198X - Homenagem aos gamers dos anos 80/90

 

Fala galera! Tô de volta e desta vez sobre um joguinho que foi uma grata surpresa. Hoje estou aqui para falar de 198X. Bora lá!


A descoberta! 

Tempos atrás surgiu um trailer de um game em um grupo de amigos que participo no Whatsapp. Com isso acabei me deparando com 198x. No início pensei que era apenas um Beat ’em Up como os clássicos Final Fight e Street Of Rage, mas no final acabei sendo enganado.

Na verdade o jogo começa como um Beat ’em Up bonitão e com tudo que remete aos clássicos desse gênero: boa jogabilidade, inimigos clássicos como punks, fortões bombados, malucas com facas, frangos no chão, cabines de telefone para socar e tudo mais.

Mas ao terminar o final da primeira fase desse Beat ’em Up inicia-se uma narração da protagonista (chamada de "Kid") falando sobre sua vida antes, quando vivia em fliperamas, locadoras, amigos de jogatina, super-heróis, games e mais games e depois sobre a sua vida de adulto (como se sente agora!) no bairro onde mora chamado "Suburbia".

Em uma rua vazia onde na entrada existe um letreiro em neon piscante é que se passa a nossa história. Um mundo com vários mundos, várias pessoas/tribos, um local que não era para crianças, mas que reunia elas e tantos outros. Lembrou de algo? Certeza! Estamos falando de um fliperama que fez a minha e alegria de muitos gamers no passado.


Os Jogos!
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Aqui Kid joga 5 tipos de jogos. Todos os jogos são muitos bem feitos e remetem de algum modo a infância de quem cresceu com com videogames nos anos 80-90. Esse jogos são:

Beating Heart: Beat ’em Up citado no começo do texto.

The RunAway: Jogo de corrida clássico ao melhor estilo Top Gear.

Out of the Void: Um Shoot ‘Em Up clássico ou como chamávamos: "Jogo de Navinha".

Shadowplay: Side Scroller de ninja, ao estilo de ação e plataforma como os clássicos Ninja Gaiden e Shinobi.

Killscreen: Um RPG bem antigo com labirintos ao estilo Phantasy Star de Master System.


A intenção do jogo não é só jogar esses jogos citados acima, mas intercalar com a narração de Kid, comentando sobre sua infância jogando games, assistindo desenhos, indo com o pai na locadora, jogando com amigos vários games... como tudo era naquela época e infelizmente se perdeu com o tempo. 

É nessas narrações que acabamos nos envolvendo com o game. O que Kid fala acaba remetendo as nossas lembranças e principalmente nós que vivemos e crescemos nos anos 80-90 com videogames. Posso dizer que me envolvi mais nisso que propriamente jogando os games.

 

O único problema nesse jogo é a duração. Ele é curtinho e dura de 1h à 1h30 de jogatina. Eu queria muito mais quando terminei ele =(

Sinceramente se você é fã e viveu os anos 80 e 90 de videogames é
uma jogatina obrigatória. Ele vai fazer você relembrar com carinho suas lembranças de gamer na infância.

198X foi criado pela Hi-Bit Studios e financiado via KickStarter, Torço muito para que exista continuação. 198x está disponível para todas plataformas e inclusive PC.

Bom! Fico por aqui pessoal e até a próxima!
Grande Abraço! Ivo.


Recomendações - TV/GAMES/LIVROS/HQ


Algum tempo estou tentando escrever sobre algumas recomendações aqui no blog sobre TV/GAMES/LIVROS/HQ. Eu tinha até feito algo parecido anos atrás, mas acabei deixando isso de lado. São recomendações simples para quem tem um tempinho extra ou para quem não tem tempo ou quem está furado de $$$ ou quem sobrou um $$$ no cofre do porquinho. Alias vou colocar as recomendações divididas em "POUCO TEMPO" e "COM TEMPO" ou "COM $$$" e "SEM $$$" e assim se interessar é só aproveitar.
Então bora lá e chega de enrolação.


TV + SEM TEMPO + SEM $$$

Você gosta de uma produção bem feita, fatos históricos, excelente atores e uma dose de realidade no melhor estilo - "A ignorância humana não tem limites?!" Veja - Chernobyl. É uma mini-série de apenas 6 capítulos que ainda está sendo exibida na HBO e caso você nem tenha HBO é só você ficar ligado naquele "lojinha de torresmo" que já tem os 3 primeiros episódios para download. Eu vi o primeiro episódio e fiquei "chocado" com as situações que aconteceram e tudo baseado em relatos reais. Se interessou?
Dá uma conferida no trailer abaixo.

TV + SEM TEMPO + SEM $$$
Curte documentários? Mas não tem grana para assinar TV fechada com History Channel, Discovery Channel e cia? Então se liga nesse canal do Youtube chamado "Documentários 2.0". O cara coloca vários documentários exibidos nesse canais de forma grátis para você assistir. Tem documentários tudo, desde fatos históricos, mega construções, óvnis e o que você quiser.  No meu almoço aqui no trabalho acabo assistindo um o outro documentário para relaxar e recomendo do "Encouraçado Bismark" que fala da maior arma naval criada por Hitler na segunda guerra mundial.

Curte anime e tem um $$$ sobrando? Então recomendo um que está passando lá no Crunchyroll (serviço de assinatura) e que todos estão falando e chamado - Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba. Eu admito que não vi ele ainda, mas umas três pessoas me recomendaram em assistir. Vale lembrar que a animação é feita pela "MadHouse" e aê você sabe que que a coisa é boa =)

Esse é mais para quem tem um tempo e pode fazer uma maratonar uma série, apesar de estar assistindo aos poucos com minha esposa. A recomendação da vez é "Fringe" ou "Fronteiras" na tradução brazuca. É uma série produzida por J.J Abrams (mesmo de LOST!) que trata de multi-universos, fenômenos paranormais e tudo relacionado a esse "mundo". São cinco temporadas com uma faixa de 20 episódios (cada temporada!). Eu particularmente estou adorando e já estou na quarta temporada. Aos órfãos de Arquivo X é uma ótima pedida.


Agora vamos partir para leitura. 

Quer dar relaxada de Tv, Games, Redes Sociais, Zap e cia? Então fica aqui minha recomendações de leitura.Uma recomendação muito legal é esse livro chamado - Neuromancer. É uma romance "Cyber Punk" com uma história fantástica. Escrito por William Gibson o livro é um dos maiores clássicos de ficção científica de todos os tempos e "só" ganhou dos três principais prêmios do gênero na literatura mundial. Ele é curtinho e o melhor de tudo que está super-barato em qualquer livraria (Saraiva R$ 25,00).

Se você é fã de HQs hoje, tem motivos para ficar feliz e tempo triste ao mesmo tempo. A resposta é porque tem saído muita coisa boa, mas em compensação os preços sãos "facadas seguidas no coração". Mas se você está disposto a abrir o cofre e comprar... fica minhas dicas abaixo:

Saga Thanos lançada pela Panini. Se você conhecia ou conheceu agora o "Titã Louco" (filme do Vingadores) é hora de adquirir essa joia escrita por essa galera "fraquinha" - Gerry Conway, Jack Kirby, Jim Starlin, Mike Friedrich, Ron Goulart, Roy Thomas, Stan Lee, Tony Isabella.
O preço? R$ 139,00 mais o frete.

Agora se você quer realmente detonar o bolso ou achou uma grana que nem lembrava embaixo da cama e quer gastar em um HQ. Então é a hora de comprar - Trilogia do Infinito. As três sagas que foram os pilares que serviram de base par o filme dos - Vingadores - Guerra Infinita. O preço? Prepara o coração! R$ 360,00. Mas o material é lindo e tudo em uma pasta com manopla do infinito para guardar.


GAMES+ COM TEMPO + COM $$$

E para finalizar as minhas indicações de games. Tenho jogado organizadamente esses últimos meses. Ao invés de jogar vários jogos de uma vez, tenho me focado em apenas um e terminado ele e mesmo não gostando as vezes (caso de Sekiro de PS4). Então bora lá!

Eu sou todo elogios para esse jogo remake da Capcom. Game feito com carinho para você que era fã ou quer conhecer agora. Sim, estou falando de Resident Evil 2. Game incrível lançado meses atrás pela Capcom e que fiz questão de detonar do começo ao fim. Mas jogue ele detonando tudo mesmo! Inclusive as DLCs que são grátis.
Para Ps4 e Xbox One.

Não tem um Switch e ama Mario Kart? Então que tal suprir um pouco isso com um game nesse estilo? Então te recomendo Team Sonic Racing. Um game super divertido que estou jogando e coloca você com a trupe do Sonic para detonar seus amigos nas corridas mais malucas. Joguei online com os gringos e foi super legal (conexão boa viuuu!), uma pena as pessoas próximas desse mundo gamer não ter interesse em fechar uma sala para jogar ele... uma pena! Para Ps4 e Xbox One.

Essa fica para a galera que tá sem $$$ e quer aproveitar uma grande promoção O game Shovel Knight (jogaçoooo!!) está em promoção em todas plataformas lançadas em uma edição com todas DLCs e cia por metade do preço. Confere aê: https://yachtclubgames.com/2019/05/treasure-trove-last-chance-sale/ . Apesar de está escrito até 22 de maio a promoção foi estendida.

Então é isso pessoal! Fica aqui minhas recomendações!
E quem interessar e conferir ... bora papear do que achou!
E se tiver recomendações... deixa nos comentários abaixo que coloco no post depois!
Grande Abraço. Ivo.


Pequenas Histórias Gamers da Locadora Resident Evil #1 - O cartucho do Shinobi


Quem não tem histórias gamers para contar? Engraçadas, tristes, aventureiras, sombrias, misteriosas? Eu adoro essas histórias mais que propriamente falar sobre games em si. E por isso resolvi abrir um espaço aqui no blog para contar essas histórias antigas que envolvem esse mundo gamer. Hoje por sinal estava mexendo nas minhas caixas de games e peguei dois jogos para tirar umas fotinhas e postar no meu instagram (se não conhece entra lá: https://www.instagram.com/resident.ivo ) e me lembrei de umas das histórias mais antigas da minha vida gamer. Hoje vou contar a história! Bora lá!


A TROCA DE JOGOS DE MASTER SYSTEM

Eu tinha uns 9 anos quando meus pais me compraram um Master System com o jogo chamado - Super Futebol. Ele foi o meu primeiro jogo deste console e apesar de ser o primeiro era um joguinho chatinho pakas. Depois de algumas jogadas você já enjoava (mesmo sendo de futebol!). Mas claro que jamais iria dizer para meus pais isso né!? Eles tinham me dado o Master System (videogame caro pakas!) então o melhor que tinha a fazer era deixar ele ali de lado e ainda mais quando você via jogos como: Alex Kidd in Miracle World, Vigilante, Black Belt, Jogos de Verão e tantos outros nas locadoras. Se falasse que jogo era ruim... ficava imaginando eles falando:
- Então devolve o Master System e o jogo!

