Desafio Todos os Beat ´Em Ups de Snes #15 e #16 - The Combatribes e Cosmo Police Galivan II


E mais dois jogos para a minha jornada de todos os Beat Em Ups de Snes. Desta vez joguei "The Combatribes" e "Cosmo Police Galivan II: Arrow of Justice". O The Combatribes eu até gostei, me lembro que me decepcionei lá em 1993 quando joguei porque era extremamente difícil, mas vendo atualmente é até legal de jogar. O problema é o sistema de colisão que é "ruimzinho", mas de resto é puro suco dos anos 90´s com índios, punks, bombadões e cia. Agora o Cosmo Police Galivan é um dos jogos mais lixeiras que joguei no SNES. A Nintendo se gabava do seu selo de qualidade dos jogos no console dela e deixou passar esse jogo. Tudo é horrível nele! Música, jogabilidade, personagens, estágios, inimigos e cia... é péssimo! Terminei devido ao desafio e só. Se alugasse esse jogo na época das locadoras iria pedir para devolver no mesmo dia... de tão ruim que é. Abaixo segue a minha jogatina desses jogos! 


Phantasy Star I - Diário de Bordo (Final + Considerações)

E finalmente cheguei ao final do meu diário de bordo de Phantasy Star. Terminei ele faz 1 horinha atrás e vim correndo escrever aqui. Problema de você comentar ou conversar sobre um jogo de 1987 é que 99,9% das pessoas vão julgar ele com gráficos ultrapassados, mecânicas velhas, negativismo absoluto e cia.  Elas desconhecem uma palavra que se chama "anacronismo". Anacronismo é a ideia de você analisar algo, mas não se  colocando na época que ele aconteceu e sim na atual. 

Phantasy Star é um game com viagens espaciais, monstros mitológicos, efeitos 3D em labirintos, um enredo fantástico, surpresas no decorrer do jogo, exploração em praticamente um mundo aberto, uma mulher protagonista, várias referências da cultura geek (como Star Wars), vilões dos mais diversos, tradução em português, músicas marcantes e muito... mas MUITO desafio. Agora se coloca em 1987 onde tinha benditos jogos com 1,2 ou 4 megas no máximo? E você ter tudo isso citado acima nas suas mãos! É simplesmente fantástico!

Eu me envolvi muito jogando esse game. Procurei sobre sua produção, seu legado, seus sucessores, sua base de fãs, sua arte, seus produtores (que time fantástico! Só o criador do Sonic, Alex Kidd, Reiko Kodama e cia), artbooks com ilustrações, curiosidades, cds de música e tudo mais. Eu realmente fui a fundo sobre o jogo. E digo que é como começasse uma jornada cheia de energia e ao longo do jogo o cansaço fosse batendo... mas não um cansaço RUIM, mas sim algo como tivesse com os personagens dia após dia lutando, enfrentando labirintos, decifrando enigmas, encontrando mundos repletos de monstros e seguindo a jornada até o final.

E foi assim que cheguei ao fim do jogo. Tanto que quando terminei ele e senti um alívio como tivesse realmente livrado Algol das garras dos mal. Phantasy Star é um jogo absurdamente difícil... desculpe Battletoads, mas Phantasy Star é muito mais difícil que você. O jogo não te dá quase referência nenhuma de onde seguir e o que fazer e os labirintos que você encontra são infernais. Se você seguir o jogo sem guia é praticamente impossível chegar ao fim. E o Lassic? Mesmo com nível lá em cima o safado te espanca sem dó! Parece até que o jogo tem inteligência artificial. Ele esquivava de todos meus golpes quase quando estava morrendo.

Entenda bem! Tem labirintos com 2 andares para baixo e 2 andares para cima. Armadilhas que por mais que você esteja desenhando direitinho em um caderno te levam para andares inferiores com novos labirintos completamente novos. E os labirintos são infestados de monstros de todos os tipos. Ah! E não para por aê! Tem baús com armadilhas, portas escondidas. Ahhh Ivo, mas que jogo horrível nem quero jogar! Aê que está! O jogo não é horrível... ele tem uma magia faz você estar lá enfrentando TUDO e quando percebe já está imerso nesse mundo.

