento da primeira imagem do ULTRA 64. Me lembro que saí correndo na hora que vi essa foto e fui mostrar para meu amigo. Foi empolgação a primeira vista! Vale lembrar que naquela época não existia praticamente internet e tudo que sabíamos era justamente pelas revistas, que também possuíam um atraso em relação as notícias que vinham do Japão e EUA. Depois dessa primeira foto o novo console da Nintendo virou notícia de capa em várias edições de revistas de videogame.

....................................Edição Nº84 da Ação Games com a primeira foto do ULTRA 64.

Pela primeira vez na TV vi o lançamento de um Videogame!

Fiquei muito tempo lendo sobre  ULTRA 64 e vendo suas fotos em revistas. Mas a primeira vez que vi ele (sem ser em foto!) foi na TV e no programa chamado StarGame que passava no Multishow. Assistia esse programa todos os sábados no apartamento de um amigo com outros 2 amigos. Esse apartamento aos sábados era uma "gritaria só" devido as partidas de games ou jogatinas de WAR (jogo de tabuleiro!). O apartamento ficava no 4º andar, mas quem passasse em frente do prédio ouvia tranquilamente garotos gritando ou rindo a tarde toda. Quando dava 18:30hrs a gente parava tudo e ligava a TV para assistir o StarGame, mas ao invés de risadas e gritarias um silêncio mortal se instalou nesse dia. Motivo? Logo na abertura do StarGame foi mostrado rapidamente algumas cenas de Mario 64 em exclusividade (indicando que teríamos uma reportagem sobre ele!). E ali sabíamos  que eramos os felizardos em ver na TV o Nintendo 64 pela primeira vez no Brasil. Acrediteee! Passar algo assim na TV pode parecer comum e bobo hoje, mas antigamente era algo para comemorar como uma conquista de Copa do Mundo. O programa começou e depois de algum minutos a matéria especial mostrou o Nintendo 64, seus controles inovadores e por fim o Mario 64... e todos aqueles garotos naquele quarto ficaram MUDOS e ARREPIADOS. E por acaso fazendo esse texto, acabei encontrando esse programa do StarGame lá no grupo do Facebook do StarGame. Você pode conferir abaixo:

Eu fiquei apaixonado por Mario 64 e ver aquele mundo 3D e com total liberdade de exploração. ERA DEMAIS! O silêncio permaneceu ali por uns 20 minutos e quando terminou o programa todos estavam de "bocas abertas" e só com um pensamento em comum: - Em ter o Nintendo 64. 


Meses Depois!

Meses depois desse programa ser visto o hype do Nintendo 64 só aumentava. Revistas não paravam de falar do novo console e todos queriam mais do que nunca joga-lo. Até que um dia fui passear no shopping Balneário da minha cidade natal (Santos-Sp) e para minha surpresa lá estava ele em uma loja chamada Viva Shop (Valeu por lembrar Wagner! Tinha errado o nome!). Naquela época não tínhamos noção exata de lançamentos como hoje, a gente vivia praticamente sem notícias, caso não comprasse revistas de videogame... e como não comprava todo semana ou mês a surpresa de ver o Nintendo 64 em uma loja foi ainda mais surpreendente.

..............Matéria do jornal Estado de SP sobre o lançamento do N64.

Meus olhos ficaram gigantes ao olhar aquele console ali e logo percebi que era a versão japonesa do Nintendo 64. Então pude imaginar que estar vendo ele ali era mais "exclusivo-sortudo", afinal quando vinha algo do Japão era exclusividade mesmo naquela época. Lembrando que console japonês foi lançado alguns meses antes do americano (julho de 1997 o Japonês e o Americano somente no final de Setembro de 1997). Não deu outra e entrei na loja e fui direto para onde o pessoal estava jogando... e fiquei ali vendo Mario 64 arrepiado. Engraçado que o pessoal não sabia jogar direito (ficava só ali na parte fora do castelo! acho que não sabiam que dava para entrar), mas mesmo assim todos ficavam de bocas abertas ao olhar aquele cenário magistral. Com tempo a loja foi ficando absurdamente lotada e todos paravam para olhar Mario 64. Quando saí da loja prometi que iria voltar no dia seguinte. E adivinha? No dia seguinte estava lá junto com meu amigo e marcamos de jogar 30 minutos de Mario 64.


Jogando Nintendo 64 pela primeira vez!

Inicialmente ficamos perdidos no castelo, no cenário fora dele e não sabíamos o que fazer (que mandou falar que os outros não sabiam jogar! XD). Até que esse amigo se lembrou do programa StarGame (citei acima!) e comentou que viu o Mario entrando em um quadro em uma sala, E lá fomos para única sala aberta, entramos nela e vimos um quadro e pulamos para dentro dele... e quando percebemos já estávamos jogando a primeira fase (Bob-Omb Battlefield) de Mario 64 e foi mágico. Posso dizer que os 30 minutos ali passaram como fossem 2 minutos e infelizmente terminamos nossa jogatina querendo mais. Mas no final nossas condições financeiras não eram favoráveis naquela época para jogar mais 30 minutos... não tínhamos dinheiro. Mas saímos dali felizes por ter nos maravilhados com aquele jogo.


Comprando Nintendo 64 com meu pai!

Era final de Setembro 1997 e Outubro estava chegando (Dia das Crianças!) e o lançamento de Mario 64 já tinha sido anunciado nos EUA e enlouqueceu 11 de cada 10 gamers do planeta. E para deixar ainda todos mais todos malucos o console foi lançado oficialmente no Brasil pela Playtronic. Então ver propagandas em revistas e na TV era algum comum nesse tempo e que deixava a gente cada mais sedenta por ter esse console. Por isso mesmo insisti muito para meu pai comprar esse console e depois de algum tempo de negociação.... ELE COMPROU! Meu pai era um cara fantástico! Ele trabalhava MUITO e o pouco tempo que ele tinha com a gente era justamente para curtir a família (praia, almoço e passeios!) ou nos proporcionar essa alegria de dar um presente fora do comum, ou melhor dizendo... com padrões financeiros altos. O preço do Nintendo 64 naquela época beirava praticamente os R$ 500,00 e isso em 1997 era uma fortuna.

....................................Valor N64 no lançamento! R$ 500,00!