Até que um dia em minha idas e vinda pela rua, onde morava, estava conversando com amigos e encontrei um garoto que também tinha Master System e o jogo Shinobi. Se você queria ser o "centro das atenções" ou se "enturmar" naquela época... era só falar que você tinha Master System, mas se você queria ser o "maioral" era só falar que você tinha Master System com Shinobi. Shinobi era o jogo que toda criança daquela época queria ter justamente por tratar de ninjas. Qual criança dos anos 80 e 90 não amava ninjas?!

Quando o garoto falou que tinha esse jogo todos ficaram a sua volta. E ele perguntou: - Qual jogo você tem Ivo?
E eu? Meio encabulado e envergonhado e falei: - Super Futebol.  É galera! Quando falei isso senti um riso em quase em todas as crianças a minha volta! Acho que elas sabiam que "Super Futebol" era um jogo ruim.

Eu já tinha alugado Shinobi na locadora algumas vezes e jogado com meu irmão. Eu amei o jogo! Foi o primeiro jogo de ninja que joguei na vida. Mas o jogo era absurdamente caro, era o triplo de joguinhos simples como Super Futebol e era impossível pedir para meus pais comprarem. E o pior que o jogo era difícil e terminar e terminar alugando era mais impossível ainda. Resumindo... ter Shinobi era um sonho distante!

Mas sabe o aconteceu? Do anda o garoto dono do Shinobi me para e pergunta:- Você quer trocar seu Super Futebol por Shinobi?  Eu fiquei assustado! Eu nem sabia que responder! E ainda demorei para dizer: SIM! Sim, podem me xingar por ter demorado a responder, mas eu era o mais novo da rua e "inocentão" e achava que ele estava me zoando, mas era tudo verdade e no final falei: - SIMMMMMMMMMMM!

É galera! Posso dizer que essa troca é como trocar um FUSCA por uma FERRARI, uma PEDRA por um DIAMANTE, trocar PAPEL HIGIÊNICO por DÓLARES. Me lembro que os garotos envolta ainda tentaram persuadi-lo, mas ele queria a troca de qualquer jeito. Então a troca foi feita e logo em seguida falei: - Trocou não tem mais volta hein! E a troca foi feita e lá fui euzinho para casa com o maior sorriso do mundo no rosto e indo jogar SHINOBI.

Imagina um garoto feliz com um jogo de Ninja!

Joguei o fim de semana inteiro Shinobi. Feliz! Alegre! Pulando como um ninja! E até que a semana chegou e como todo garoto eu tinha que ir para escola e deixar seu videogame de lado. Na semana meus pais não deixam jogar videogame, prioridade era o estudo e isso foi negociado quando eles me deram o Master System. Então o esquema era espera o próximo fim de semana sair voando para jogar Master System.

Jogar Master System!

Sábado chegou! Abri minha caixa com Master System, instalei ele na TV e estava mega ansioso para jogar SHINOBI e quando abro a minha caixa de jogos (caixa de sapato que guardava os jogos!) não achava ele. Olhei em todos os lugares do meu quarto, casa, cozinha, olhei nos vãos da TV para ver se ele tinha caído lá, olhei até no banheiro e nada. Onde estava meu SHINOBI? Até que resolvei perguntar para minha mãe:
- Mãe! Você viu meu Shinobi?!
E ela incrivelmente me responde:
- Ahh! O "joguinho" de Master System? Um garoto bateu na porta outro dia e pediu o jogo dele de volta e DEVOLVI! E aqui tá seu Super Futebol.

Minha reação na hora foi essa!

RAIVAAAAAAAA!

Eu fiquei tão furioso! Tão furioso! Que nem sabia que dizer para minha mãe! Só sei muito bravo com ela! Muitoooo! Mas no final ela é mãe né!? Gente perdoa e continua amando! Te amo Bia! Ainda tentei encontrar o garoto, mas simplesmente ele sumiu do planeta Terra. Nunca mais ninguém viu ele! JURO! Nem na rua, nem em lugar nenhum! Ele sumiu igual um NINJA mesmo! Resultado é que fiquei sem o SHINOBI. Uma troca ninja que acabou sumindo do mesmo jeito Ninja.

Bom galera! Essa é uma das histórias malucas da minha vida gamer. Anos depois eu consegui os cartuchos do Super Futebol e Shinobi de Master System e eles agora estão bem guardados e a 7 chaves contra qualquer ser que tente pega-los ou troca-los.

Super Futebol e Shinobi

Então é isso galera! Se você história malucas! Escreva aê nos comentários!
Fico por aqui! Até a próxima! Grande Abraço. Ivo.


Donkey Kong 3 – Review/Análise

Macacos me mordam! Chegou a hora de um review de mais um clássico de Super Nintendo: Donkey Kong Country 3 – Dixie Kong’s Double Trouble! Um game que fechou a trilogia dos macacos mais famosos do mundo gamer no Snes.

Tudo começou com Donkey Kong Country em 1994, que deixou todos de queixos caídos ao apresentar gráficos pré-renderizados, trilha sonora espetacular, jogabilidade perfeita, fases criativas e muita diversão. E continuou em 1996 com o lançamento de Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest, que conseguiu melhorar o que já era bom no primeiro e adicionou novos desafios, músicas, exploração, mundos secretos e tudo mais que fez a alegria dos proprietários de Super Nintendo. Mas você deve estar se perguntando… Por que resolveu falar do DKC3? Se o DKC1 e DKC2 são os mais conhecidos para a grande maioria dos gamers? Respondo logo abaixo, caros leitores.


O ano que alguém disse: Não jogue DK3!

É bem possível que você também tenha passado por isso, um amigo ou conhecido que te disse: “Esse jogo é uma porcaria! Nem jogue!” E por isso acabou deixando de jogá-lo! Foi exatamente o que aconteceu comigo com DKC3. Meu ciclo de vida com SNES estava acabando e já queria comprar algum console da nova geração. Eu não era um garoto com uma situação financeira boa e para conseguir qualquer console novo precisaria vender o antigo e rezar para meu pai colaborar com o restante do dinheiro. Por isso, antes de comprar um novo console ainda queria jogar algo legal no SNES e me despedir dele com as devidas alegrias. Nesse período foi lançado DKC3, o que para mim parecia ser algo épico, afinal DKC 1 e 2 foram espetaculares. Mas quando estava na locadora com esse game na mão… ouvi a frase do meu amigo: “- Esse jogo é uma porcaria!!”.

E foi exatamente o que fiz, fiquei sem alugar e acabei não jogando na época. Muitos anos se passaram, para falar a verdade foram quase vinte anos. E eis que um dia, em um dos meus passeios pelo Mercado Livre, encontrei uma oferta maluca de DKC1 por um “preço de banana” e acabei comprando. Resolvi detonar esse game com os 101% dessa vez (sim, eu não fechei o game na época porque era impossível passar todas as fases em um sábado e domingo apenas o alugando!), e foi muito bom fazer tudo e descobrir cada segredo do game. Depois disso, resolvi logo comprar DKC2 e detoná-lo com seus 102%, com todas as moedas DKs, final secreto e tudo mais. Foi outra alegria que somente games assim conseguem nos trazer. Bom, cheguei ao DKC3 que ganhei de presente, totalmente completinho, com caixa e manual. Lindo! Aquele comentário ainda ficava pairando na minha cabeça mesmo vinte anos depois, mas deixei isso de lado e resolvi seguir em frente. c Sim, ele tem seus “poréns”, mas isso vou comentar mais à frente. Agora venha comigo que vou te apresentar ou reapresentar DKC3 de SNES.

"Comecei a jogar e tive uma mistura de raiva e alegria. Raiva por ter acreditado naquele comentário de que o jogo é uma porcaria e alegria por estar curtindo um jogo muito legal."


A história dos Macacos

Logo após a derrota do King K. Rool em DKC2, Kong e Diddy decidiram comemorar a vitória com uma viagem de barco, com direito a bananas, pesca e diversão. Mas o tempo passa e eles não retornam para casa, ficando todos preocupados com o sumiço desses dois malucos. E é nesse momento que acontece algo na ilha Donkey Kong. Um robô misterioso chamado “Kaos” surge e coloca medo em todos… Mas quem está por trás disso? Ninguém menos que K. Rool novamente, afirmando que sequestrou Kong e Diddy, e vai tentar dominar a ilha mais uma vez. E agora? Quem será que vai salvar todos se Donkey Kong e Diddy Kong foram sequestrados? Entra em cena novamente a famosa Dixie Kong e o seu primo e novo personagem Kiddy Kong, que é um bebezão, mas tem muita força e agilidade. Juntos eles partem para o Norte, rumo ao “Arquipélago Kremisfério Norte” onde se encontra o robô Kaos e o famigerado K. Rool, para assim resgatar Donkey Kong e Diddy e salvar a todos.

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Em DKC3 você sairá da ilha Donkey Kong em direção ao “Arquipélago Kremisfério Norte”. Enquanto em DKC1 o game era mais concentrado em selvas e cavernas e no DKC2 pirataria era o tema da maioria das fases, em DKC3 ficamos mais focados em indústrias, ficção e regiões típicas do hemisfério norte. Fora da ilha Donkey Kong nessa aventura, teremos muitas novidades! Uma delas é que logo no começo você vai encontrar o Funky Kong (aquele que te oferecia um avião nas primeiras versões), que irá te entregar um bote para navegar pelo mapa e a cada dois mundos completados, você ganha um item que lhe permite evoluir o bote para uma espécie de lancha. Essas reformas no bote são essenciais, pois há partes nos mundos que só podem ser acessadas se esse meio de transporte for melhorado.

No Kremisfério Norte o jogador também vai encontrar os irmãos ursos. Existe um urso em cada parte do mundo, com os quais é possível trocar itens ou até mesmo comprá-los. Esses itens possibilitam o acesso a locais secretos no jogo e a descoberta de segredos que ajudam a salvar os “Pássaros bananas” e a “Mãe Pássaro Banana”, que estão secretamente escondidos por todo o jogo. Tudo isso possibilita fazer o final verdadeiro do jogo (existem três finais diferentes).

As moedas DK agora têm uma maior utilidade, pois recuperando todas elas você poderá conseguir com Funky Kong o último veículo, um tipo de “barco helicóptero” que irá te ajudar a alcançar áreas que sem esse meio de transporte são inacessíveis. As pequenas moedas de ouro do DKC2 agora são moedas de prata, que serão utilizadas para fazer algumas compras nas cabanas dos ursos e finalmente encontrar os barris bônus que estão escondidos em todas as fases (continuam no mesmo esquema de DKC2).  Caso você não os encontre, não chegará aos 100% e não verá o final verdadeiro também.

"Em DKC3 você sairá da ilha Donkey Kong em direção ao Arquipélago Kremisfério Norte."