Claro que jogar PURO (sem guia!) é complicadíssimo para nós adultos hoje. Filho, trabalho, falta de tempo, contas e cia te impedem de jogar assim... mas quando você criança e tem todo tempo do mundo isso difere, mas mesmo assim era difícil.

Como as crianças da época agiam em um jogo de tamanha dificuldade assim?! Fiquei bom tempo pensando resposta... e ela me veio. E era justamente um das coisas que mais AMAVA jogando games no passado e falta atualmente  - A troca de informações jogando games JUNTOS.

 

 

Não existia guia, revista, internet, youtube... NADA! Era tudo na base da troca de informações com amigos, conhecidos, familiares e todo mundo que estava jogando o game. Criando uma "comunidade ativa em um jogo" ou um grupo de amigos no mesmo jogo.

Como era bom você desvendar algo e compartilhar com um amigo, que também de trazia uma descoberta e que compartilhou com outro lá no intervalo do colégio e tantos outros lugares e assim gente ia criando uma rede de informações e íamos desvendando os mistérios do jogo e avançando. Como isso era bom! E essa é a intenção do jogo no final de contas... você se envolver nesse mundo e compartilhar ele no seu mundo!

 

Aliás, eu só tenho que agradecer ao meu amigo Igor que me incentivou a jogar esse game e ficamos muito tempo conversando sobre esse jogo em todos os aspectos. A última vez que fiz isso foi em Donkey Kong Country em 1994 e me lembro bem. Obrigado Igor!

Eu tenho dois pesares com Phantasy Star e o primeiro é não ter jogado esse jogo antes. Eu me pergunto onde estava ou que estava jogando na época para deixar esse jogo passar batido. Talvez eu estivesse envolvido com jogos de plataforma que é minha paixão até hoje ou talvez me faltasse contato mesmo.

Meu segundo pesar é gostaria de ter aproveitado ainda mais esse jogo sabe. Infelizmente a correria absurda da minha vida atual não me deixou fazer assim. Mas num futuro distante e pretendo revisitar esse jogo, mas de qualquer forma me sinto satisfeitíssimo. Hoje posso dizer que joguei Phantasy Star e nas mais sinceras palavras digo - que é um dos jogos mais épicos que joguei na minha vida. Não é entusiasmo, não é nostalgia, não é "pagação de pau" é a verdade sobre um jogo épico. E fiquei muito, mas muito feliz em joga-lo.


E agora segue meu último diário de bordo desse game. 

Diário de Bordo - Final


  • Agora cheguei na entrada de Baya Malay. Ela é cidade onde fica o castelo de Lassic em Palma. E só tenho que dizer uma coisa que jamais pensei em dizer.... senti saudade de Dezoris. Se Dezoris era terrível... Baya Malay + Castelo de Lassic são piores. 


  • A entrada já é um labirinto que tenho que atravessar, para depois chegar em uma caverna que é mais um labirinto e saindo da caverna encontro um rio de larva para depois finalmente chegar a entrada da Torre de Baya Malay que vai me levar ao Castelo de Lassic. E essa torre é o labirinto mais difícil do jogo... saca só o mapa dela, logo abaixo.


  • A verdade que na torre não é só seguir e sair no castelo de Lassic. Você tem que encontrar dois itens para aê sim poder chegar ao castelo. O primeiro é o Cristal que está com um cara chamado Damor. Ao usar esse cristal você vai fazer aparecer o castelo de Lassic que está escondido no céu. E o segundo item é a Chave Mestra para o portão do castelo. Agora tudo isso em um lugar que qualquer erro te deixa perdido, te leva para monstros e mais monstros e por fim a morte. Eu demorei MUITO para conseguir passar esse labirinto. Mas finalmente depois de muito suar a cueca... fiz o castelo de Lassic aparecer.