Mas lá estava euzinho com meu pai na mesma loja que joguei a primeira vez Nintendo 64. O velho me comprou o Nintendo 64 e ainda junto o Mario 64. Vale lembrar que a Nintendo não colocou o cartucho junto com o console para quem comprasse, você tinha que comprar separadoe. Foi realmente caro comprar N64 perto do lançamento! E me lembro que me importava com isso, apesar de meu pai ter um pouco de dinheiro nesse época, acabava sempre me importando com as finanças em casa. Mas esses pensamentos não ficaram muito tempo na cabeça.. quando o vendedor abriu a caixa do N64 na minha frente em cima da prateleira da loja... esqueci de tudo! Meu pai pagou o vendedor com uma "hequezão" e em segundos coloquei o N64 embaixo dos braços e fui direto para casa.

......................................Mario 64 como vinha no lançamento!

Assim como aconteceu com o Super Nintendo, não me lembro do trajeto de volta para casa... nessas horas acho que devo ter entrado em um lapso temporal e por mais que tente não consigo lembrar de NADA. Única coisa que lembro é de jogar ele pela primeira vez na sala da casa da minha mãe.

Meu pai instalou o Nintendo 64 direitinho e foi ali que vi aquele rosto do Mario em 3D, que me encantou e encantou tantas outras pessoas e assim ficando marcado na memória. Me sentei ali no chão da sala e fiquei jogando e explorando aquele castelo como tivesse dentro do próprio jogo e meus pais ali me assistindo. Foi um daqueles momentos mágicos que você simplesmente imerge e esquece o mundo lá em sua volta. Engraçado que lembro que quando olhei ao meu redor já não tinha mais ninguém ali na sala hahahahaha XD. Tinham se passado horas e mais horas e não percebi o tempo passar e muito menos ver meus pais saindo da sala. Só agradeço eles...SEMPRE! OBRIGADO!!


Jogando Mario 64 até o dedo cair!

Eu tinha um outro amigo que também era aficionado por games no colégio, alguns dias depois ele comprou o Nintendo 64 (praticamente 1 semana depois), nisso nossas conversas eram voltadas em cima do N64. E como nos eramos os únicos com esse videogame no colégio inteiro, todos ficavam a nossa volta querendo saber mais e mais sobre ele. Vamos dizer que tinha virado o "centro das atenções do colégio" e para um garoto "mega-tímido"... isso era o MÁXIMO!

O tempo passou e fui jogando e me viciando cada vez mais em Mario 64. Eram praticamente todos os dias jogando e fazendo tudo direitinho para achar 120 estrelas. Eu me lembro que não fechei o jogo com 70 estrelas, me prometi que só iria fechar ele quando tivesse 120 estrelas (com 70 estrelas você podia enfrentar o Bowser na última fase!). E foi assim que sem revistas que acabei fazendo 120 estrelas em Mario 64... na PURA RAÇA. Vasculhei cada centímetro daquelas fases e conhecendo tudo e finalmente terminei o game com a maior satisfação possível fazendo 120 estrela. Mas mesmo fechando com 120 estrelas não queria parar por ali... eu tinha que descobrir mais segredos desse game. Eu fiz de tudo que podia: peguei todas moedas douradas possíveis, bati os recordes de pegar moedas do detonado da Super Game Power, subi no castelo sem canhão para saber se tinha algum segredo, vasculhei cada canto em busca de algo... mas infelizmente nunca encontrei nada que fizesse um "final diferente" (coisas de gamer!). Eu sempre tive essa mania de achar que os jogos tinham finais especiais ¬¬

SuperGamerPower Nº33 com detonado de Mario 64. No detonado tinha quantas moedas douradas tinha na fase. Fiz mais que a revista indicava em todas as fases e não aconteceu nada >.<

E depois de Mario 64?

Depois de detonar Mario 64 não tinha outra alternativa a não ser alugar jogos na locadora, afinal comprar qualquer outro jogo de N64 estava fora de cogitação devido aos preços. O primeiro jogo que aluguei foi Wave Race. Um joguinho de Jet Skis muito legal e depois comecei a alugar outros como:

  • Mario Kart 64
  • Hexen
  • Blast Corps
  • MRC - Multi Racing Championship
  • Internation Super Star Soccer
  • Goemon
  • Top Gear Rally
  • Mischief Makers
  • Aero Fighters Assalt
  • Robotron 64
  • Fighters Destiny
  • Yoshi Story
  • Killer Instinct Gold
  • Banjo Kazooie
  • Cruis´n USA
  • Extrem G-2E muitos outros.

Depois de um tempo alguns outros amigos já tinham Nintendo 64 e com isso acabei pegando jogos emprestados. O destaque fica por esses jogos que joguei MUITO:

  • Mario Kart 64
  • Blast Corps
  • Wave Racer
  • 007 Golden Eye

Vou dizer para vocês que eu simplesmente detonei esses jogos em todos os sentidos.

- Wace Race bati recordes que nenhum amigo conseguia superar.
- Blast Corps é um jogo horrível de ruim e mesmo assim fechei e acho que sou único cara no planeta que fez isso.
- Mario Kart 64 joguei até os dedos caírem.
- 007 Goden Eye são histórias que conto abaixo.

007 Golden Eye sem dúvida é um dos jogos mais aclamados de N64 e justamente um amigo tinha comprado. Não perdi oportunidade de encher ele para me emprestar. Com o TEMPO e MUITA insistência, ele emprestou e isso significava: - "sem prazo de devolução". Ao contrário das locadoras! Então minha missão era detonar esse jogo!

E vou dizer para vocês que fechei esse jogo em todos os níveis e isso inclui o nível "007 Agent" que era insanamente difícil. Inclusive no "007 Agent" existe a fase "Egyptian" , que você tinha que pegar a pistola de ouro (Golden Gun), ficava em uma sala cercada de metralhadoras e caso você pisasse em algum piso errado as metralhadores disparavam e matavam você na hora.

..............Golden Gun em 007 Golden Eye de N64.

Eu tentei milhões de vezes conseguir essa pistola, mas sempre morria no mesmo lugar ativando as metralhadores. Até que um dia eu resolvi pedir ajuda e ligar para o "Power Line" que era o serviço de ajuda telefônico aos jogadores da Nintendo no Brasil. Obviamente liguei escondido da minha mãe (conta telefônica iria ver alta!) e logo atenderam e perguntaram qual era minha dúvida. Depois de um tempo explicando qual fase no 007 não passava... ele pediu para aguardar. Demorou alguns minutos e incrivelmente ele me trouxe a resposta. Ele deveria ter isso anotado, porque descobrir isso na hora e no telefone era impossível. Desliguei o telefone e fiz todo o procedimento como ele falou e consegui finalmente pegar a pistola de ouro. Realmente tudo que podia em 007 e inclusive abrir os "cheats" de todas as fases que só eram abertas se você terminasse elas em um tempo determinado foi feito.

............................................................................Power Line Brasil!