Personagens Principais

Dixie Kong – Dixie está de volta e desta vez não vai deixar barato terem sequestrado seu namorado Diddy.

Kiddy Kong – É o novo personagem e primo da Dixie, que vai ajudá-la nessa aventura. Com muita força e agilidade, é capaz fazer o K. Rool pensar duas vezes antes de atacar sua ilha.


Rainha-Pássaro-Banana – A Rainha-Pássaro-Banana é um imenso Pássaro-Banana, toda colorida e é mãe dos Pássaros-Bananas. Em sua tática de dominação da ilha, K. Rool aprisionou-a em uma barreira com uma chave de cristal em sua nuvem. Os Pássaros-Bananas, filhos da rainha, também foram aprisionados e escondidos pelo vilão K. Rool para que eles não libertassem sua mãe. A missão do jogador é encontrá-los e reuni-los, libertando também a Rainha-Pássaro-Banana em seguida. Juntos eles irão se vingar de K. Rool derrotando-o, e isso levará ao final verdadeiro do game.

Crankly Kong – O velhinho Cranky Kong está de volta. Você irá desafiá-lo na barraca de joguinhos do Swanky Kong e, se ganhar dele, prepare-se para ouvir muita reclamação.

Diddy Kong – Nosso amável Diddy Kong não está presente para se jogar com ele nessa versão. Ele foi sequestrado pelo K. Rool e está sendo usado dentro do robô “Kaos”.

Donkey Kong – Assim como Diddy Kong, Donkey Kong está fora da aventura. Ele é outro que foi sequestrado e está sendo utilizado pelo terrível K. Rool.

Funky Kong – Funky Kong é o amigo que vai te ajudar com os veículos nesse jogo. Você vai ter que achar certas partes dos veículos pelo mapa e entregar a ele para que possa montá-los.

Swanky Kong – Swanky é o cara da barraquinha de jogos. Se você vencer os desafios dele irá ganhar moedas e bananas, mas se perder… pode ir passando o dinheiro para ele.

Wrinkly Kong – A vovó esperta Wrinkly Kong vai te ajudar sempre a salvar o game. Ele também toma conta dos Pássaros-Bananas e joga N64 enquanto você se aventura.

Ellie  – Ellie é sua nova amiga, que vai substituir seu clássico amigo Rambi nesse jogo. Ellie não é tão forte como Rambi, mas ela pode sugar barris e atirá-los em direção aos inimigos. Também pode aspirar água de lagos e cachoeiras e atirar nos inimigos. Mas tem um grande ponto fraco: ela tem pavor de ratos e toda vez que os vê sai correndo.

Enguarde – Enguarde está de volta e novamente sendo capaz de derrotar os inimigos com seu nariz-espada.

Nibbla – Apesar de parecer ser um inimigo ele tem algumas características muito parecidas com as de um amigo. Na fase “Fish Food Frenzy’, Nibbla irá te acompanhar como um amigo e você deverá sempre alimentá-lo, servindo como banquete os seus inimigos. Caso contrário, ele irá te atacar e te devorar, então seja rápido e não o deixe com fome.

Parry – É seu novo amigo, mas não é possível jogar com ele. Parry ficará te acompanhando durante as fases para ajudar a pegar itens inacessíveis, e por muitas vezes – se chegar com ele até o final da fase – você será recompensado de algum modo (até barris-bônus você pode ganhar).

Quawks – Quawks é um pássaro roxo que consegue carregar barris e soltá-los nos inimigos. Ele aparece somente em duas fases: Low-G Labirinto e Buzzer Barrage.

Squawks – Nosso amigo Squawks está de volta e jogando os clássicos ovos na cabeça de nossos inimigos.

Squitter – Outro velho amigo dos nossos macacos está de volta. Squitter continua criando plataformas com suas teias para alcançar áreas inacessíveis e também irá atirá-las nos inimigos.


Trilha Sonora e Efeitos Sonoros

Essa foi uma parte que deixou bem a desejar em DKC3. A trilha sonora não ficou épica, mas vou comentar mais sobre isso logo abaixo na parte dos “poréns” do jogo. Já os efeitos sonoros continuam bons. Sons como os dos inimigos quando são atingidos, dos macacos, ao coletar bananas, ao coletar moedas e até o choro da Dixie e Kiddy quando são acertados pelos inimigos são tranquilos de ouvir (e você vai ouvir muito isso!). Mas a trilha sonora é outra história.

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Os poréns de DK3

Em DKC3 existe, sem dúvida, detalhes que o fazem inferior às suas versões anteriores, mas isso não quer dizer que ele é um jogo ruim e mereça o comentário de que é “uma porcaria”. Pelo contrário, é um ótimo jogo. Mas vamos a esses detalhes:

– Faltou uma trilha sonora épica no game. Apesar de ser novamente David Wise a trabalhar nela, faltou aquela música marcante no game. Como no caso de DKC1 com Aquatic Ambience ou em DKC2 com Stickerbrush Symphony. Talvez ele não estava muito inspirado nesse game e acabamos não tendo uma trilha épica.

– A Dixie e o Kiddy são personagens muito legais, mas não possuem o carisma do Diddy e do Donkey Kong. Até entendo o Donkey Kong não ter aparecido em DKC2, por ter sido sequestrado e assim não interagir na história, mas no DKC3 acredito que seria melhor se ele tivesse voltado. Muitas pessoas sentiram isso enquanto jogava esse terceiro jogo.

– Outro motivo para o “hype” de DKC3 ter caído bastante é que ele foi lançado dois meses depois do lançamento do N64. Naquele momento, todos estavam encantados com o N64 e games como Super Mario 64PilotWings e Wave Race. Apesar de muitos ainda terem o SNES, o impacto não foi expressivo. E você? Já tinha migrado para o N64 ou ainda estava com o SNES nessa época?

– E por último foi o fator dificuldade. Comparado às outras versões, essa é bem fácil. A dificuldade em certas fases chega a ser “very easy” e isso acaba deixando aquele gamer mais exigente frustrado, ainda mais quem jogou DKC1 e DKC2.


O Veredicto

Se aquele meu amigo tivesse chegado e falado: – Esse game não é bom como o Donkey Kong Country 1 e 2 eu até entenderia, mas falar que ele é uma porcaria… é digno de merecer uma “BANANA”. Donkey Kong Country 3: Dixie Kong’s Double Trouble é um ótimo jogo. Vale a pena ser jogado! Cheio de aventura, diversão, jogabilidade e tudo que o SNES merecia para sua despedida. Ele tem alguns “poréns”como falei, mas nada que mereça ser classificado como “PORCARIA” ou um game “RUIM”. Se pudesse voltar no tempo e xingar aquele meu amigo, faria com certeza e jamais teria dado ouvidos a ele: “Manééééé!”. Obs.: Lembrando que ele foi lançado para Wii U há algum tempo, então você tem a oportunidade de relembrar dele nessa versão também.

Então fechamos aqui nossa jornada desse Retro Review de Donkey Kong Country 3. E lembre-se, nunca ouça muito aquele seu amigo que fala aos quatro ventos que tal jogo é uma porcaria. Jogue, analise, crie sua opinião e nunca siga modinhas de opinião, pois você pode perder uma jogatina inesquecível. Espero que tenha gostado do texto e não deixe de comentar.

Grande abraço. Ivo.

Fim


Curiosidades

  • DKC3 foi lançado no Brasil pela Playtronic e inclusive com comercial passando na TV. Confira!

    • Em Donkey Kong Country 3 é possível ver Wrinkly Kong jogando Nintendo 64 e que por sinal foi lançando no mesmo ano. Outro detalhe  é que a música de fundo é a mesma da Inside the Castle Walls, do Super Mario 64. Que sacada de divulgação hein?!

    • No Japão o game é chamado de Super Donkey Kong 3: Mystery of Kremis Island.

  • O jogo foi lançado para GameBoy Advance apenas com o título “Donkey Kong Country 3”, omitindo o subtítulo “Dixie Kong Double Trouble”. O game tem algumas mudanças exclusivas. Uma delas é um novo mundo chamado “Pacifica”, novas trilhas sonoras criadas pelo David Wise, novos bônus na barraca do Swanky e vários itens dos irmãos-ursos que foram alterados, assim como houve a inclusão de um novo urso no mundo “Pacifica”.


Devil May Cry 5 – FAST Review/Análise

A Capcom está de parabéns e parece que voltou com tudo (é que todos dizem no momento!). Com o sucesso de Resident Evil 2 (você pode conferir meu review clicando aqui!) que agradou tanto crítica e o público, a nova empreitada dela era o lançamento de Devil May Cry 5 e digo que novamente ela deu um tiro certeiro, tanto para os jogadores de primeira viagem como especialmente os fãs da franquia e que a acompanham desde o Playstation 2. Mas porque esse tiro certeiro? Venha conferir aqui em um " review bate bola rápido" de Devil May Cry 5 meu caro amigo. 


A ESSÊNCIA

Não temos como negar que DMC5 tem toda a essência reunida das versões anteriores. Um gameplay completo, com gráficos extremamente bonitos, trilha sonora que te empolga tanto nas fases como nas lutas principais, personagens carismáticos e para todos os gostos e uma trama que costumo do dizer "reta, precisa e concisa" - intercalando com momentos cômicos, para dar uma relaxada, entre uma horda de demônios ou aquele chefe demônio de 10 metros de altura.  

Nessa aventura você é Nero que se junta a Dante e um misterioso personagem chamado V que contrata sua agência Devil May Cry para dar cabo de um super demônio chamado Urizen. E não para menos, afinal Urizen está infestando a cidade de "Red Grave" com hordas de demônios e uma árvore gigante que suga sangue de todos os humanos.  

Pareça algo básico né?! Mas não se preocupe, a partir dessa premissa, vai rolar várias e várias coisas durante as 20 fases do game. Não vou me aprofundar muito para não sair dando SPOILER do game e derramarem lágrimas de sangue aqui no blog. XD 

"Não temos como negar que DMC5 tem toda a essência reunida das versões anteriores."


E TUDO MAIS

Então vamos lá! O game apresentada dois modos de jogo que facilitam a vida dos iniciantes que nunca jogaram DMC chamado - "Modo Humano" e um outro para os veteranos chamado - "Modo Caçador Infernal". Aconselho a mesmo quem nunca jogou DMC se aventurar no modo "Caçador Infernal" porque a familiarização com a jogabilidade é rápida junto com os ensinamentos básicos e alguns toques para chegar aos nível de quem já acompanha a franquia faz tempo. E lembrando você veterano em DMC... está tudo lá (modo "Caçador Infernal"), só que com aprimoramentos do novos: combos, esquivas, equipamentos, compras de golpes e especiais, ataques a distância ou próximos e as transformações demoníacas

"Aconselho a mesmo quem nunca jogou DMC se aventurar no modo "Caçador Infernal" porque a familiarização com a jogabilidade é rápida."