  • E finalmente cheguei ao castelo de Lassic. Um local onde o bonitão vive nas farturas dos pobres e inocentes. Tem uns moradores lá com ele desfrutando da boa vida. Deveria detonar todos, mas meus heróis são bonzinhos e deixar eles de lado.  A parada era detonar Lassic.


  • E claro que na mansão dele tinha mais um labirinto e por um fim uma porta escondida que encontrei na sorte.
    E entrando lá estava o ditador safado. Porradaaa nele!


  • Perdi duas vezes para ele. O Lassic é SUPER APELÃO! Tive que criar uma estratégia para derrota-lo, afinal ele solta 4 raios de uma vez só em todos os meus heróis. Mas com a estratégia de Alis na porrada, Myau no suporte, Odin na porrada e Noah na magia de fogo... finalmente detonei o tirano. Pura alegria e satisfação! 


  • E lá estava eu comemorando minha vitória e voltando para casa para encontrar o governador e dar as boas notícias... quando uma surpresa me pega de jeito. Na casa do governador o verdadeiro vilão estava a minha espera.


  • Este é Dark Falz o verdadeiro vilão do jogo e o que estava por trás de tudo e tinha dominado na mente de Lassic e dados os poderes sombrios para ele. Ele é um verdadeiro apelão dando umas baforadas de raios seguidos e nenhuma barreira de mágica minha consegue defender esse ataque. O jeito foi ir na raça de detona-lo... e por incrível que pareça meus heróis não deram oportunidade para ele e derrotaram de primeira.


  • E finalmente galera... o mal foi derrotado de vez em Algol.


  • Foi uma jornada e tanto. Feliz! Muito feliz por ter fechado esse jogo. Essa última mensagem simboliza a minha ideia do jogo. Um jogo que vai permanecer no meu coração para sempre. Viva em paz Algol.


E aqui fecho meu Diário de Bordo de Phantasy Star.
Obrigado a você que leu até aqui.
Abração. Ivo. 


Minha jogatina final desse diário de bordo.



 


Phantasy Star I - Diário de Bordo (Parte 4)

E chegamos a quarta parte da jornada Phantasy Star. E já digo que estou "suando a cueca" nesse jogo! Labirintos e mais labirintos. A novidade é que troquei de versão (Rom) e peguei uma com melhor tradução e inclusive maior espaçamento dos textos e assim evitando abreviações chatas. Então bora lá que tem história para contar.

Diário de Bordo - Dia 4


  • A primeira coisa que tenho que fazer é matar a Medusa, mas para matar ela precisa do escudo do Perseu... senão todo mundo vira pedra. Mas o escudo só deus sabe onde está... A única dica é que um cara que morava na vila Sophia que está cercada de gás venenoso pode me dizer onde está. Então antes de ir na vila preciso achar uma mascará de gás! Então a outra dica (meus informantes são bons né!) que a máscara de gás está em uma loja em uma ilha porto ao norte. Lá fui euzinho atrás dela!


  • A sacanagem é que a loja que vende a mascará de gás fica no fim de um labirinto cheio de monstros. Esses lojistas de Phantasy Star só colocam as lojas nos piores locais...


  • Em posse da mascará de gás é hora de ir para Motavia e entrar na vila Sophia cercada de gás. Isso me lembra quando morava em Santos nos anos 90-80 e entrar em Cubatão praticamente tínhamos que usar uma mascará de gás.


  • Encontrei o velhinho na vila Sophia que pode me dizer onde está escondido o escudo de Perseu, mas claro que ele não vai dar a informação de graça... me cobrou 400 contos para me dizer onde está. Mas ele finalmente disse que o escudo está enterrado em uma ilha em Motavia perto de um cacto. Mas você já parou para ver o mapa de Motavia e quantas ilhas tem? Queria pegar meu dinheiro de volta ¬¬


  • Depois de muita busca achei finalmente a ilha onde estava o escudo de Perseu. E agora sim estou pronto para detonar a Medusa.