E depois de tudo isso tenho que comentar de Mario Kart 64. Quem me conhece bem sabe que esse é o meu jogo predileto de todos os tempos e inclusive fiz um MEGA REVIEW contando tudo sobre esse jogo e caso você queria conferir é só clicar aqui. Mas voltando, joguei muitoooooooo Mario Kart 64, gostava tando desse game que acabei comprando o Diddy Kong Racing que achava que seria o sucessor do Mario Kart 64, mas passou longe disso.


Diddy Kong Racing não era Mario Kart 64!

Diddy Kong Racing foi um jogo que seguiu a temática de corrida com 4 jogadores e embalado no sucesso de Mario Kart 64, mas não chegou aos pés dele. Apesar de ter vários veículos para pilotar, vários personagens, diversas fases, itens e tudo mais.... ele pecava no aspecto carisma e diversão.

Eu acho o Diddy Kong Race muito "quadrado" e com muita falta de criatividade na hora das corridas e na questão diversão. No Mario Kart 64 a troca de posições, derrotas ou vitórias são sempre inusitadas e deixando o game maravilhosamente divertido... já o Diddy Kong Race isso não acontece e dificilmente vemos isso. Apesar de ter jogado muito ele na épocado lançamento, acabei me arrependendo de compra-lo (e olha que o preço era alto!) e acabei deixando de lado com um gostinho de arrependimento.

..........Diddy Kong Racing foi o segundo game que tive para N64.

O último jogo que joguei de N64 foi o The Legenda Of Zelda: Ocarina Of Time e que também foi emprestado. Um jogo maravilhoso, cheio de histórias, mundos abertos e tudo mais que vocês estão cansados de ouvir. Foi outro jogo que fiz praticamente tudo que podia: pegando todos corações, pegando a "Biggoron's Sword", todos os itens e cia. Me lembro que fiquei de boca aberta em ver aquela parte da "Deku Tree" e você entrando nela.

.......................................................................................Deku Tree!

 


O começo do fim!

O começo do fim do meu N64... até um pouco antes do "dia fatídico". Foi quando a Nintendo começou a sofrer com a sua decisão de escolher cartucho ao invés de CD para o N64. Enquanto o Playstation tinha cada vez mais jogos o N64 e se limitava com poucos lançamentos e isso refletia nas locadoras. A situação piorou com o "BOOM" da venda de jogos piratas de PSX. Enquanto certos amigos que tinham o PSX compravam 10 jogos por R$ 3,00 toda semana... eu tinha que me contentar em achar algo nas locadoras e onde praticamente já não existia nada de novo do N64

..............................................Venda de jogos piratas de PSX! Era muito barato!

Eu já tinha jogado praticamente os melhores jogos de N64 e ficava cada vez mais difícil conseguir algo na locadora... e sem contar aquela sensação de ver todo mundo jogando: Resident Evil, Ridge Racer, Street Fighter Zero, King Of Fighters e nada desses jogos surgirem no N64. Comprar um Playstation estava fora de cogitação na minha casa, devido a problemas financeiros... então o jeito era se divertir jogando o que tinha. E vou ser sincero, me divertia muito jogando Mario Kart 64 na casa dos amigos e até conseguimos juntar dinheiro e comprar 4 controles para ficarmos jogando todos juntos. Com o tempo o N64 foi ficando cada vez mais para trás em relação ao PSX, mas era o que tinha e continuava jogando ele mesmo assim.


O dia fatídico!

Era férias de fim de 1999 e era costume meus amigos e seus pais alugarem uma casa de praia e passaram alguns dias curtindo sol, videogames, praia e cia. Eu era sempre convidado e sempre aceitava, em meio a isso tivemos a ideia de levar meu N64 + 4 controles e obviamente Mario Kart 64 para ficarmos jogando na casa de praia. Foi tudo organizado e lá estávamos em Bertioga (Litoral de São Paulo) em uma casa perto a uma quadra da praia. Nesse embalo meu amigo acabou levando também o Super Nintendo, para curtir algumas partidas de Super Street Fighter 2. Me lembro ficamos lá jogando N64 e Snes nos finais de tarde, depois que o sol ia embora e já tínhamos aproveitado a praia o dia inteiro. Pois bem pessoal... em um desses dias no final da tarde lá estava eu, meus amigos e os pais deles na sala jogando quando infelizmente... dois ladrões armados entraram na casa. Sim, eles entraram na casa e nós renderam e começaram a levar tudo embora. Ele pediram para ficarmos no quarto trancados enquanto saqueavam a casa e nisso foi que levaram meu NINTENDO 64 embora. No momento do assalto só queria saber da segurança de todos, mas quando os bandidos foram embora e vi que todos estávamos seguros...  fomos ver o que eles levaram e que percebi que meu NINTENDO 64 já não estava mais ali.

..........Triste ver seu videogame sendo roubado!

Sem dúvida foi um dos momentos mais tristes da minha vida gamer. O N64 poderia até estar desfazado, sem jogos, perdendo feio para PSX, mas ainda sim ele era um videogame querido. No final fiquei sem ele, os jogos, controles e dali para frente foi um momento de "vacas magras" com videogames na minha. Como citei acima, minha família vinha com problemas de renda e comprar videogame se tornou algo bem complicado. Por sorte tenho grandes amigos e sempre envolvidos nesse mundo dos games... e assim pude em todas as gerações seguintes jogar alguma coisa ou outra na casa deles. Eu fiquei sem videogames (meus!) nas gerações PSX, Dreamcast, Saturno, PS2, PS3 e só realmente fui ter um novo com a comprar do XBOX 360.

Por isso que disse que essa foi "Minha Vida Gamer 4.5" (4,5!) porque infelizmente foi interrompida por essas circunstâncias de roubo. Mas tenho que dizer que o Nintendo 64 é um videogame inesquecível na minha vida e alguns anos atrás acabei comprando ele para deixar na minha estante e sempre lembrar dos bons momentos e espantar os ruins.

........................................................................................Nintendo 64 PARA SEMPRE <3

É isso pessoal! Fica aqui meu obrigado para quem leu até o final desse texto. E se quiser comentar ou gostou da proposta de comentar sobre "Vida Gamer" e quiser escrever e postar aqui no blog... pode falar comigo =)
Grande Abraço. Ivo.


Alugado na Locadora Resident Ivo #3 - Striker Gunner S.T.G


Jogando um dos jogos mais obscuros do Snes - Strike Gunner S.T.G.
Jogo legalzinho e fechando novamente na última vida e continue! O chato é que o jogo não tem final!