ESTILO

Os "rankings de estilos" continuam nesse game, conforme você combina suas técnicas, estilos de combate, esquivas e combos, mais alto é sua pontuação e assim melhores são suas notas. Se você é um caçador de troféus e almeja conseguir a platina, fique bem atento em todas essas combinações. Um dos troféus mais difíceis do game é conseguir nível S ou acima em todas as 20 missões

"Se você é um caçador de troféus e almeja conseguir a platina, fique bem atento em todas essas combinações."


OS 3 PERSONAGENS

Como citado acima, você irá jogar com 3 personagens e cada um deles vão ter suas próprias mecânicas e técnicas. Tudo isso deixando o game com uma imensa variedade de jogabilidade, uma grande vantagem porque justamente quando você domina a mecânica de um personagem, logo você terá que aprender do começo a de outro... com um "time" muito bom entre as fases e suas importâncias na história.  E nessa importância da história que comento agora. Se você é fã e acompanha tudo da franquia - toda a mitologia da série é citada aqui... nada escada! E você que é novato não ficará de fora também, afinal tem tudo para você entender a trama dessa franquia. Logo no meu principal tem uma opção que conta toda história de DMC e suas versões anteriores. 

"...toda a mitologia da série é citada aqui... nada escada!"

Tudo isso para te introduzir em DMC5 e suas histórias que variam entre meios, começos e fins de uma forma não sequencial. Quando você achar que é o começo, pode ser o fim da história... ou quando você achar que é o fim pode ser o começo. Parece confuso, né?! Mas nada disso é confuso ao desenrolar da história, pelo contrário, vai te manter sempre antenado em entende-la e juntar as peças. Existem reviravoltas emocionantes e vão fazer você "afundar cada vez mais o dedo no controle".


ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO e MULHERES DO GAME

Vale lembrar que além dos 3 personagens principais, você vai se familiarizar com os "animalzinhos" de estimação (Grifo, Sombra e Pesadelo) do V. Destaque para o "Grifo" que é  totalmente carismático e engraçados ao longo da jornada. Um detalhe aqui que não posso deixar de comentar é que infelizmente é a pouca participação do elenco feminino que fico "meio descartado" no decorrer da história e você vai perceber isso. Mas quem sabe venha em uma DLC, né?! Grátis claro!

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"...infelizmente é a pouca participação do elenco feminino que fico "meio descartado" no decorrer da história e você vai perceber isso."


Gráficoquitos, Somzitos e Localização

Gráficos seguem a qualidade dos jogos atuais da Capcom e a RE Engine tá provando isso. Tudo é bem cuidado no game como: cenários, personagens, expressões dos personagens, demônio, cutscenes, golpes e cia. Um conselho é você assistir as filmagens dos atores reais para captação do game.. lá na galeria liberada de acordo com o seu progresso. Muito legal ver essas peculiaridades da produção do game. A localização para o nosso "português" em legendas ficou muito bem feita e mesmo não sendo dublado (português) o jogo não se perde devido a qualidade da dublagem em inglês e japonês.

"Gráficos seguem a qualidade dos jogos atuais da Capcom e a RE Engine tá provando isso."


Pesares

Mas alguns pesares que tenho que comentar sobre Devil May Cry 5. Além da pouca participação feminina que citei acima... a minha crítica negativa fica por conta dos "loadings" (que são bastantes entre até um menu e outro!) e da simplicidade das fases. Simplicidade essa que por momentos fazem você sentir um pouco a falta interação de puzzles nelas, mas nada que afete prejudicialmente DMC5. 


Carimbo Final

É isso ae galera! O carimbo final em Devil May Crey 5 é que ele faz jus aos fãs da franquia que estavam sentido falta e uma ótima opção para os novos jogadores conhecerem e admirem esse mundo de espadas, demônios, estilos e muita porrada. Tudo está ali - uma história legal, jogabilidade boa e aprimorada, referências de todos universo de DMC, lindos gráficos, trilha sonora boa, humor e muitos combos SSS

Não tenho dúvidas que o jogo vai ser um sucesso e vai longo surgir um Devil May Cry 6 para alegrar todos nós. 

É isso pessoal, fico aqui com meu "Review Fast" de Devil May Cry 5". Deixa aquele comentário "maroto" aqui embaixo se jogou, curtiu, não jogou, jogos versões antigas de DMC. Forte Abraço. Ivo. 


Resident Evil 2 - Review/Análise

Conseguir falar de "um game consagrado e com mais de 20 anos de sucesso é complicado". Agora falar de "um remake de um game consagrado e com mais de 20 anos de sucesso é mais complicado ainda". Falar de RE2 sem nosso lado fã nos dominar é bem difícil. Afinal para nós gamers o ano de 1998 parece ter sido ontem e lá estávamos nós com os dois CDs em nosso querido Playstation 1 em frente TV de "tubão" e passando horas e horas matando zumbis em Raccoon City, falando com os amigos sobre suas curiosidades e lendo revistas com os detonados e dicas sobre o mesmo.

Resident Evil 2 faz parte da vida de milhares gamers no planeta e sua volta em uma versão remake balançou o coração de muitos quando foi noticiado. Comigo foi o mesmo e tive a oportunidade de jogar do começo ao fim esse game e com a promessa que só escreveria um review dele quando tivesse DETONADO... e foi que fiz. Mas antes contei minha história envolvendo Resident Evil 2 (clique aqui para ler!) e depois fiz um sequência de posts como fosse um diário de jogatina (clique aqui para ler!) e finalmente chegou a hora de analisar ele e dar o veredito final. Então bora lá pessoal! Vamos para o review de Resident Evil 2 Remake.


O Horror

A premissa da franquia Resident Evil é ser um game "Survival Horror" e isso não pode mudar. Apesar de algumas versões focaram em outras áreas e deixaram alguns games abaixo da média, mas esqueça isso porque o foco aqui é RE2. Na versão playstation 1 o "horror" é um dos pontos altos no game, justamente porque eram poucas opções desse estilo na época e levar sustos, ver sangue pulando na tela, tripas dilaceradas, se sentir claustrofóbico, tenso, imerso naquele clima apocalíptico faziam e fazem da proposta dele. O grande porém dos gamers antigos ou novos era saber se seria possível nesse remake manter todas essas propostas citadas cima. Afinal jogamos tantos jogos de terror desde o lançamento de RE2 de Playstation 1 que a ideia de sentir tudo isso novamente era difícil ou até imaginável. Mas essa dúvida se dissipou rapidamente jogando as primeiras horas iniciais do game. Os diretores focaram imensamente em manter a mesma sensação do original em conjunto com a tecnologia atual. Os cenários são extremamente caprichados, mantendo áreas antigas com o capricho das reformulações do remake. Exemplo: Você sabe que ali é a delegacia de Raccoon City e vai se sentir familiarizado, mas ao mesmo tempo não saberá nada de como agir ali dentro nesse remake (como fosse algo novo!). E esse "não saber agir" vai te levar novamente aos sustos, a claustrofobia, a tensão e tudo mais que a versão de Playstation 1 trazia. E tudo isso fica ainda mais intenso com os efeitos sonoros aprimorados, se você não jogou RE2 Remake com um fone 7.1 - JOGUE! O som dos ventos, dos passos da Clarie ou do Leon, dos zumbis grunhidos, da chuva, das portas, do som ambiente, dos passos do Mr. X e etc te colocam na atmosfera precisa e horripilante do jogo.

"Percebe-se claramente que os produtores não esquecerem de te lembrar o que você sentiu em 1998 e agora vai sentir novamente 2019."


O Roteiro

É galera! Outro tema muito abordado em RE2 Remake era o roteiro. O próprio Shinji Mikami falou em várias entrevistas, sobre a produção de 1998, que era difícil colocar tudo que ele queria no game, devido as limitações de hardware e isso sempre justificou na existência de furos no roteiro. Bom, isso de limitações hoje não existe mais né?! A expectativa era justamente de um roteiro mais robusto, sem furos, mais amplo e que cobrisse mais coisas sobre Raccoon City que a versão de 1998. Mas não foi que aconteceu! E claro que existe uma otimizada no roteiro com uma melhor dramaticidade, diálogos e cia. Mas o problema aqui são campanhas que não se encaixam. Independente da ordem que sejam jogadas o resultado são alguns erros de continuidade e furos dentro do próprio roteiro. Não que isso derrube o jogo, a história ali existe, mas que poderia ser melhor elaborada/polida, poderia sim.

"Não que isso derrube o jogo, a história ali existe, mas que poderia ser melhor elaborada/polida, poderia sim."


Jogabilidade

Elemento que teve mudanças significativas é a jogabilidade. Na versão do RE2 Playstation 1 de 1998 a câmera era fixa e o que gerava dificuldade em situações como nos combates, onde acontecia a troca repentina câmera e acabava atrapalhando o jogador. Já no remake a visão em terceira pessoa foi implantada, assim como ocorreu no Resident Evil 4,5 e 6, facilitando em muito a exploração dos cenários e principalmente nos combates.


Justamente nos combates que vemos a melhora, usando essa visão em terceira pessoa é mais fácil mirar nos oponentes e principalmente focar os tiros na cabeça, afinal é a melhor forma de matar zumbis e lickers e economizar munição. Além disso tudo existe a implementação de novas armas como: granadas que podem ser arremessadas ou usadas para um ataque corpo a corpo no inimigo. Elas são fundamentais para sobreviver no jogo. Outro elemento melhor implantando que a da versão de Playstation 1 foi a faca, agora ela se desgasta e quebra com o uso contínuo.


Sobre a dificuldade é visível perceber que a versão remake é mais desafiadora. Já na dificuldade normal jogando com o Leon percebemos o quanto é difícil sobreviver no game. Mesmo você tendo agora o sistema de combinação de pólvora o que ajuda a criar novas munições, ainda sim é preciso economizar em tudo, caso deseje sobreviver. Falando em sobreviver, existe agora a possibilidade de fechar determinadas janelas e assim impedir a entrada infinita de monstros a todo momento, que melhora a dinâmica do jogo e acabando com  "respawns" infinitos (alowww Dead Rising!)

Justamente nos combates que vemos a melhora, usando essa visão em terceira pessoa é mais fácil mirar nos oponentes e principalmente focar os tiros na cabeça, afinal é a melhor forma de matar zumbis e lickers e economizar munição.


Velhos inimigos ou clássicos amigos?

Eles não poderiam ficar de fora. Os clássicos inimigos (ou amigos!?) estão de volta, mas com uma roupagem nova. É fantástico você rever monstros como o Willian Birkin e sua pavorosa transformação com seu olho gigantesco no ombro, assim como o crocodilo gigante, lickers e tantas outras criaturas que fizeram nossa alegria na versão de Playstation 1... além das novas claro! Tudo ali está muito bem elaborado graficamente. É uma mistura de euforia em revê-los e ficarmos assustados ao percebemos que estão mais aterrorizantes que nunca. E entre os inimigos não podemos esquecer o Mister X, um verdadeiro "stalker" que te persegue você a cada esquina que vá durante o game, fazendo assim você sempre pensar mais rápido e criar novas estratégias para evitar um combate direto contra ele.