  • Mas antes de ir matar a Medusa acabei encontrando o mestre do Noah chamado Taijim em uma caverna perdida. Como todo bom e velho mestre... me desafio para luta. Inicialmente pensei que seria meu grupo contra ele, mas quando vi era somente o Noah contra seu mestre. Mas não foi difícil! E ainda por fim ele me deu o Manto de Frade que é uma baita acessório para Noah.


  • Após enfrentar o mestre de Noah segui para derrotar a Medusa e me lasquei...  Eu fui completamente despreparado sem comidas, sem estratégia me achando o "bonzão" porque está no nível 22. Encontrei vários monstros destruidores e principalmente o ceifador que joga 4 raios de uma vez. Nessa luta perdi Myau e Noah, mas com estava perto da Medusa revolvi continua... e me esqueci o básico! 


  • Na luta com a Medusa esqueci que tenho que ter o Odin com escudo de Perseu... senão ela transforma todos em pedra. Como me esqueci disso?! Como meu Odin tinha morrido antes o resultado foi a MORTE.


  • Depois da morte para Medusa a minha segunda investida na caverna dela foi completamente diferente. Comprei comida, subi um pouco mais de nível e totalmente preparado. 


  • E não teve Dragão, Ceifador e ninguém que derrota-se meu grupo antes de chegar na Medusa. O resultado foi que ela foi completamente aniquilada.


  • E após derrotar a Medusa foi a hora de seguir para o inóspito planeta Dezoris.


  • Dezoris é uma planeta frio, inóspito e cheio... mas MUITO cheio de monstros. Para andar por ele você tem que atravessar cavernas (não dá para antes pelo mapa porque ele é bloqueado por montanhas de gelo). E adivinha onde estão os melhores itens, armas e cia do jogo? Isso mesmo, aqui nesse planeta. Aqui você enfrenta de tudo! Se bobear até sua mãe!


  • Foi difícil, mas no fim consegui reunir os melhores itens: Prisma, Armadura Laconiana, Tocha Eclipse, Escudo de Lacônia e Noz de Laerma. Isso tudo nos piores lugares possíveis... até em um Necrotério tive que ir. E por fim finalmente fui embora dessa planeta.


  • Agora com finalmente tudo em mãos chegou a hora de enfrentar Lassic em Palma. E se eu achava que Dezoris era terrível.... o Castelo de Lassic é 1000 vezes pior. Bom, no meu próximo diário finalmente vai ser o final da Saga Phantasy Star. O que será que me aguarda?


Minha jogatina desse quarto Diário de Bordo.







Phantasy Star I - Diário de Bordo (Parte 3)

E lá estou euzinho voltando com a jogatina de Phantasy Star. Desda vez fui bem longe no jogo e continuo minha jornada em Algol.

Diário de Bordo - Dia 3


  • Primeira coisa que fiz foi ir atrás de Noah. Fui para caverna da Naharu e me perdi um bom tempo lá até encontrar o encapuzado em uma sala perdida. Ele disse que tava ali treinando! 


  • Voltando com Noah e o grupo quase morri antes de chegar na cidade. Eu tenho essa bela mania de não comprar energético e barra de cereal para os personagens... só vivo nas magias de cura!


  • Ainda na caverna Naharu no nível mais baixo tem o grande Dragão Vermelho. Quando achei o Noah deixe ele para trás (pensando em enfrentar depois) por medo de morrer. Então voltei a cidade, enchi meu life e voltei para derrota-lo. Mas adivinha? Não comprei nada de comida para o grupo... e só lembrei disso já na metade do caminho na caverna. Então fui na coragem e matei ele sem usar usar comida nenhuma. E não me xinguem! Eu tentei falar com ele hahahahahaha! 


  • Agora chega a jornada mais longa que tive no jogo. Aproveitei um domingo de noite onde meu filho foi dormir e tive mais tempo de jogar. Tanto que coloquei essa parte com o título - A longa Jornada Até Uzo. Voltando para Palma descobri que o aeroporto estava fechado(Lassic descobriu meu passaporte falso), mas encontrei um atalho pelos esgotos do aeroporto. Na verdade, eu precisava ir até uma cidade chamada Gothic.