Mario Kart Double Dash - Review/Análise


Desde o lançamento de Mario Kart em 1992 para o nosso saudoso Super Nintendo a BigN já demostrava que essa franquia não iria morrer por ali. Ela justificou isso em 1996 com o lançamento do Mario Kart 64 (que você pode ler nosso review clicando aqui!) com 4 Players simultâneos, novos circuitos, muitas inovações e diversão. Na E3 do ano 2000, foi apresentada uma pequena demonstração do que poderia ser um novo Mario Kart, junto com o anúncio do novo console da Nintendo chamado – Game Cube.

Mas o tempo passou e uma nova franquia de Mario Kart só foi aparecer no consagrado GBA, em julho de 2001, com o nome Mario Kart: Super Circuit, que apesar de ser super divertido, não supriu as expectativas que os fãs mais fervorosos da BigN esperavam um novo MK. Também em 2001 foi lançado o Game Cube e as “fofocas” sobre um novo Mario Kart estavam abertas. O que teríamos de novo? O que a Nintendo poderia fazer de diferente do N64? Melhores gráficos? Mais diversão? 2001 e 2002 se passaram, onde ocorreram os anúncios de grandes jogos como o novo Zelda (Wind Waker), Mario (Sunshine) e Metroid (Prime). Mas e o nosso querido Mario Kart? Nadaaaaaa era anunciado!

Assim começaram a surgir boatos que “a casa de ideias da Nintendo” em relação a Mario Kart estava estagnada e que nada mais iria surgir, frustrando os fãs da famosa série, inclusive deste que vos fala. Mas eis que a E3 de 2003 chega e a Nintendo pega todos de surpresa anunciando o tão esperado novo Mario Kart, revelando para todos que ele não seria apenas “um típico Mario Kart” e sim algo novo, com muitas inovações, novos gráficos, itens, pistas, personagens, deixando todos boquiabertos. Então, meu caro amigo, quer relembrar desse game? Matar a saudade? Saber muito mais sobre ele? Então venha com a gente e confira tudo sobre o incrível Mario Kart Double Dash de Game Cube.

Ps: Avisando novamente, galera! Daqui para frente irei me referir ao Mario Kart Double Dash como MKDD. E não me venha com essa de que MK é Mortal Kombat, hein! =P Apesar que Mario Kart faz você querer dar “Fatalities” em seus amigos às vezes.


A demonstração final do novo Mario Kart com o sub-título Double Dash foi realizada em 2003, na famosa e consagrada E3. Como o próprio nome intitula: Double (Dois) e Dash (Corrida), significava que você iria controlar dois corredores em seu kart, um dirigindo e outro atirando os itens. Esses dois personagens podem ser controlados pelo Player 1 (ao mesmo tempo) ou formando dupla com o Player 2. Exemplo: O Player 1 controla o Mario que dirige o kart e o Player 2 controla o Luigi que é encarregado de atirar os itens, podendo trocar essa ordem a qualquer momento da corrida. A descrença gerada nos anos anteriores pela demora de um novo MK foi totalmente apagada, quando as primeiras imagens do game foram vistas. Leia o comentário citado por Tom Bramwell, que era o correspondente da IGN na E3 de 2003.

 “Visualmente o jogo é absolutamente lindo. Estávamos céticos sobre as primeiras “screenshots”, mas como acontece com praticamente  qualquer game da Nintendo esses dias, na primeira vez que vimos tivemos que bater palmas. A primeira coisa que chama a atenção é a definição de tudo e logo depois a clareza, texturização, o framerate suave e um nível de detalhes que reconhecidamente deve muito às HDTVs que estávamos jogando.  E todos os personagens tem lindas animações individuais.”

Em novembro do mesmo ano MKDD foi lançando e trazendo uma campanha de marketing forte que se estendeu em revistas e comerciais de TV. Você pode conferir esses comerciais (de vários países) no vídeo abaixo. Alguns são hilários! MKDD foi o segundo game mais bem-sucedido do Game Cube com 7 milhões de cópias vendidas.


Você conhece o termo “Esse jogo envelheceu bem?!” Sempre digo isso para MKDD! A Nintendo caprichou nos gráficos com vários detalhes nos cenários que por muitas vezes passam desapercebidos em meio as corridas cheia de bananas, cascos, estrelas e tudo mais. Se você é um gamer curioso, aconselho a correr devagar vendo o cenário e percebendo detalhes engraçados e interessantes nas pistas. Mas voltando aos gráficos, lembro de ficar de boca aberta em ver a evolução gráfica do MK64 para MKDD, principalmente devido às cores que são um show a parte em jogos da Nintendo. Outro fator importante é a interatividade do cenário nas corridas, algo que acontecia poucos nas versões anteriores (lembra das pedras caindo na Choco Mountain em MK64?). Já na versão Double Dash isso foi implementado com maestria, temos desde vulcões jogando pedras, dinossauros na pista, carros, caminhões, centopeias, canhões que te arremessam e fazem voar, e muito mais. Ah sim! Vale lembra que várias pistas possuem MUITOS caminhos secretos ou rotas alternativas (muito mais que nas versões anteriores!) e isso torna o jogo mais divertido ainda.
Sobre o desenvolvimento do game, a equipe queria muito que Mario Kart Double Dash tivesse uma jogabilidade que fosse apreciada pelos jogadores novos e veteranos da série. Essa foi uma das tarefas mais difíceis na criação do game e de acordo com o diretor principal Kiyoshi Mizuki a premissa era que a jogabilidade teria que ser o mais simples possível. Foi exatamente isso que aconteceu, e independente de você ser um veterano ou novato na franquia, você pegará o jeito fácil e irá se divertir demais, um fator super importante quando você chama aquele amigo novato para jogar com você. Outro fator legal nesse game são os “drifts”, que já existiam no MK64, e continuam nesse game, auxiliando e muito na hora de fazer curvas sem perder velocidade, escapar de itens nas pistas, e ainda ultrapassar seus adversários em grande estilo. Na produção do game também existiu uma “pitada” da mão do Shigeru Miyamoto: ele foi responsável por várias ideias, mas deixou bem claro que a decisão dos gráficos seria de total escolha da equipe de produção: Kiyoshi Mizuki, Yasuyuki Oyagi, Futoshi Shirai e Daiji Imai, que mandaram muito bem por sinal.