"... o Mister X, um verdadeiro "stalker" que te persegue você a cada esquina..."


Puzzles e mais Puzzles

Resident Evil nunca foi só fugir dos monstrengos, afinal existem os "clássicos puzzles" e eles estão de volta nesse remake. É preciso novamente vasculhar a delegacia e demais lugares em busca de códigos, peças, combinações e cia para seguir em frente. Mas desta vez eles estão bem mais simples de resolver, o que torna a dificuldade nesse aspecto bem baixa (se contrapondo a dificuldade dos inimigos e cia!). Apesar de resgatar a essência que consagrou a versão de Playstation 1, os puzzles aqui são simples e em momento algum vão fazer você "queimar a cuca", o que faz o game perder um pouco o ritmo, mas nada que desmereça ele. Por outro lado, nesse aspecto facilidade, os puzzles de RE2 não dependem de aleatoriedade (tentar um código na tentativa de acerto e erro!), tudo pode ser achado (um código por exemplo) e assim resolver-los de forma concreta, tudo vai depender apenas da sua exploração, o que torna tudo mais saudável.

... os puzzles aqui são simples demais e em momento algum vão fazer você "queimar a cuca".


Conclusão

RE2 Remake da pequeninos "escorregos" como no roteiro e puzzles, mas nada que tire o mérito do jogo. O game conseguiu balancear o velho com o novo de forma que honre a franquia. O temor das novidades e suas implantações que afligiram os corações dos fãs foi dissipado em questões de minutos ao jogar esse remake. A verdade é que o game é um presente aos fãs da franquia e todos os jogadores. RE2 Remake é a prova que clássicos do passado podem podem viver hoje e no futuro, desde que sejam feitos com carinho  e competência. Tanto que todos nós já estamos esperando um remake de Resident Evil 3, para fechar com chave de ouro o que a Capcom tem feito nesses últimos anos. Alias podemos colocar Resident Evil 2 Remake com um dos indicados de jogo do ano? Comentem aê! Então é isso pessoal! Fica aqui meu review de RE2 Remake e um grande abraço a todos você. Ivo. 

"O temor das novidades e suas implantações que afligiam os corações dos fãs foi dissipado em questões de minutos ao jogar o game."

P.s - Segue as notas pelos critérios oficialmente conhecidos e estabelecidos mundialmente da Ação Games >.< 


Diário Resident Evil 2 - Parte 3 - Umbrella e o Fim


E finalmente chegamos ao final do "Diário Resident Evil 2" onde conto a minha jornada cheia de sustos nesse incrível game. E caso você não tenha lido os diários anteriores é só dar uma clicada aqui. Na última parte parei na entrada do laboratório secreto e subterrâneo da Umbrella. Bora lá ver o que me espera!


ENTRANDO NA UMBRELLA

Depois que peguei o trem e falei Ada, segui em frente... eis que chego na entrada do laboratório da Umbrella. O cenário por si só já diz para você "fudeuuuu". Logo na entrada existe um recepção e ao olhar em volta já percebe-se que tudo já está abandonado (sinal que deu merda! claro!). Algumas portas só são acessíveis se você tiver um tipo de pulseira e quanto maior o nível de segurança, mais você vai precisar das pulseiras especificas. A única saída que encontrei foi a esquerda em um refeitório... E adivinha quem era o almoço? Você! O local estava infestado de zumbis. Fiz a limpa e única saída que encontrei foi por pela tubulação em cima do refeitório que dá direto a outra sala. Ali consegui encontrar uma pulseira de acesso e consegui abrir algumas portas e seguir em frente.


NEM TUDO SÃO FLORES

Ao entrar no outro setor me deparo com uma área cheia de plantas. As plantas eram experimentos da Umbrella com o G-Vírus, mas parece que algo saiu errado e elas cresceram absurdamente e ficaram mortais. Tanto que ao entrar na sala já vejo um cientista completamente morto no vidro (Se Si Fu Fu!), mas aê você repara que ele tem uma das pulseiras de acesso e vai ter que ir lá pegar do corpo dele. Você segue e aê que a coisa fica feia! No caminho aparecem novos tipos de zumbis que são meio plantas carnívoras. Você pode encher o safados de tiros e eles apenas caem no chão e depois voltam a vida... o único jeito de mata-los é queimando eles com lança-chamas.


JARDIM BOTÂNICO DA MORTE

Passando a sala com "zumbis-plantas" você dá de cara com uma sala de controle onde existe o acesso para o "jardim botânico da morte" (local onde está o cientista com a pulseira de acesso!). Ali você descobre que é preciso jogar um inseticida para matar as plantas no "jardim botânico da morte" e assim pegar a pulseira no corpo do cientista.

Mas é claro que você não vai consegui nesse momento... é preciso encher um tubo com esse inseticida e assim usa-lo no computador dessa sala e de final jogar nas plantas. Então o negócio é ir encher esse tubo e obviamente passando pelo "jardim botânico da morte" repleto de monstros e plantas assassinas.


SUBTERRÂNEO DO JARDIM

Mesmo entrando no "jardim botânico da morte" é impossível pegar a pulseira do cientista morto. Ele está em uma área que cheia de plantas que não deixam passar e o jeito é jogar inseticida em tudo para abrir o local. Eu sigo em frente e a única passagem é uma porta que dá no subterrâneo do jardim.

 Ela precisa de acesso para abrir, consigo isso e entro. Ali embaixo mais uma laboratório da Umbrella com sangue para todos os lados e especialmente do teto (sinal de Hunter safados!). O local está infestados de zumbi, mas nada de Hunter aparentemente e com isso sigo em frente. Ali descubro que é um setor onde posso fazer o inseticida e nisso que vou  atrás. A primeira parte de encher o inseticida foi feita e na volta encontro os Hunters... são 3 Hunters e chatos de matar e ralei para isso!


A VOLTA AO JARDIM BOTÂNICO DA MORTE

Com a primeira parte do inseticida feita o negócio é voltar. Voltando descubro para encher a segunda é só ir na sala ao lado do "jardim botânico da morte". Chegando lá consigo encher a segunda parte o inseticida e agora estou pronto para detonar as plantas que impedem de chegar ao cadáver do cientista. Na volta descubro alguns registros que informa o que aconteceu nesse laboratório. De algum modo alguém deixou de ativar o sistema de dedetização das plantas e elas cresceram absurdamente e começaram a matar os cientistas. Isso de algum modo aconteceu devido ao vazamento do G-Virus e o ataque dos zumbis. No final eu consigo usar o inseticida e matar plantas e sigo para pegar finalmente a pulseira.


Mr X BACK AGAIN

Quando chego até o cientista e pego a pulseira! Adivinha quem aparece? Ele mesmo o chato do Mr X! Ele não morre o jeito fugir dele e foi que fiz. Ainda voltei a consegui pegar mais uma pochete e assim completei todos os espaços que precisava para armazenar itens. Corri até a ponte principal e acionei a ponto com a pulseira que peguei. Ali vou FINALMENTE a sala do G-Virus... Aleluiaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!! E nada de Mr X nesse meio tempo =) Ainda bem!


G-VIRUS FINALMENTE E O QUE ACONTECEU

Cheguei na sala onde fica as amostrar o G-Virus, mas antes descubro uma fita que mostra a gravação do que realmente aconteceu para toda essa merda ter acontecido.

"Após o incidente da mansão em Resident Evil 1, uma preocupação geral tomou conta da Umbrella para que os fatos não fossem investigados a fundo. Mesmo com a explosão do local, juntamente com o Complexo de Pesquisas de Arklay, foi necessário tomar algumas providências para que os relatórios dos S.T.A.R.S. sobreviventes fossem desacreditados.

Como parte dessas providências, em meados de agosto, Birkin tem um encontro com Brian Irons (delegado de Raccoon City), pagando a ele 10 mil dólares para que as atividades dos S.T.A.R.S. sejam monitoradas, e que as investigações sobre o incidente da mansão sejam de alguma forma atrapalhadas. Irons passa então a tomar todas as providências para que os relatórios e declarações dos sobreviventes do incidente sejam desacreditadas e não sigam em frente.

Ainda por conta da repercussão do incidente, a imprensa e a polícia federal passam a investigar as ações da Umbrella, e Birkin ordena que a passagem que liga a R.P.D. ao laboratório subterrâneo seja mais controlada e a entrada e saída de pessoa seja mais restrita.

Em setembro, a Umbrella passa a observar as ações de Birkin mais atentamente. William entrava de cabeça cada vez mais em suas pesquisas, e em uma avaliação psicológica de rotina, médicos da Umbrella relatam que Birkin apresentava um comportamento anormal, misturando mania e extremo silêncio.

Falando de forma totalmente obsessiva, o pesquisador se recusava a falar qualquer coisa plausível do que o futuro reservava para ele, mas dava ideia de que acreditava que  algo grandioso para ele e sua família estaria reservado.

Família, que aliás, havia sido deixada de lado por Birkin por conta de suas pesquisas. Em uma carta escrita por Annette, ela relata que passou períodos de mais de uma semana sem que William voltasse pra casa, e que Sherry sentia muito a falta do pai.

Annette ainda conta que, em sua avaliação psicológica periódica feita pela Umbrella, a coorporação parecia mais interessada em obter informações sobre William do que efetivamente fazer uma avaliação psicológica de Annette. Ainda em sua avaliação psicológica, Birkin foi retratado como um homem de ética de trabalho louvável, mas que deveria ser observado mais de perto, com avaliações em intervalos de tempo mais curtos.

William Birkin, passa a temer que a Umbrella queira tomar a pesquisa do G-Vírus dele e contata o Exército dos EUA para negociar um acordo. Dessa forma, ele monopolizaria o G-Vírus para si. Porém, no dia 20 de setembro de 1998, uma operação para recuperar o G-Vírus é inciada pelo esquadrão da U.S.S. formado pelas equipes Alpha (tendo como HUNK como líder) e Delta.

As equipes invadem o esgoto, e no dia 23 de setembro eles localizam e invadam o laboratório de Birkin. Ao se recusar a entregar o G-Vïrus aos soldados, o cientista é alvejado pelos membros da equipe Alpha da U.S.S., que coleta a maleta com as amostras do T e do G-Vírus que estavam em posse de Birkin.

Extremamente ferido e prestes a morrer, Birkin se injeta com o G-Vírus, e quase que imediatamente, transformações começam a ocorrer em seu corpo, ele sai pelo laboratórios e pelos esgotos em busca dos soldados da U.S.S. Ao encontrá-los, Birkin é novamente alvejado com uma grande rajada de tiros, mas por conta dos efeitos do G-Vírus, ele não sofre dano nenhum e mata todos os membros da U.S.S.