  • Cheguei em Gothic passando pelo esgoto cheirando a cocô, mas tomei banho depois. Lá em Gothic acabei encontrando uma cidade totalmente destruída e uma pobreza extrema. Lembra que disse que não comprava comida? Pois bem, nessa cidade tem várias pessoas pedindo comida... e eu não tinha uma barrinha para oferecer para eles. Nem preciso dizer que me senti um lixo.


  • Em Gothic precisava encontrar o doutor Louveno e pedir para construir uma nave para mim. Chegando na casa dele não encontrei ele... então o jeito foi procurar o velhinho.


  • A dica que recebi acabou dizendo que o doutor Louveno está em uma prisão chamada Triada. Nem preciso dizer que nem sabia onde ficava isso e fiquei vagando no mapa até encontrar o local, mas antes encontrei vários inimigos novos.



  • Depois de algum tempo achei a prisão onde estava o doutor Louveno. O bom de você se perder assim é que fica upando e ganhando dinheiro enfrentando os monstros. Pelo menos isso né!


  • Esse doutor além de me cobrar 1200 mesetas me pediu para fazer várias coisas. Primeiro tive que achar o assistente dele, depois o robô piloto chamado Hapsby e procurar um líquido chamado Polymeteral. Esse líquido é a única coisa que vai fazer Hapsby voltar a funcionar e fica em uma cidade super distante chamada Albion.


  • Nessa cidade também enfrentei o doutor Mal ou doutor Mad na tradução. Um cientista que fica fazendo experiência com animais. Fui sem dó e piedade detonar esse cara! Se tem algo que odeio é gente que maltrata animais. Não tenho perdão com gente assim! 


  • Depois que derrotei doutor Mad fiquei um bommmm tempo fazendo dinheiro para comprar umas arminhas novas que estava á venda em Albion.


  • Após comprar as armas era hora de voltar para Botevo e achar finalmente o Hapsby.


  • E depois de muita luta, upagem, andar no mapa, achar o assistente do doutor Louveno, matar doutor Mad, achar Polymeteral , recuperar Hapsby... e ir de volta ao doutor Louveno (ufaaaa!). Minha nave finalmente ficou pronta!


  • E minha próxima parada é Uzo em Motávia. Meu grupo não tem descanso!


  • Chegando em Uzo a galera me pede para enfrentar um Dragão Azul (Dragão Sábio ficou horrível como nome) que fica em uma caverna ao sul chamada Casba. Matando ele você ganhará o "Olho de Casba". Então sem pensar duas vezes... lá fui detonar o dragão. E não foi difícil!


  • Agora veio a parte mais sacana do jogo até o momento. Eu comprei um "LandRover" por 5000 mesetas. E descobrir ter um "HoverCraft no ferro velho em Botevo. A verdade que fiquei 200 anos lá procurando e não achei NADA. Simplesmente ele não aparecia! Até descobrir ter que conversar com um cara em Uzo para ele poder aparecer no ferro-velho. Eu já tava pensando que o jogo tinha bugado! E finalmente agora tenho uma verdadeira frota estelar - Um LandRover, HoverCraft e uma nave!

 


  • E aqui termino a parte 3 do meu diário de bordo de Phantasy Star. Que será que me aguarda agora com "HoverCraft" e" LandRover" e uma "Nave Intergalática" com meu grupo?

Minha jogatina desse segundo Diário de Bordo.





Phantasy Star I - Diário de Bordo (Parte 2)


E continuamos com a jornada de Phantasy Star em meu diário de bordo.

Diário de Bordo - Dia 2


  • Matei finalmente o bendito Fishman ou Tubaroman na versão que estou jogando. Era o inimigo mais difícil de matar, mas agora consigo matar ele e ganhar bastante dinheiro.


    .


  • Como lutei várias vezes contra o Fishman, acabei upando até nível 12 e comprei as melhores armas




Diário de Bordo - Dia 3


  • Viajei até Motavia





  • Peguei finalmente o Myau. Engraçado o nome do meu gato é Miu hahahahaha!