Bom galera, a minha história com Mario Kart vem desde o Nintendo 64, como comentei no review que fiz (que você pode ler clicando aqui!). E quem me conhece, sabe o quanto gosto dessa franquia e que nunca me canso de jogar, mas como todo bom gamer daquela época (e de hoje também!) que passava horas conversando sobre futuros lançamentos, eu sempre queria saber como seria a nova versão do Mario Kart e se ela seria melhor que a anterior. Só em 2003 que começamos a ter notícias de um novo Mario Kart e me lembro de ter lido as informações nas revistas da época. Rapidamente a notícia se espalhou entre meus amigos, que ainda jogavam MK64 e nisso nasceu uma “ideia maluca”. Quem seria o primeiro “perdedor” no Mario Kart Double Dash? Sim, se existe algo que cria competitividade entre meus amigos, seus amigos e todos os amigos do planeta… é Mario Kart. Por várias vezes vi Mario Kart transformar amigos em inimigos mortais… hahahahaha! Com você acontece o mesmo amigo? Escreva aqui nos comentários =)

Voltando, a ideia de quem seria o primeiro perdedor foi crescendo e todos firmaram um acordo: que o primeiro “perdedor” no novo MK seria zoado e gravado em vídeo. Galera, posso dizer que ser o primeiro “perdedor” em Mario Kart com meus amigos é tão vergonhoso quanto:

– Sair do banheiro do seu colégio ou trabalho com papel higiênico preso no pé e todos verem!
– Pisar no cocô do cachorro e escorregar com uma multidão de pessoas te olhando!
– Almoçar e sair com um pedaço de feijão entre os dentes e ir em algum encontro amoroso!
– Sua calça rasgar na parte de trás  justamente em uma entrevista de emprego!
– Ir pela primeira vez na casa do sogro ou sogra e entupir a privada!
– Bater o seu carro em um barraca de frutas e todos os moradores em volta ficarem te olhando (eu já fiz isso!)!

Mas voltando novamente, em 2003 o jogo foi lançado e uma semana depois meu amigo comprou Mario Kart Double Dash com mais três controles. E lá estávamos todos reunidos em frente a TV, e nem preciso dizer que babamos nos gráficos do jogo quando ligamos o console. Vimos uma evolução tremenda da versão de N64 para Game Cube, mas isso foi só por alguns minutos, o que realmente interessava era “QUEM SERIA O PRIMEIRO PERDEDOR DO MKDD?” A corrida iria começar e eu estava jogando com a Peach, tinha lido na revista que o especial dela era a melhor defesa (Claro! Eu li antes uns macetes na revista para não perder a corrida!) e saí a frente logo no começo, enquanto isso meus amigos estavam lá atrás (se matando!) e tudo parecia tranquilo… Passei a primeira volta em primeiro e a segunda também e praticamente estava comemorando minha vitória e preparando a “zoera eterna” para o perdedor (tudo sendo gravado em uma câmera!) até que na última curva algo aconteceu. Sim, você deve imaginar o que aconteceu!? Um casco azul me pegou e com isso um verdadeiro NOCAUTE de cascos, raios, atropelamentos, batidas e tudo que você possa imaginar foi jogado no meu kart. Caí de primeiro, para segundo posição e logo depois para terceiro e finalmente quando estava me recuperando o Player 4 que era meu amigo me ultrapassa perto da linha de chegada… e perco a corrida…

Sabe quando você vê a vitória e ela escorrega por suas mãos como areia? E fica com cara de tacho!? Pois bem meus amigos, essa foi a sensação… Nem preciso dizer que fui zoado por horas e horas com isso. Mas antes que me pergunte, isso me aborreceu? Nada! Foi MUITO DIVERTIDO e lembramos até hoje sobre essa corrida. Vale lembrar que isso de “perdedor” virou tradição e continuou em Mario Kart Wii e agora em Mario Kart 8, mas esses eu não perdi =) Desse dia para frente sempre paramos para disputar uns rachas nos circuitos maravilhosos e divertidos de MKDD, e inclusive, tenho opinião CLARA sobre ele em relação a versão de Wii, mas isso vou escrever mais abaixo na parte de críticas..


Bem, já falei sobre a premissa de times, onde jogamos com 2 personagens de uma vez em single ou 2 players cooperativo, e isso permite coisas do tipo:

– Você e seu amigo podem revezar em pistas de modo pilotar quem tem mais habilidade
– Revesar itens a qualquer momento com o segundo personagem
– Guardar um item para atirá-lo no melhor momento
– Se concentrar em apenas uma tarefa: atirar ou pilotar

Além disso, cada personagem tem um especial (você vai ler isso na parte “itens” logo abaixo!) e você os consegue através de itens que pegamos durante a corrida. Por exemplo: O Mario tem o especial de bolas de fogo e a Peach o de escudo de corações que protegem ela contra ataques dos adversários ou itens jogados na pista. E também não podemos esquecer que agora cada time tem suas características próprias de karts (médios, pesados, leves, aceleração inicial rápida, aceleração final alta, faz melhores curvas e cia), o que torna tudo mais competitivo (ou não!).

“Os Marios”
Personagens: 
Mario e Luigi
Tipo de Kart: 
Médio
Escolha: Os clássicos irmãos Mario. Para jogadores indecisos em qual personagem escolher.

 

“As Ladys”
Personagens: 
Peach e Daisy
Tipo de Kart: 
Médio
Escolha: Para os estrategistas em MK! Muito similares ao Mario e Luigi, o que diferencia é o veículo. Ótimos especiais para proteção!

“Yoshi & Birdo”
Personagens: 
Yoshi e Birdo
Tipo de Kart: 
Médio
Escolha: Yoshi e Birdo! Ideal para quem adora personagens fofinhos (namoradas de plantão!)

“Os Bebês”
Personagens: Baby Mario e Baby Luigi
Tipo de Kart: 
Leve
Escolha: São personagens leves, fáceis de dirigir e fazer curvas nas pistas. Ideal para quem é novatão em MK.

“Koopa Tropa”
Personagens: Koopa e ParaTroopa
Tipo: 
Leve
Escolha: Eles seguem o mesmo estilo do Babys Mario, leves porém com velocidade final fraca. Especiais super apelões!

“Os Macacos”
Personagens: Donkey Kong e Diddy Kong
Tipo de Kart: 
Pesado
Escolha:  Uma das melhores duplas para jogar MKDD. Para quem adora a dupla de macacos mais malucos dos vídeos games!

“Família Bowser”
Personagens: Bowser e Bowser Jr. 
Tipo de Kart: 
Pesado/Leve
Escolha: Para quem curte os vilões prediletos do mundo “Mario Bros” e adorava suas “maldades”. Toma o casco do Bowser na cara!

“Wahhh!”
Personagens: Waluigi e Wario 
Tipo de Kart: 
Pesado
Escolha: Esses são fraquíssimos em velocidade inicial, mas são ótimos para bater nos carros adversários e roubar os itens. Ladrões natos!