O único a se salvar é HUNK, que havia guardado consigo uma amostra do G-Vírus. Durante o ataque, a maleta contendo as amostras de T e G cai no chão, liberando os vírus nos esgotos e contaminando os ratos que espalham o vírus por toda Raccoon City." 

Claro que eu aprofundei mais a história porque na fita só mostra o Birkin sendo morto. Depois de ver a fita segui em frente e finalmente peguei uma amostra do G-Virus e agora era fugir dali.


A BATALHA FINAL

Quando estou saindo Birkin aparece e totalmente transformado (quarta transformação dele!), mas antes que ele me ataque a Annette aparece e joga um anti-vírus nele e Birkin caí no chão. Nisso Annette explica tudo a Leon, que o dois eram marido e mulher e trabalhavam juntos na Umbrella até toda merda acontecer o Birkin injetar o G-Virus em si mesmo.  Mas antes de ela dizer mais algum coisa Birkin levanta agarra ela e a joga longe e aê começa minha luta contra quinta transformação de Birkin. A luta é pesada e eu descarrego munição no filho da mãe ele continua em pé e para piorar ele ataca tanques de gás em mim. Mas no final detono ele sem piedade (morri umas 10 vezes!). Antes de ir embora Annette me conta sobre Ada e que ela não é do FBI e pede para tomar cuidado... e não deu outra porque na outra sala encontro Ada e Leon logo fala que ela não é um agente do FBI e ela aponta a arma para ele. Nesse meio termo o laboratório entre em contagem regressiva para explodir e no meio desses tremores a ponte que Ada e Leon estavam quebra e Ada caí mais Leon a segura, mas ela caí junto com a amostra do G-Virus.


A BATALHA FINAL 2

Sem Ada e G-Virus o Leon tenta fugir do laboratório prestes a explodir e em uma sala encontra Claire em um dos monitores e fala para ela fugir pois tudo vai explodir. Seguindo em frente em meio a explosões e zumbis.


E quando estava achando que iria terminar o jogo.... Mr X volta novamente para terminar um papo comigo e assim começa a luta final. E o pior de tudo é que ele está transformado e muito mais forte agora. Eu demorei para matar ele! Fuzilei, queimei, atirei...mas o filho da mãe vinha sempre em uns golpes mortais e me matava. No final o melhor jeito de matar ele foi usar a Magnum e mandar balas certeiras na cara dele. Eu morri umas 15 vezes e tava quase desistindo já quando finalmente consegui e recebi uma bazuca da Ada (parecia ela!) e explodi o filho da mãe.


O FIM

Depois de mantar o Mr X foi só aproveitar o final e que na verdade não é o final verdadeiro... tenho que terminar o jogo com a Claire agora e depois na opção "História 2" e assim ver o verdadeiro final =) E pode ter certeza que vou fazer!! O que posso dizer do jogo? Ele é fantástico! Está matando minha sede de RE2 que tive nesses últimos 20 anos, mas vou fazer uma analise técnica dele totalmente em uma review e depois de terminar com Claire. Fiquei feliz pra cacete fazendo esse diário e justamente porque nunca tinha feito nenhuma na minha vida e olha que já tive vários blogs. Dá um trabalhão, mas é gostoso de fazer! >.< Eu vou fechar com esse do Leon e uma analise super completa e técnica do jogo no meu review sobre ele.

Com isso ficou aqui! Felizão com Resident Evil 2 =) 


Minha Vida Gamer - Parte 5


E chegamos ao "Minha Vida Gamer 5.0". Para quem não leu ou não sabe o que é essa seção, ela registra da minha história gamer dividida por épocas. Caso você queira ler (vale a pena!!) é só conferir nos links abaixo.

- Minha Vida Gamer 1.0
- Minha Vida Gamer 2.0
- Minha Vida Gamer 3.0
- Minha Vida Gamer 4.0
- Minha Vida Gamer 4.5

Mas voltando! Agora nessa parte 5.0 onde euzinho já não tinha mais videogames (3DO fálido e N64 roubado!) e nem dinheiro para comprar um novo. Então o negócio era se virar com o PC que tinha e que na verdade essa história com ele começa lá em meados de 1995 e onde vou começar comentar aqui. Bora lá!


Primeiro PC - A gente nunca esquece!

Era 1994 e os PCs eram os assuntos dos pais em relação ao futuro dos seus filhos. De cada 10 crianças 11 os pais mandavam para cursos de computação com a ideia de ser a "profissão do futuro". E não foi diferente comigo, meu pai me mandou para uma escola de informática em 1995 chamada "Data Control" e lá aprender Word, Excel, Windows e Power Point. As aulas eram até legais e por um tempo esse curso foi aos sábados, mas tive que mudar de dia e horário e acabei indo fazer as terças e quintas às 20:00hrs. Era longe de casa, mas meu pai fazia questão de ir me buscar às 22:00hrs, quando terminava o curso. Fiquei

1 ano e meio nesse curso até finaliza-lo e digo que foi um boa experiência. Anos antes tinha feito um curso de Windows 3.11 e um escritório (improvisado!), mas ali não aprendi tanto como nesse curso da "Data Control". Apesar de ter feito esses cursos me faltava o essencial - "TER UM COMPUTADOR" (que era absurdamente caro naquela época). Para minha felicidade meu pai acabou comprando um PC montado de um cara que morava no nosso prédio e que se chamava Pedro (ele era gente finíssima!).

E no final de 95 lá euzinho estava com meu Pentium 100mhz com 16MB de RAM, HD de 1 Giga e CD ROM de 2x. Era um PC absurdamente básico, mas que fez muita minha alegria. Eu fiquei com esse PC por uns 5 anos e no máximo troquei a HD que tinha queimado e coloquei mais RAM. Me lembro existia um sério problema no MODEM e a PLACA DE SOM desse PC. O modem e a placa de som eram embutidas em uma única placa e isso gerava um conflito com o Windows. Na hora que desligava o PC o Windows deixa de reconhecer o modem (só acha que tinha placa de som!) e quando o ligava tinhamos sempre instalar os drives do modem de novo. Era um sacoooo! Não esqueço o nome da placa até hoje e se chamava - "BOCA" e que gentilmente apelidei de "BOCA DO LIXO". Nessa época eu só jogava joguinhos simples de PC como os dos do Windows, meu velho amava jogar cartas e especial o PACIÊNCIA e eu curtia muito jogar "COPAS" e aquele Pinball chamado "SPACE CADET". Até que começaram a surgir os emuladores, jogos de PC e por último a internet.



Emuladores - Uma salvação temporária!

No final de 1996 conheci os primeiros emuladores e roms. Me lembro que as primeiras roms que começaram a aparecer em disquetes dos amigos foram as de NES e Master System. Nessa época eu ainda tinha videogames e vivia mais neles que no PC, mas sempre via meus amigos jogando emuladores de NES e Master System no PC. Isso durou até mais ou menos 1998 (quando me roubaram meu N64!) e fiquei sem videogame algum (contado aqui na "Minha Vida Gamer 4.5"). E a partir desse momento meu único meio de jogar algo em casa era via PC.

E nessa época também comecei a usar emuladores de Super Nintendo. Apesar de meu PC ser um Pentium 100mhz e que já era um PC velho para padrões de 1997/ 1998 eles rodavam relativamente bem e inclusive consegui instalar jogos de Arcade e Mega Drive. Jogos como: Alex Kidd in Miracle World, Top Gear, Captain Commando (Arcade), Final Fight, Mario 3 e Sonic supriam minha vontade de jogar os consoles daquela geração, já que não tinha nenhum. Joguei muita coisa de emuladores! Muta mesmo! Praticamente entupia minha HD de roms e ficava tardes jogando, mas isso não durou muito.


Playstation e Saturno na Cabeça!

É pessoal!! Eu sempre fui um cara antenado com games e não tinha jeito. A explosão do Playstation 1 e Saturno mexeu com todos e mesmo aqueles que tinham um PCzinho com emuladores não deixam de sonhar em ter um esses videogam (que era meu caso!). E essa época foi auge do 32 bits, era uma avalanche de grandes lançamentos como: Resident Evil, Chrono Cross, Final Fantasy 7, Winning Eleven, Ridge Racer, Soul Calibur, Street Fighter. King Of Fighters e tantos e tantos outros jogos. E por mais que pudesse jogar joguinhos no PC, esses grandes jogos e a vontade de joga-los não me deixavam em paz.


Como jogar? - A Salvação!

Então me vendo em volta de tantos lançamentos de games para PSX e Saturno o jeito foi recorrer aos amigos. Ainda bem que tive grandes amigos "gamísticos" durante a vida e especial os de infância. Graças a alguns pude desfrutar o máximo possível da geração 32 bits, mas obviamente com as limitações de jogar na casa deles. Afinal não tinha como você jogar um Final Fantasy 7 o dia inteiro na casa de um amigo, alias até tem, mas como só ia na casa deles nos fins de semanas a possibilidade de fechar um Final Fantasy 7 era impossível. Então o esquema era jogar "multiplayers" como de luta, corrida, tiros, beat 'em up e etc.

Esqueça locadoras!! Essa época foi o inicio do fim delas! Que dominava aqui eram as lojinhas de CDs piratas que vendiam jogos de PSX e Saturno por míseros 5,6 ou 10 reais. Praticamente víamos jogos novos todos os fins de semana e tinham tantos jogos que não conseguíamos ver todos (quando ia nos amigos!). Esses meus amigos chagavam a comprar 3 jogos por semana em uma "mistureba" de gêneros. Negócio ali era jogar o que pudesse e ponto final.

Os principais jogos dessa época que joguei foram: Street Fighter Vs Xmen, King of Fighters 97 e 98, Crash Team Racing, Rigde Racer, Mortal Kombat, Chocobo Racing, Soul Edge, Guardian Heroes, Toshinden, Dragon Ball GT, Nights, Sega Rally, Daytona Usa, Sonic R.


Felicidade - Não tendo os videogames?!

Apesar de não ter os videogames atuais, me sentia super contente em joga-los e nem que fosse um pouquinho. E sempre achei que mais o importante (pelo menos para mim!) que ter os videogames e jogos era conversar sobre eles e compartilhar as experiência (coisas que dificilmente acontece hoje! Só querem famosidade, curtidas e serem donos das opiniões. Pronto falei!). Eu não tinha Playstation e nem Saturno, mas se você viesse conversar comigo sobre qualquer jogo... lá estava euzinho pronto para papear sobre eles. Alguns até achavam que eu tinha todos os videogames por estar tão por dentro do assunto e quando falava que não tinha nenhum... todos ficavam surpresos.