  • Na igreja aprendi que posso ver quantos pontos de experiência falta para o próximo nível

 

 


  • Enfrentei o minhocão. Até que ele não é tão forte assim


  • Tomei outro gamer over na caverna de Motavia

 



Diário de Bordo - Dia 4


  • Consegui sair da caverna de Motavia onde estava perdido e morrendo



  • Salvei Odin ou o Arnold Achwarzenegger hahahahaha! Peguei a bússola que vai me orientar no caminho a cidade na floresta

 


  • Entrei na cidade floresta e descobri que a chave do calabouço está perto de Camineet

 


  • Finalmente descobri que a chave da masmorra fica no primeiro labirinto do jogo. Eu só achei isso pura sorte. Eu vasculhei todos os lugares e não achava ela!



  • Fui até a caverna ao sul da cidade portuária (que não era a caverna de Naula) e derrotei um esqueleto.


     



Diário de Bordo - Dia 5


Phantasy Star I - Diário de Bordo (Parte 1)


Sabe um jogo que nós cansávamos de ver em revistas, mas sempre deixávamos de lado e não jogávamos? Esse jogo para mim é Phantasy Star de Master System. Cansei de ver propagandas dele em revistas na minha infância, sabia que o jogo era complemente em português e era um dos "tesouros" da Tectoy... mas por algum motivo sempre deixei ele de lado.


Anos atrás, quando os retrogames não eram tão "
visados $$$" acabei encontrando uma cartucho novinho de Phantasy Star e resolvi jogar, mas infelizmente na mesma época, meu Master System acabou quebrando e nunca consegui jogar e o pior que mais uma vez deixei o jogo passar em branco.

De uns meses para cá e devido ao lançamento do Alex Kidd in Miracle World DX que um amigo meu também comprou, ficamos conversando e jogando o game fase a fase. Discutimos os cenários, as músicas, o desafio, os detalhes, diferenças entre o novo e antigo e muitas outras coisas e foi super divertido. Para falar a verdade não me divertia jogando um game assim conversando com alguém a muitooosss... muitoooooos anos!

E finalmente resolvi jogar Phantasy Star e posso dizer que estou amando o jogo. Que jogo sensacional! Peguei uma versão melhorada por fãs na internet da própria versão de Master System. Isso inclui uma melhor tradução, melhor programação, som FM, até a mudança do cabelo a Alis para cor original e diversas outras coisas.

Então por fim estou aqui lançando meu Diário de Bordo do jogo, jogando devagar, afinal meu tempo é curto, mas aproveitando o máximo possível do game.

Diário de Bordo - Parte 1


  • Liguei aqui o jogo e comecei a jogar. Na verdade, eu não sei NADA de Phantasy Star e o pouco que tinha jogando nem me lembrava mais. E digo que já primeira vez que saí para upar o personagem acabei morrendo. Logo de primeira!



  • Não entendi o sistema de batalha e tive que morrer algumas vezes para entender. Logo que cara percebi que não, é qualquer inimigo que posso derrotar. O meu amigo me deu uma dica que existia uma casa que regenerava sua energia de graça (casa da Suelo) logo na primeira cidade e essa foi uma dica essencial para sobreviver nesse começo de game.


  • Eu visitei toda a primeira cidade, falei com cada NPC, vi as lojas e criei minha estratégia. Resolvi upar de nível nos perímetros da cidade antes de sair dela e explorar o mapa. E nisso aproveitei para juntar dinheiro e comprar um escudo e uma arma melhor.


  • Sobre os NPCs, eles me deram informações anotadas no caderninho aqui:
    - Cidade Portuária fica ao leste
    - Caverna da Medusa ao Sul
    - E outra cidade a Oeste


     


  • Inicialmente só enfrentava o "Mosca Mutante". Matava ele e voltava para casa da Suelo, mas com o tempo já consegui matar ela sem perder muita energia e assim subir um pouco mais rápido de nível. Mas mesmo assim matar o "Morcego Caolho" ou "Escorpião" era morte na certa. Só após subir uns 2 níveis consegui mata-los, mas ainda sim voltando para casa da Suelo para me recuperar sempre.