Personagens: King Boo e Petey Piranha
Tipo de Kart: 
Pesado
Escolha: Sãos personagens secretos e abertos quando você completar o “Mirror Mode”.

 

Personagens: Toad e Toadette
Tipo de Kart: 
Leve
Escolha: Sãos personagens secretos e abertos quando você completar todas as copas em 100cc.

Existem cinco modos de jogo disponíveis em MKDD e são eles: Grand Prix, Time Trial, Co-op Gran Prix, Versus Gran Prix e o Versus Battle.

Grand Prix: Este modo possui um campeonato com quatro pistas de três voltas em cada. Os campeonatos são: Mushroom Cup, Flower Cup, Star Cup ou Special Cup e ainda o extra All Cup Tour que só é aberta quando completar todas os campeonatos primeiro lugar. Dentro dos campeonatos é possível escolher as cilindradas: 50cc, 100cc e 150cc e quando todas são completadas é aberto o modo Mirror Mode, que são justamente todas as pistas ao contrário (a All Cup Tour Mirror é de cair os cabelos!).

Time Trial: O clássico modo de tempo está presente para você garantir suas melhores voltas e recordes. Você joga sozinho e terá apenas dois turbos para serem utilizados nas três voltas. Você também tem a opção de correr contra um personagem “fantasma”, que nada mais é que você na última vez que jogou e marcou o seu melhor tempo que é salvo no Memory Card.

Co-op Gran Prix: Uma das grandes novidades de Mario Kart Double Dash: você pode jogar com seu amigo em apenas um kart, por exemplo: você dirigindo e seu amigo atirando itens e podendo trocar essas posições a qualquer momento do jogo. Também é possível jogar em 4 Players, 2 em cada kart dividindo a tela, deixando o jogo mais frenético ainda. Imagina você e seu irmão em um kart e no outro seu pai e sua mãe? A guerra está declarada! E tudo isso com o computador também jogando junto! Vale lembrar pessoal, que caso você não tenha 4 Players é possível poder jogar com 3 Players, 2 Players ou sozinho e podendo escolher a opção de como vai ficar a divisão dos karts.

Versus Gran Prix: A mesma coisa que o Co-op Gran Prix. Pode jogar até 4 Players, dividindo a tela e tudo mais, mas a diferença é que nesse modo você apenas joga entre amigos e não mais com o computador. Batalha só fica entre os “Players” mesmo.


Existe agora três modalidades de Battle Mode, e são elas:

Balloon Battle: Dois a quatro Players competem em pistas fechadas. A intenção é acertar seu adversário e tirar os três balões que ele possui. Quem destruir todos os balões dos adversários e sobreviver no final é o vencedor.

Shine Thief: Onde temos de apanhar e proteger o “Shine” (e se não o tivermos temos de atacar quem o possui para rouba-lo!). Ganha quem ficar com ele até o tempo acabar.

Bob-omb Blast: Você possui um arsenal de bombas para usar, criando um autêntico cenário de guerra e com os competidores tentando destruir os adversários.
Ps: Em todos os modos é possível jogar em duplas, sozinho e cia.

As arenas no Battle mode são:

Cookie Land: Arena circular em um formato de um Cookie. Dividida em uma parte interna e externa, mas que faz você sempre dar de cara com os adversários.
Block City: Arena quadrada com 4 blocos dentro dela. Outra que faz você sempre dar de cara com os adversários.
Nintendo Game Cube: Essa arena é muito legal! Ela é o formato do próprio Game Cube e totalmente aberta e sem qualquer lugar para se proteger. Prepare-se para tomar cascos!
Pipe Plaza: Uma arena de Skate?! Ela tem dois andares e túneis que te jogam em lugares diferentes na pista. Ótimo para escapar de inimigos e itens que estão na sua cola!
Luigi’s Mansion (Desbloqueável): Um castelo com várias entradas subterrâneas e andares superiores. Fase muito legal e umas das mais emocionantes do Battle. Você desbloqueia ela quando ganha o troféu de ouro na Mushroom Cup em 150cc.
Tilt-a-Kart (Desbloqueável): Uma arena que nada mais é que o Mario pixelado nos tempos do 8 bits. Vale lembrar que os itens caem do céu nessa pista. Você desbloqueia quando consegue o troféu de ouro na Flower Cup no Mirror Mode.


As músicas de Mario Kart Double Dash são outro ponto forte do jogo e da série (e qual não é?!). A trilha contém uma grande seleção de músicas que novamente se mesclam com os gêneros das fases e que ainda contam com a qualidade de áudio CD, o que não ocorria no N64. Tudo foi composto novamente pelo genial Kenta Nagata, e se você não o conhece (hora de conhecer!), ele “só fez” as trilhas sonoras: Super Mario 64 (DS), Mario Kart 7 (Wii), Mario Kart 64 (N64), New Super Mario Bros (Wii) e Mario Kart 8 (WiiU). A trilha traz novamente temas “energéticos”, outros “suaves”, “bem-humoradas” e alguns “mais pesados”,  e a melhor prova de que ela é maravilhosa, é que mesmo você jogando várias e várias vezes  (e isso ocorre muito em MKDD!), você não se enjoa de ouvi-las. Mas e você leitor?! Qual sua trilha sonora predileta de todos MK? Eu ainda fico com o N64, apesar de MK8 e MKDD terem uma trilhas sonoras fantásticas.


Nem só de alegrias vive o Mario Kart Double Dash! Eu sei que as vezes é difícil fazer críticas de um jogo que simplesmente só vive de elogios, mas isso não acontece aqui na Locadora Resident Ivo, por mais que você venha atirar cascos azuis em mim. 1) Um dos fatores mais comentados para alguns jogadores é justamente um ponto de desiquilíbrio entre os karts. Se você é um veterano em Mario Kart, logo percebe que existem alguns personagens que possuem muitasvantagens devido aos seus karts. Isso vai influenciar quando você jogar com pessoas novas ou que pouco jogaram, criando um desestimulo a continuar jogando por parte dos novatos. Aconteceu muito comigo na época em que eu apresentava o game para amigos que não eram os que já jogavam comigo (viciados!). Essa diferença não ocorria muito nas versões anteriores. 2)Lembram do item fantasma? Ele não apareceu nesse jogo! Pode até ter passado desapercebido para alguns, mas para grande maioria que adorava roubar raios e estrelas dos amigos e caiam na risada, acabou sendo uma grande perda. E vamos ser sinceros, essa versão tem muito mais itens que o MK64 e seria muito divertido roubar aquela estrela ou especial do seu amigo. 3) Assim como comentei no no review do MK64 e o quanto é chato jogar Single-Player depois de um tempo, o mesmo ocorre em MKDD. Jogar sozinho é meio frustante e dependendo da cilindrada a coisa fica mais monótona ainda. Você só vai conseguir um pouco de desafio no modo 150cc. Com isso reafirmo que Mario Kart continua sendo uma experiência 90% Multiplayer e 10% Single-Player. 4) Apesar de MKDD abrir a possibilidade de conseguir novos carros e personagens, achei que são muito poucos para um console como o Game Cube. Acredito que poderíamos ter mais pistas secretas, customizações nos karts e personagens secretos. Outro fator são as poucas arenas no modo Battle. Isso a Nintendo pecou muito! São apenas quatro arenas e mais duas secretas. Poxa Nintendo! Poderia ter colocado pelos menos umas oito arenas, né?!