Época da "mistureba" - E a chegada da internet

Não foi só de videogames que tomavam meu tempo nessa época. Junto surgiu interesse por animes e dos meus amigos também. Então fim de semana era uma "mistureba" de conversas de games, animes, filmes, revistas e tudo que você possa imaginar sobre esse mundo "Geek". Alias nem chamávamos isso de mundo "Geek"... negócio nem tinha nome na verdade. Os primeiros animes que conheci obviamente foram pela Manchete e SBT com os clássicos: Cavaleiros do Zodíaco, Shurato, Samurai Warriors, U.S Mangá e Yuyu Hakusho, Street Fighter Victory, Rayearth, Fly e Dragon Ball. Mas além de toda essa explosão de coisas algo surgiu definitivamente em todos os lares nessa época - A INTERNET.


Internet Lenta - Chegou


Eu já tinha visto a internet no PC de um amigo e me maravilhado em acessar páginas e bate papos da UOL e não deu muito tempo e fui lá e instalei internet em casa. Eu e meu pai assinamos internet em de uma empresa chamada "BSNET" (Baixada Santista Net) que obviamente era uma assinatura para acesso a internet limitada e via linha telefônica. Tudo foi instalado direitinho e o primeiro site que visitei na vida (no meu PC!) foi o da Nintendo hahahahaha XD. Era uma lentidão absurda para acessar as páginas, mas esperava o que tempo que fosse preciso e no final ficava lá todo felizão vendo os sites. hahahahaha XD.

Desse momento para frente foi a evolução como todos nos sabemos - emails, bate papos, baixar fotos, mp3s, ICQ, programas e cia. Foi uma época bem legal, mesmo meu modem sendo de 16 kbs o que era uma lentidão horrorosa, euzinho baixava as coisas (demorando 3 dias!) com aquele programa gerenciador de downloads chamado "Get Right".


Joguinhos de PC

Mesmo com o PC lerdinho resolvi jogar alguns joguinhos que vinham em CD. Alias aluguei até alguns lá na locadora perto de casa e entre essas locações estava o meu primeiro jogo de PC que realmente joguei e fechei - Full Throttle. Um jogaço ao melhor estilo "point and click" com o simpático BEN como protagonista. Depois desse veio outros jogos como Daytona USA, Men in Black, Star Wars Rebel Assault.

Também nesse época acabei comprando algumas revistas de PC clássicas como: CD EXPERT e CD ROM. Sempre vinha demos de jogos e instalava eles para jogar. Nisso joguei: Diablo, Pandemonium, Alone in The Dark entre outros. Eu nem olhava essa revista na verdade... só queria saber dos jogos no CD =)

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Muitos e muitos Anos depois

E foi assim que fiquei por muito e muito tempo pessoal e indo na casa de amigos e jogando alguns jogos no PC. Em alguns momentos esporádicos peguei alguns videogames emprestados como PSX e Saturno, quando o pessoal só queria saber de Playstation 2 e Dreamcast lá em meados de 2000, mas nunca foi a mesma coisa que ter seu próprio videogame no seu quarto. Isso de não ter videogame terminou somente em 2006 quando comprei meu Xbox 360 naquela outra febre dos jogos Xbox 360 piratas, mas isso é assunto para outro Minha Vida Gamer e bem mais para frente.

Mas no final de tudo isso que passei (não ter certos videogames) ficou um grande lição. A vida sempre vai lhe colocar algum obstáculo, mas o importante é você seguir em frente e fazer o que ama honestamente e mesmo que tenha limitações. Eu amo videogames e um grande hobby meu que vou levar para o resto da vida, mas é claro que nem tudo vai ser como no passado devido ao tempo, família, filhos, casa, esposa, dinheiro e tudo mais... mas não deixe de ser divertir com que ama. Não importa se é 2 minutos ou 1 hora... o importante é você tem se divertir com que ama. E ainda melhor se você compartilhar tudo isso! É o que faço, tento trazer um papo, uma conversa sadia, brincadeira o que for de bom ... não fique com muitos hoje! Que reclamam que não tem tempo, não conversam sadiamente, vivem sendo "haters" de tudo.Tempo passa MUITO rápido e podemos perder tempo com essas chatices!


Saudades 

Antes de terminar o "Minha Vida Gamer 5.0" gostaria de prestar uma singela homenagem. Nesse período entre 2000 e 2008 acabei perdendo meu pai e irmão. Meu pai e minha mãe são os me ajudaram a gostar de videogames (diretamente ou indiretamente!).Eu era muito pivete e não tive a oportunidade de perguntar ao meu pai se ele gostava de me ver jogando videogame, mas algo no meu coração diz que SIM e sempre SIM sobre isso. No final ele e minha mãe que me deram todos os videogames que escrevi até agora nessa seção - "Minha Vida Gamer". Eu sempre digo que no dia que for pai... se for METADE do que meu pai e minha mãe são/representam para mim eu estarei feliz nessa vida! Minha paixão por games é eterna, mas minha paixão por esses dois e meu irmão vai além da eternidade, vai além de tudo (o mesmo com minha esposa!). Já meu irmão e eu não tivemos a oportunidade de sermos mais próximos, eramos com idades diferentes e gostos diferentes. Os poucos momentos que tivemos juntos de verdade foram com videogames ou com nossos pais, mas os que mais lembro é parte dos videogames - Double Dragon de Master System, Alex Kidd Miracle World, Cabal, Street Fighter, Tartarugas Ninjas (quando você alugou de SNES!). Lembro disso e vou levar pelo resto da minha vida. Espero um dia encontrar vocês dois (pai e irmão!) e sentarmos para jogarmos uma bela partida de videogame e matarmos toda a saudade. Obrigado por vocês estarem na minha vida... mesmo que tenha sido tão rápido! Amo vocês! Onde estiverem! E me desculpem qualquer coisa! Amo vocês! Sempre!

Bom é isso pessoal! Aqui fechamos "Minha Vida Gamer 5.0". Demorou, mas fico muito contente e deixar registrado toda essa minha história. Era algo que queria fazer a muito tempo. E se você acompanhou tudo isso aqui, muito obrigado mesmo (de coração!) Grande Abraço. Ivo. 


Diário Resident Evil 2 - Parte 2 - Além da Delegacia


E aqui estamos com a continuação do "Diário Resident Evil 2"! E quem quiser ler a parte 1 e só clicar aqui. Como tinha falado no diário anterior, euzinho acabei parando na parte do subterrâneo. Bom, lá fui eu descer e ver o que existe abaixo da delegacia. E a verdade é uma só! Quando mais você desce, mais coisas assustador fica RE2.


Estação de tratamento de esgoto e monstros

Após descer o elevador acabei me deparando com uma estação de tratamento de esgoto. Canos, tubulações, plataformas, escuridão e barulhos estranhos. Segui em frente e tudo estava vazio até me deparar (levar um baita susto!) com William Birkin. Ele é uns principais cientistas da Umbrella e de algum modo estava transformado em uma criatura toda esquisita e forte pra cacete. Meti bala no filho da mãe um zilhão de vezes até ele cair de uma das plataformas. A minha sorte é que tinha guardado toda munição (shotgun) para ocasiões como esse.

https://www.youtube.com/watch?v=p9FX9vVItw4


TUDO QUE DÁ MEDO

Saindo dessa estação de tratamento de esgoto acabei encontrando uma saída que dava ao estacionamento da delegacia. Um lugar cheio de viaturas, furgões da "SWAT" e carros de passeio. Tentei abrir a grade do estacionamento que te leva para o lado de fora da delegacia, mas não deu em nada. Para abrir você tem que ter um cartão de acesso, então o esquema era ir até cadeia (celas dos prisioneiros!) ou no necrotério. Resumidamente você diz para si mesmo "fudeu!" nessa hora, mas você acha que isso é ruim? Fica pior acredite! Além da cadeia e do necrotério existe um canil onde ficavam os cães policiais de Raccoon City. E não deu outra! Logo fui atacado por cães zumbis, mas nisso apareceu uma agente do FBI chamada Ada Wong e me salvou. Sinceramente ele não tem cara de ser agente do FBI e até onde parei no jogo tenho a certeza que ela tem envolvimento com Umbrella e em todas essas coisas que estão acontecendo na cidade. Ela me salvou e avisou para ficar fora do seu caminho e foi embora. Com isso fui vasculhar o local fazendo sinal cruz >.<

A questão agora era: - Qual local ir? Resolvi ir até o necrotério primeiro e antes chegar nele passei pelo canil onde ficavam os cachorros policiais e que estavam trancados dentro celas (outras vazias!), mas prontos para me devorar. Não pensei duas vezes e meti bala neles e tenho certeza que se não fizesse eles iriam fugir e me atacar. A sociedade protetoras dos animais que me perdoe, mas desta vez não fui bonzinho com os animais não hahahaha XD A sacanagem daquele lugar era justamente que todas as salas tinham pequenos buracos ao lado das portas e que acredito que seriam para os cachorros andarem de uma sala para outra livremente (afinal eles não sabem abrir portas!), mas quem fez isso esqueceu que em um ataque zumbi os malditos iriam pode trafegar de um local para o outro. Passando isso o jeito foi ir ao necrotério e ali que mora mais uma sacanagem do game. Você tem que abrir os frigoríficos com os corpos e investigar eles. Sacanagem! Você realmente fica tenso com isso! É um teste para cardíaco...

Depois o negócio era ir para cadeia e chegando lá era o que esperava... todos que estavam nas celas viraram zumbis. Aproveitei e já meti bala em todos, vai saber se aquelas celas iriam abrir alguma hora (e iriam!). Chegando mais a frente encontrei um prisioneiro não transformado e o nome dele era Ben Bertolucci. Pelo que percebi ele era um repórter que estava investigando o casos estranhos em Raccoon City e com isso descobriu o envolvimento do delegado que recebia propina da Umbrella para manter tudo escondido. Ele disse que tinha o cartão para abrir a grade do estacionamento, mas antes que ele pudesse falar algo... sua cabeça foi esmagada por uma mão gigante que atravessou a parede da cela.

Depois disso tive que achar um dispositivo que fazia voltar a energia lá na cadeia e assim abrir a cela onde o Ben morreu e pegar o cartão de acesso do estacionamento que estava no corpo dele. Esse dispositivo de energia está justamente na torre do relógio da delegacia... resumindo! Tive que voltar tudo até a delegacia e nessa volta que conheci o Mr X.