  • Depois de algum tempo e já no nível 7 com um escudo (que ajudou muito na defesa e diminuiu assim os danos) resolvi explorar o mapa e encontrei uma caverna. Mas antes de chegar na caverna e mais confiante (pura ilusão) resolvi ir até uma praia próxima de onde tava e morri para um monstro absurdamente forte o "Tubaromem" (1 golpe ele me matou).


  • Já equipado com itens de comida, arma nova e escudo fui para a caverna. Vasculhei ela toda, fiz até um mapa desenhado a mão aqui no meu caderninho (que também possui as informações dadas pelo NPCs). Na caverna encontrei o Odin petrificado, mas não consegui salva-lo. Não sei que tem que fazer! Vasculhei mais a caverna, mas não encontrei nada mesmo. O jeito vai ser explorar as cidades e o mapa lá fora e tentar voltar para despetrificalo. Fica para próxima jogatina - Parte 2.


Minha jogatinha desse primeiro Diário de Bordo.


Todos os Animes do - U.S. Mangá Corps do Brasil


Falar da Manchete é falar da minha iniciação em gostar de animes. Após o enorme e grandioso sucesso de Cavaleiros do Zodíaco, diversos animes foram veiculados na Tv. E nisso final década de 90, a Rede Machete apresentou o programa U.S. Mangá Corps do Brasil, demonstrando alguns animes que foram lançados em OVA (Original Video Animation) para serem exibidos na sua programação. A maioria dos animes mostrava muita ficção científica, cyberpunk e também o subgênero dos mechas, um tipo que contém robôs. Nem preciso dizer quando vi a propaganda disso pela primeira vez fiquei maluco e ainda mais que os animes que iriam passar tinham uma temática mais adulta e violenta (algo que jamais passaria na Tv aberta atualmente!). E digo para vocês que os animes que passam lá como M.D Geist ou Genocyber são ALTAMENTE VIOLENTOS.

Além de animes violentos existiram boas surpresas como os filmes do Fatal Fury que simplesmente explodiram minha mente quando apareceram (não sabia da existência!). U.S. Mangá passava sempre as sexta-feiras às 18:45 da tarde. Para mim era sagrado esse horário e ainda mais fechando a semana após colégio, obrigações e cia da semana. Era como fosse uma recompensa na época. 

Como isso resolvi colocar todos os animes que passaram no US Mangá no Youtube e com mais algumas adições especiais.  Então fica aê um bom divertimento para todos e se você lembra do U.S. Mangá Corps do Brasil não deixe de comentar aqui.

Lista dos Animes 

  • Art Of Fighting
  • Battle Skipper
  • Detonator Orgun
  • Fatal Fury - Battle Fighters: Garou Densetsu
  • Fatal Fury - Battle Fighters: Garou Densetsu 2
  • Gall Force
  • Genocyber 
  • Icser 3
  • M.D. Geist
  • Samurai Shodown
  • Zeorymer
    *+ Especiais


#SnesADay - Run Saiber

Todo mundo jogou Strider ou conheçe esse clássico. Um game que começou lá nos Arcades, mas ficou realmente conhecido no Mega Drive. Aquele clima futurístico com um protagonista quase ninja usando uma espada laser, tudo que nós gostávamos nos anos 90. Lembro-me quando vi esse game na locadora naquela caixinha japonesa fiquei alucinado e olha que era proprietário do Snes.

E esse foi o meu principal problema.. Eu era proprietário do Snes e Strider era um game produzido pela Sega. Então nada de jogar ele no "Sneszão da Massa". Mas eis que apareceu um game no estilo Strider para Snes chamado Run Saber. Acabei conhecendo ele por um amigo de colégio chamado Paulo que, tinha o cartucho piratinha e sempre me falava. Anos depois ele me doou os jogos deles de Snes e eis que lá estava Run Saber para jogar.