Mas apesar disso tudo, amigo, Mario Kart Double Dash é fantástico de jogar e digo aqui para vocês (Quem discordar! Escreva nos comentários! ) que PARA MIM, veja bem, PARA MIM ele é MUITO melhor que a versão de Wii. Se você tirar a opção “ONLINE” do Mario Kart Wii, ele não passa de um Mario Kart “normal” sem inovações. O MKDD possui muito aquelas “reviravoltas” no último segundo, isso torna o jogo emocionante. Já na versão do Wii, isso “quase” não acontece, caso você fique em primeiro e abrir um distância, a probabilidade de acontecer algo que faça mudar de posições e deixar tudo mais emocionante é pouca perto das outras versões. No MK7 isso já mudou um pouco, não é intenso como no MK64 e MKDD, mas voltou a ter essas “emoções” de posições e que tornam o jogo muito divertido. Eu e meus amigos chegamos ao ponto de depois de algum tempo de jogar a versão de Wii, pararmos e voltarmos a jogar a versão de Game Cube.


Casco Azul – O clássico e destruidor  “Casco Azul” ou “Casco da Morte” está de volta e correndo toda a pista até acertar o primeiro colocado. Cuide-se!

Cogumelo. O turbo do MK, que auxilia o jogador a ganhar maior velocidade. Continua ajudando a cortar caminho e agora também a bater nos adversários e roubar seus itens.

Cogumelo Triplo. Tem a mesma função do turbo normal, só que você pode utilizá-lo três vezes.

Item Falso. Tem a mesma aparência de um item real, mas o “?” está ao contrário “¿”. Agora ele está mais fácil de ver e não se confundi tanto como em MK64.

Estrela. Deixa o piloto mais rápido e invencível, e agora além de bater no adversário é possível roubar seu item. Então fuja!

Raio. Este item deixa todos os adversários pequenos como no MK64 e ainda pode pisar neles. O meu lema quando pego ele é: “Não basta atirar tem que pisar!”

Casco Vermelho. Os chatos, destruidores e teleguiados cascos vermelhos continuam. Não é possível mais segura-lo na traseira do kart servindo de proteção como em MK64.

Casco Verde. Clássico casco não teleguiado para acertar os adversários. Pratique sua mira!

Bananas. As clássicas e irritantes bananas estão de volta e agora piores do que antes. Esquece aquele esquema de passar em cima dela e apertar freio para não rodar (que era feito no MK64), agora se você “passa nelas vai escorregar na certa”.


Bolas de Fogo (Mario e Luigi). Um conjunto de cinco bolas de fogo vermelhas (Mario) ou verdes (Luigi) e capazes de ricochetear nas paredes. Elas podem ser jogadas para frente ou para trás. Esse especial também é ótimo para destruir itens jogados na pista como: bananas, cascos, itens falsos etc.

Corações (Princess Peach e Princesa Daisy). Um par de corações que circundam o kart e absorvem o impacto de qualquer item que colidir com ele, com a exceção do: Chomps, Casco Azul, Estrela e Raio. Se usado corretamente os pilotos também podem absorver itens que caíram na pista e usá-lo contra os outros jogadores. Os corações não têm limite de tempo, embora como existam apenas dois corações, apenas dois itens podem ser absorvidos.

Ovo do Yoshi e Birdo (Yoshi & Birdo). Um ovo verde (Yoshi) ou rosa (Birdo). Eles funcionam  semelhante a um casco vermelho, perseguindo o adversário e batendo nele. Após acertar o adversário, estes ovos deixam aleatoriamente três itens que podem ser: Bananas, Casco Verde, Cogumelos, Estrela ou Bomba.

Chomp (Baby Mario e Baby Luigi). Uma enorme corrente com o Chomp na frente e que quando convocada aumenta a velocidade do kart freneticamente por um determinado período de tempo, enquanto o Chomp bate em outros outros karts fazendo  seus itens caírem no chão.

Casco Triplos (Koopa & Paratroopa). Três cascos, seja verde ou vermelho, que podem ser usados ​​para detonar outros karts. Uma verdadeira máquina de tiros!

Banana Gigante (Donkey Kong e Diddy Kong). Bananas gigantes que podem ser jogadas para frente ou para trás e ficam na pista até um kart colidir nelas. São especiais que irritam os adversários se colocados nos lugares certos. Azar de quem passar em cima!

Casco de Bowser (Bowser e Bowser Jr.). Casco do Bowser que destrói tudo na pista como: itens, karts e cenário. Se acertar os adversários faz os itens que tiver segurando caírem no chão. Em certas pistas é impossível desviar dele como na do Baby Mario.

Bob-omb (Wario e Waluigi). Quando usado o Bob-omb permanece na estrada até que um kart bata nele ou exploda (explode em 5 segundos!). Ele pode ser jogado para a frente ou para trás cheio. Um dos piores especiais do jogo e que na maioria das vezes só acerta você mesmo!

Cogumelo Dourado (Toad e Toadette). São os famosos cogumelos dourados que dão turbos infinitos por um determinado tempo.

Aleatório (King Boo e Petey Piranha). Os especiais deles são aleatórios! Você pode pegar o especial e de outro personagem do jogo.

Casco de Bowser (Bowser e Bowser Jr.). Casco do Bowser que destrói tudo na pista como: itens, karts e cenário. Se acertar os adversários faz os itens que tiver segurando caírem no chão. Em certas pistas é impossível desviar dele como na do Baby Mario.

Bob-omb (Wario e Waluigi). Quando usado o Bob-omb permanece na estrada até que um kart bata nele ou exploda (explode em 5 segundos!). Ele pode ser jogado para a frente ou para trás cheio. Um dos piores especiais do jogo e que na maioria das vezes só acerta você mesmo!

Cogumelo Dourado (Toad e Toadette). São os famosos cogumelos dourados que dão turbos infinitos por um determinado tempo.