MR  XATO

Nessa volta para delegacia que acabei encontrando o Mr X que é um gigante de 2 metros com um chapéu esquisito e que quer te matar a qualquer custo. Claro que euzinho meti bala nele até dizer chega e até achar que o tinha matado. Bom, nisso de achar tinha matado o bichão fui andar lá pela delegacia tranquilamente e resolvi ir no último local que não tinha ido. Era o lado oeste da delegacia no 3º andar. Ali estavam alguns "hunters" que não tinha matado devido a munição e fui até lá meter bala neles... Adivinha quem aparece? Sim o Mr X! Foi ali que percebi que ele fica te perseguindo o tempo todo e não morre. É pessoal! Eu não sabia disso! O grandão pegou minha cabeça e esmagou na parede O_o


ABRIRAM A PORTA DA CADEIA

Depois de ficar fugindo do Mr X o tempo todo, pegar o dispositivo de energia na torre da delegacia e voltar para cadeia... o esquema era ligar os circuitos de energia e abrir  a cela do Ben e pegar o cartão do corpo dele. Tudo feito até que!? Quando liguei os circuitos ele acionou o alarme da cadeia e abriu todas as celas e todos os zumbis que estavam lá. Nem preciso dizer que todos vieram para cima de mim, mas o pior ainda foi isso e sim que no meio de todos esses zumbis estava o Mr X. Eu gastei muitos tiros nos zumbis e Mr X e no final saí correndo de lá. Fugi para estacionamento até que Mr X atravessou uma parede e me pegou e nesse momento fui salvo novamente pela Ada Wong que joga um furgão da "SWAT" no Mr X e o explode. Adeussssss Mr X!!!!


PASSEIO NO PARTE

Depois de matar o Mr X e seguir para fora da delegacia, resolvi olhar TUDO nela. Foi mais tranquilo porque não tinha o "Mr Xato" atrás de mim. Descobri várias coisas interessantes como: a foto da Rebecca Chambers, abri finalmente o local das armas lá no escritório dos S.T.A.R.S, abri o porta-mala do carro de polícia, achei alguns andares que não tinha visitado, alguns itens que passei batido e outros documentos como o do Cris Redfield. Eu adoro explorar os locais em jogos assim, acho que é uma das coisas que mais gosto de fazer. Ah sim! Como disse antes, entrei na parte da das armas do escritório da S.T.A.R.S e peguei uma arma nova =) É uma Magnum que com apenas 1 tiro detona os miolos dos zumbis. Agora que tava tudo pronto ali era hora de sair da delegacia de vez.


FORA DA DELEGACIA

Voltei ao estacionamento e abri a grade que impedia minha saída e junto com a Ada Wong finalmente saímos da delegacia. Andamos por algumas ruas até achar uma loja de armas. Lá encontramos Robert Kendo, toda armado e prestes a estouras nossos miolos. Leon conversa com ele até que avista a sua filha! A filha de Robert tava já nos estágios finais para se transformar em um Zumbi e ali você percebe toda a merda que a Umbrella fez na cidade (nem crianças escaparam!). Leon tenta ajuda-los, mas Robert se nega em receber ajuda e só pede para ficar com sua filha sozinho e assim eles vão para um sala e se trancafiam. O que resta é Leon puto da vida seguir em frente.


ESGOTO QUE NOJO

Quando achei achei que  sair da delegacia era uma boa ideia... estava enganado! Ada me informa que para chegar ao laboratório central da Umbrella teriamos que ir pelo esgoto. E o jeito foi ir lá! Logo entrando no esgoto me deparo com um bicho gigante passando e descubro que era CROCODILO GIGANTE. Isso foi muito legal! Um dos meus filmes prediletos quando criança era o "Alligator" que passava na SBT. Eu era louco por esses filme de monstros como: Alligator, Ataque dos Vermes Malditos, Ataque da Formigas Gigantes e Aracnofobia. Ele estavam entre os meus prediletos na infância! Seguindo o esgoto depois de um tempo acabamos encontrando o crocodilo gigante, mas achei a luta dele meio banal =( era apenas correr dele e no final quando ele mordesse uma tubulação de gás era só atirar nela e explodiu-lo. Bem banal! Poderia ser algo bem mais elaborado né Capcom?!


ANNETTE BIRKIN E O MEU PRIMEIRO ENCONTRO

Passando o crocodilo seguimos em frente entramos em uma porta e damos de cara com Annette Birkin. Ela é a encarregada na Umbrella junto com o Willian pelo G-Vírus. Então toda merda que aconteceu no Resident Evil 1 e agora no 2 está nas mãos dela e dele. Leon e Ada tentam pega-la, mas ela escapa e ainda atira no ombro de Leon que fica desacordado. Daí para frente você segue controlando Ada enquanto Leon está desacordado. Achei super maneiro isso! Você usa uns componentes tecnológicos dela e que realmente tem sentido com uma espiã. Você segue no controle de Ada em busca da Annette, mas no final você entra em uma câmera incineradora para pagar pegar um cartão e habilitar as portas desativadas, mas acaba preso pela Annette que te tenta queima-la viva lá dentro. Depois de morrer algumas vezes tentando escapar disso... finalmente consegui! Mas isso não durou muito porque Annette te derruba de uma ponte e Ada cai desacorda. Aê que Leon acorda e você continua a jogar com ele.


RUMO A UMBRELLA

Jogando com o Leon agora você tem que resolver uns puzzles andando pelo esgoto e enfrentando uns monstros todos pobres que saem da água do esgoto. Eles ainda prendem você e fazem você beber um liquido verde (ECAAA!) e você intoxicado e fica tossindo que nem seus pulmões tivessem podres. No final  você vai até uma sala e se depara novamente com o William Birkin novamente e ainda mais transformado e raivoso. Meti lança chamas nele, mas como sempre o safado não morreu... foi aê que descobri que tinha uma plataforma que tinha um contêiner que você tinha que jogar nele.  Fiz isso de primeira e o bichinho vou jogado lá para as profundezas do inferno e espero que não voltei mais. Será? Depois disso salvei a Ada lá que estava desacorda em seguimos até encontrar um trem onde nos levará ao laboratório central da Umbrella e lá o bicho vai pegar (literalmente).

Então é isso pessoal! Aqui fico! Pretendo nesse fim de semano seguir rumo aos laboratórios dos sacanas da Umbrella. Grande Abraço. Ivo. 

 


Diário Resident Evil 2 - Parte 1 - Bem Vindo a Raccoon City

E esse fim de semana comecei a minha aventura em Resident Evil 2 Remake e vou logo vou dizendo - EU FIQUEI TENSO JOGANDO!!! O jogo realmente tem um clima de terror aos melhores clássicos do gênero. Eu tenho certeza que os jogadores do Resident Evil 2 do PSX lá de 1998 sentiram a mesma coisa nesse "Remake".


Posto da Gasolina

Logo de cara chegando ao posto de gasolina me deu um arrepio na espinha. Aquele clima de chuva, tudo escuro, sangue no chão e tudo deserto em volta acabou me colocando em uma imersão profunda no game e como a muito tempo não sentia. E logo de cara entrando no posto já morri! Alias vejam o vídeo (no final do texto!) e reparem no meu desespero em tentar achar uma saída da lojinha no posto de gasolina. Aquela maldita sala é toda escura e não enxergava que tinha um saída na direita e por isso virei lanche do zumbi frentista. E o gordão do caminhão? Reparem no foco que a imagem dá na boca dele quando está comendo o hambúrguer. É um sacada visual clássica de filmes de zumbis... onde eles focam algo sendo "comido" antes do maluco virar comida de zumbi ou monstro. Muitoooo legal isso! Eu assisti muitos filmes de terror com esse tipo de "close" e um dos clássicos que você pode ver isso é no filme - "FOME ANIMAL" do diretor Peter Jackson (Senhor do Anéis).

                                  


Zumbis de Verdade

Os zumbis desses jogo são realmente assustadores. Teve um zumbi que ficou parado de frente uma parede e que mais parecia a cena final do filme "Bruxas de Blair" (que o cara que entrou na casa ficou virado para parede!), mas foi só passar perto dele que o pilantra foi me atacar. Teve uma hora que tinha dois zumbis no andar acima de onde estava e logo pensei que eles jamais iriam descer... e fiquei andando ali embaixo sossegado quando ouço um barulho e LEVO UM BAITA SUSTO! O zumbis começaram a se jogar do andar de cima e caíram do meu lado. E adivinha? Eles se levantam e foram me atacar. E teve muitos e muitos outros sustos!


Depois do Posto de Gasolina e a Delegacia

Depois do posto de gasolina a história começa a se desenrolar com o encontro com a Claire e até a separação deles e a entrada na delegacia. Tudo muito bem detalhado e sombrio e digno de fotos e que pretendo fazer mais para frente jogando com calma. Por enquanto vou jogando na raça mesmo e sofrendo sempre com a falta de munição e vasculhando cada centímetro da delegacia.

A delegacia é fantástica e completamente detalhada. Como eu joguei só o começo do RE2 de PSX consegui fazer aquela comparação do passado com o de hoje. É uma sensação maravilhosa! Imagina para quem jogou o jogo todo?! Até essa parte da entrada na delegacia eu fiquei "sismado" com a roupa do Leon, que não era o uniforme da polícia dele, até achei que tinha feito algo errado. Mas depois de um tempo ele acaba trocando a roupa e ficando ao estilo clássico.  O resto a galera que jogou a DEMO já devem estar situadas e comigo foi até que rapidinho. Você vai pelo lado direito e sai naquele corredor alagado que você descobre que alguém entupiu a privada hahahaha XD Será que alguém deu um barrão de medo e entupiu a privada? hahahahaha XD Eu fiz questão de ir lá no banheiro e verificar! Eu sou louco eu sei!!

Depois dali você é salvo pelo Marvin que já tá com uma pé na cova.


Depois do Marvin

Aê você começa a vasculhar mais profundamente e vai descobrindo os segredos que envolvem a delegacia e que ali antes era um museu. Eu não sei dizer se isso foi relatado na versão de PSX, mas sempre fiquei pensando em como uma delegacia poderia ser tão grande daquele jeito. O lugar que mais detesto é a parte oeste da delegacia onde está os escritórios dos "S.T.A.R.S", os banheiro dos funcionários, salas de reunião e cia. O local é infestado de zumbis e cheio de janelas abertas e onde os pu¨%$ ficam entrando (você tem q fechar com tábuas!) e lá também se encontra os "Hunters" que fazem você virar mingau em questão de segundos. Só consegui matar 1 deles com uma "shotgun" que achei no caminho e o outro eu deixe lá e saí correndo ^^


Melhorar os tiros e cia

Algo que preciso melhorar ou realmente é difícil no jogo é matar os zumbis. Dou um tiro no meio da testa do safado e mesmo assim ele não morre e outras vezes com apenas um tiro acabo explodindo a cabeça dele. Vamos ver mais para frente isso! Será que alguém está sofrendo com isso também? E senti falta (que tinha nas versões antigas) de quando os zumbis caem no chão e tentam te pegar nos pés e você pisava na cabeça deles.
Será que é possível isso ainda?


Finalizando a primeira jogatina

De resto fiquei sobrevivendo lá na delegacia e morrendo algumas vezes, mas porque eu sou chato. Eu quero vasculhar tudo e matar todos os zumbis. Eu AMEI o esquema de você limpar a área e os zumbis não voltarem, como eu adorei isso... sem malditos "respawns" infinitos que odeio em certos jogos. Recolhi os medalhões e agora vamos para o subterrâneo. O que me espera lá? Já tô me borrando de medo >.<

Nos vemos no - Diário Resident Evil 2 - Parte 2º