O enredo do jogo está no manual. Em um futuro distante, à Terra está tão poluída que a única maneira de torná-la habitável novamente é implementar o "Projeto Renascimento da Terra", que usa abundantemente de energia de fusão e radiação. A humanidade teria que evacuar à Terra por um ano para que este projeto fosse concluído. O Dr. Bruford, que lidera este projeto, tem um motivo secreto. Ele usa radiação para se transformar e clonar mutantes para conquistar o mundo. Para combater o Dr. Bruford, um novo projeto chamado "Project Run Saber" começou, que criou três ciborgues que poderiam lutar contra ele: Kurtz, Allen e Sheena. Kurtz era um protótipo com defeito e foi capturado pelo Dr. Bruford.


Run Saber apresenta um modo para 1 player e um modo coop para 2 players. No modo para 1 player, o jogador escolhe Allen ou Sheena, e no modo para 2 players, um jogador escolhe Allen e o outro Sheena. Allen e Sheena são controlados de forma quase idêntica. Ambos podem pular, deslizar pelo chão, atacar com um sabre de energia, escalar paredes, se pendurar em tetos e ter um movimento especial que danifica ou mata todos os inimigos em uma sala. O game é quase totalmente linear com poucos caminhos alternativos através das fases. A única diferença perceptível entre Allen e Sheena é que seus ataques, quando em pé no chão, atingem áreas ligeiramente diferentes. É um tanto decepcionante que os dois joguem de forma tão semelhante.


Run Saber é um game com bons gráficos, uma trilha sonora super maneira e um desafio pesado. Não é fácil terminar esse game logo de primeira, ele vai exigir bastante treino. Se você curte games desconhecidos, mas divertidos de Snes te recomendo esse game. E se você é fã de Strider e quer jogar algo similar... esse é o game.

Abaixo segue o meu gameplay desse game. 


#SnesADay - Kaizou Choujin Shubibinman Zero


Na verdade, eu sou a categoria de pessoa que tenta abraçar tudo quando o assunto é games. Mega, Snes, Nes, 3DO, Psx, Neo Geo, Gameboy, Master System e tantos outros consoles. Nunca fui de ser "fãnboy" e me fechar em apenas um console. Joguei de tudo em todos os consoles possíveis e não bato o martelo para  "o melhor jogo é do sistema X e ponto final". Minha opinião é sempre que se te faz bem jogue e ponto final. Mas infelizmente hoje com os deveres da vida e o tempo cada vez mais escasso é quase impossível eu conseguir abraçar tudo que tem de games (bem que queria!). Então eu tenho me focado no console que mais me diverti e me encanta até os dias e hoje que é o Snes. E nessas buscas de histórias, informações, curiosidades do Snes, acabei achando esse jogo do curioso Satellaview.



Kaizou Choujin Shubibinman Zero
é um daqueles clássicos de cults de snes que poucos conhecem. Principal motivo é que ele nunca foi lançado para cartucho no Snes, na verdade, ele foi lançado apenas através da Satellaview aquele sistema de jogos via "download-satélite" no Japão em uma época onde ninguém nem sabia o que era ou seria internet.

Shubibinman Zero é o quarto game da série,  os três primeiros foram lançados para o clássico PC Engine. A história do jogo gira basicamente num futuro incerto e você tem que salvar a cidade de uma vilã que, com seus capangas que sequestrou um eminente cientista e agora ela quer roubar a tecnologia dele e usar para criar alienígenas e governar por todo o universo. Agora cabe a você salvar tal cientista para evitar que o pior aconteça.

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Como o jogo nunca foi lançado em cartucho, foi impossível joga-lo até meados de 2018 quando finalmente ele foi liberado em cartucho e vendido no Japão (sim, acredite que tem jogos de Snes sendo lançado até hoje).


E digo que vale a pena jogar esse game. Simples, divertido, agradável e não muito difícil. Se quer jogar para relaxar essa é minha dica no Snes - Kaizou Choujin Shubibinman Zero. Abaixo segue a minha jogatina até o fim do game. E talvez em breve escreva sobre o Satellaview aqui no blog. Achei a história dele muito interessante.