Aleatório (King Boo e Petey Piranha). Os especiais deles são aleatórios! Você pode pegar o especial e de outro personagem do jogo.


Mushroom Cup

Luigi Circuit: Praticamente um “oito” com rampas, turbos no chão e curvas. Por essa pista ter o formato de um oito os pilotos podem se ver indo e vindo na corrida. Uma corrente Chomp está localizada na entrada perto da primeira curva e se você se aproximar muito será atingido. Uma das pistas mais fáceis de jogar MKDD e altamente recomendada para iniciantes.

Peach Beach: Essa pista começa em uma rua de paralelepípedos que se parece com Delfino Plaza, mas logo depois você passa por uma praia e também um porto com um navio e um cruzeiro que podem ser vistos de perto. No guia oficial MKDD diz que esse  cruzeiro pertence à Peach.

Baby Park: Uma pista oval e simples no qual é o curso mais curto e maluco do MKDD. Como o nome indica, o curso ocorre em um parque de diversões, incluindo vários elementos da série Yoshi. Aqui os itens atravessam as pistas te acertando. Os retardatários que você dá uma volta também podem te atingir e mudanças de posição são constantes ao ponto de você perder posições na corrida em questão de segundos. Uma das minhas pistas prediletas do MKDD.

Dry Dry Desert: Essa pista é baseado no game Paper Mario. A pista se localiza em um deserto e contém muitos elementos egípcios como pirâmides e obeliscos que mostram imagens do Mario e seus amigos. Existe partes como areia movediça que puxam os karts para o fundo do poço, onde uma grande Piranha Plant os devora. Uma pista bem divertida de jogar e que te deixa dentro do clima “desértico”.


Flower Cup

Mushroom Bridge: Uma pista que acontece em uma estrada de sentido único e perto da costa. Os karts compartilham a estrada com veículos normais e lentos, que podem atrasá-lo caso colida com eles. No começo e final dessa pista existe uma ponte, nela você pode subir pelas laterais que possuem turbos, mas você tem que ter muita habilidade para subir nelas e não cair no mar. Aposto que você tentou fazer isso?!

Mario Circuit: Um  circuito que rodeia o clássico castelo da Princesa Peach, com todos os detalhes que envolvem o mundo do Mario Bros. Mas tome cuidado com as Piranhas Plants no final da pista, elas podem fazer você perder a corrida em questão de segundos e na última volta (como eu perdi corridas por causa delas!).

Daisy Cruiser:  Um navio cruzeiro com vários andares. Ele possui tem uma sala de jantar com mesas que funcionam como obstáculos, uma grande piscina na parte inferior, escadas e corredores estreitos e perfeitos para jogar bananas no chão. Também existe um buraco no navio que te leva a um porão com uma abertura de ar gigante.

Wario Stadium: Um circuito que carrega a lembrança do Wario Stadium de MK 64. Os obstáculos incluem Piranha Plants e Lava Bubbles. A música que toca nessa pista é a mesma do Wario Coliseu. O público que assisti a corrida e fica nas arquibancadas inclui personagens clássicos da Nintendo como: Toads, Boos, Shy Guys, Koopa Troopas, Snifits e Donkey Kong Jr. O público também  participa gritando ou lamentando se o jogador é atacado.


Star Cup 

Sherbet Land: A famosa pista de gelo do MK64 voltou em MKDD, mas acontece em um lugar diferente. Shy Guys patinando e gelos na pista são constantes e vão testar suas habilidades de pilotagem e desvio com seu kart. Essa pista reaparece em Mario Kart 8!

Mushroom City: Uma pista que simula as ruas de uma cidade com vários cruzamentos, mas que levam ao mesmo ponto. O curso acontece durante a noite e os perigos presentes na cidade são: carros, caminhões, ônibus, centopeias e Bob-omb Cars. Na pista às vezes é possível encontrar Mushroom Cars, que caso você os toque, vão jogar cogumelos na pista para você utilizar.

Yoshi Circuit: A pista tem o formato do Yoshi, tornando-se a única pista na série MK moldada com um personagem jogável. Essa pista é repleta de curvas, incluindo uma particularmente acentuada que fica localizado na “cauda” do Yoshi. Há também muitos Piranha Plants nos lados da estrada, pegando os pilotos desavisados.

DK Mountain: O pista acontece no meio da selva que possuí dois vulcões ativos. A melhor parte  (e umas das melhores de MKDD!) é que no centro existe um canhão gigante que te arremessa para os vulcões ativos (você fica voando!). O curso é repleto de perigos, curvas apertadas e um terreno irregular onde fica difícil de controlar o seu kart. Cuidado!


Special Cup

Wario Colosseum: É o curso mais longo do jogo e um dos mais difíceis. Pistas com os temas do Wario são cheias de curvas, abismos e dificuldade que testar suas habilidades “MarioKartistas” o tempo todo.

Dino Dino Jungle: A pista está localizado em uma selva pré-histórica, com canyons, um lago e muitos dinossauros (que andam na pista). Inclusive um dos obstáculos no curso é o grande dinossauro Apatosaurus (Sim! Fui procurar o nome dele!) no meio da pista. A pista também possuí dois gêiseres no final que vão com certeza fazer você perder muitas e muitas corridas.

Bowser’s Castle: Outra fase clássica do MK e como sempre umas das mais difíceis. Thwomps vão tentar esmagá-lo, caminhos podem confundir você, curvas fechadas que te jogam na larva e muito mais. No trecho final do curso existe uma estátua de Bowser que atira bolas de fogo nos karts que se aproximam.

Rainbow Road: É a última pista do MKDD. A parte final da música é um remix do tema Rainbow Road de MK64.


Mario Kart Double Dash foi uma evolução digna de MK64. Um game que eleva a diversão com seus “amigos do lado” sempre. Em tempos de games que só focam em jogatinas online e cada vez afastam aquele seu “amigo Player do seu lado”, esse game revive a diversão dos apreciadores de games com amigos não importando console, época, idade, empresa, personagens, gráficos e tudo mais. Assim como MK64 que abrilhantou a jogatina em quatros jogadores,  Mario Kart Double Dash não deixou para menos e evoluiu a experiência. Posso dizer que sou um apaixonado por MK64 e sempre será meu jogo predileto, mas MKDD não deixa por menos e traz  muita diversão e fica fácil coloca-lo no meu TOP 10 de jogos eternos. E se você não teve a oportunidade jogar esse game… Corra! Faça isso agora! É um game que não envelheceu em vários quesitos e inclusive em diversão.

Espero que tenham gostado do Review pessoal!

E não deixem de comentar logo abaixo! Grande Abraço! Ivo.